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Registro de autoridade- Pessoa
- 1917-01-29/2002-12-05
Edmundo Cardoso nasceu em 29 de janeiro de 1917, em Santa Maria.
Diplomou-se no Curso de Guarda-Livros pelo Colégio Fontoura Ilha em 1932. Iniciou sua carreira jornalística no jornal Diário do Interior em 1933. Também foi representante dos jornais Diário de Notícias e Diário do Estado, de Porto Alegre. A partir de 1934, com a fundação do jornal A Razão – Santa Maria, passou a colaborar com a produção de artigos e crônicas sobre a história da cidade. Entre as décadas 1970-1980 foi cronista na Rádio Imembuí, em um programa diário que abordava temas relevantes do cotidiano.
A contribuição de Edmundo Cardoso para o desenvolvimento do teatro e cinema em Santa Maria tem como destaque a criação de duas importantes instituições: A Escola de Teatro Leopoldo Fróes, em 1943, que encenou mais de 40 peças teatrais ao longo dos 40 anos de sua existência; e o Clube de Cinema de Santa Maria, fundado em 1951 com o apoio de outros amantes do cinema, que promovia a exibição de filmes seguidos de debates entre os associados, além de caracterizar-se como o primeiro clube do gênero na cidade.
Edmundo atuou como jornalista, memorialista, teatrólogo e pesquisador durante toda sua vida. Como funcionário da Justiça Estadual, foi Avaliador Judicial e Escrivão do 2° Cartório de Cívil e Crime da Comarca de Santa Maria.
Em 1946, comprou a casa situada na Rua Pinheiro Machado 2712, no centro da cidade, na qual viveu e criou o espaço para guardar seu acervo, constituído de livros, revistas, jornais, documentos, fotografias, objetos antigos e pinacoteca. Com sua morte, a organização deste acervo justificou-se pelo fato de ter preservado uma parcela significativa de documentos relativos à memória e história de Santa Maria, que datam especialmente da segunda metade do século XIX e primeira metade do século XX, bem como ter contribuído com sua obra pessoal e seu intenso trabalho pela arte e cultura de Santa Maria, especialmente entre o período de 1938-1985. Nesta casa funciona a Casa de Memória Edmundo Cardoso.
Edmundo casou-se, pela primeira vez, em 1943, com Edna Mey Budin (1919-1979), com quem teve dois filhos: Gilda May e Cláudio. Edna Mey atuou profissionalmente em diversas funções ligadas a área educacional e participou como atriz das atividades da Escola de Teatro Leopoldo Fróes. Em 1985, Edmundo casou-se, em segundas núpcias, com Therezinha de Jesus Pires Santos, que o acompanhou por quase duas décadas e foi a idealizadora da Casa de Memória em sua homenagem.
Edmundo faleceu em 5 de dezembro de 2002, aos 85 anos de idade.
- Pessoa
Foi admitido como Impressor pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM (1982) e aposentou-se em 2018.
- Pessoa
Estudante da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Padre Nóbrega (2016). Foi um dos estudantes selecionados para o Revezamento da Tocha Olímpica em Santa Maria (2016).
- Pessoa
Possui graduação em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) com período sanduíche na Fachhochschule Gelsenkirchen (Alemanha), (2009). Possui mestrado em Informática na área de Computação Gráfica com ênfase em geração procedural de cenários 3D pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, (2012). Atualmente é acadêmico do curso de Desenho Industrial Projeto de Produto da Universidade Federal de Santa Maria e Analista de Tecnologia da Informação, sendo admitido em 2012 pela mesma,
(2018).
Carlini, Elisaldo Luiz de Araújo
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Elisaldo Luiz de Araújo Carlini nasceu em Ribeirão Preto cursou Medicina na Escola Paulista de Medicina entre 1952 e 1957. Fez Mestrado em Psicofarmacologia na Yale University em 1962. Foi professor de Farmacologia na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo na década de 1960 e retornou em 1970 à Escola Paulista de Medicina, onde criou o setor de Psicofarmacologia, no Departamento de Bioquímica e Farmacologia, que veio a se transformar no Departamento de Psicobiologia da Escola Paulista de Medicina. Foi um dos criadores do Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia. Embora nunca tenha feito Doutorado formal recebeu o título de Doutor honoris causa de inúmeras universidades, dentro e fora do país. Foi orientador de 37 Mestrados e 29 Doutorados, entre eles o primeiro da Escola Paulista de Medicina, em 1971, de Jandira Masur, cientista pioneira no estudo da dependência de Álcool e outras drogas no Brasil.
Carlini foi autor de 340 artigos científicos, 22 livros e diversos relatórios tecnicos. Criou o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas (CEBRID). Coordenou a Câmara de Assessoramento Técnico Científico da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD), tendo sido condecorado duas vezes pela Presidência da República por seu trabalho científico pioneiro.
De 04 a 08 de novembro de 1974 ministrou um Curso de Psicobiologia na UFSM com a professora Jandira Masur.
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Especialista internacional em desenvolvimento econômico, foi diretor do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de Vanderbilt de 1949 a 1953. Foi assessor regional para a América Latina para a Fundação Ford. Como resultado de seu trabalho com Fundação Ford, recebeu em 1963 a Ordem Nacional do Cruzeiro de Sul do governo brasileiro.
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André Carrara é pianista do quadro efetivo da OSPA desde 2004. É mineiro nascido em Ubá, onde iniciou seus estudos musicais. Em 1984 ingressou na Escola Nacional de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde concluiu o Bacharelado em Música (piano), na classe do Prof. Dr. Heitor Alimonda. De 1989 a 1995 passou a se aperfeiçoar, inicialmente no Brasil e posteriormente na França, com a Profª. Drª. Nise Obino recebendo, neste período, aulas de alta interpretação do pianista Nelson Freire. Sob orientação do Prof. Dr. Jacob Herzog, obteve o grau de Mestre em Piano pela UFRJ. Em 2010, sob orientação da Profª. Drª Cristina Gerling e Prof. Dr. Ney Fialkow obteve o título de Doutor em Música pela UFRGS. Gravou em 1997 os 12 Estudos op. 10 de Chopin com excelente repercussão na crítica especializada. Em virtude das comemorações do centenário de nascimento de Francisco Mignone, foi convidado a gravar a 3ª Sonata para piano, junto a outros nomes do cenário pianístico brasileiro. Sua discografia ainda inclui “Notas Brasileiras” , que percorreu o repertório nacional para o duo flauta e piano e “Compositores Contemporâneos, Pianistas Brasileiros” , com a 3ª Sonatina de Osvaldo Lacerda.
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- 1934-1981
Natural de Arroio Grande, RS e falecido em 1981, na cidade de Santa Maria. Iniciou seus estudos de pintura no ateliê Ado Malagoli, em Porto Alegre, e aos 17 anos participou de sua primeira exposição coletiva. Diplomado em Artes Plásticas - escultura no antigo Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul (1958), Especialista em Pintura na Universidade Federal de Minas Gerais (1970). Lecionou anatomia artística nesse Instituto e foi professor de pintura e desenho de 1964 a 1981 na UFSM. Fundou o grupo Bode Preto – de vanguardismo artístico na época – junto com Waldeny Elias, Leo Dexheimer, Francisco Ferreira e Joaquim da Fonseca
O artista, importante expoente na formação de profissionais da arte, fez parte do corpo docente da então Faculdade de Belas Artes da UFSM (1964), contribuindo significativamente para o cenário artístico que se consolidava na década de 1970, no movimento de vanguarda das artes, dentro de uma linha de pesquisa modernista.
Dentro do CAL, o artista, percebendo que o ateliê deveria ir muito além de um espaço de criação, fez de seu ateliê localizado na sala 1339 um espaço de convívio diferenciado dos demais - artistas como Alphonsus Benetti, de quem foi orientador. Fazia do espaço sua sala de pintura e futuramente, quando professor, criaria o Ateliê 1336.
Recebeu homenagem dando nome a sala de exposições artísticas Sala Cláudio Carriconde, localizada no hall do prédio 40, no CAL/UFSM devido a sua contribuição na formação de tantos outros artistas. Nesta sala, acontecem permanentemente exposições para artes visuais, plásticas e tecnologia bem como aberturas de mostras, cerimônias, premiações, exibições audiovisuais e apresentações acadêmicas.
Além dos murais da UFSM, Carriconde pintou o painel “As Quatro Estações”, no Itaimbé Palace Hotel. Mesmo após sua morte, ainda recebe homenagens pelo reconhecimento da sua imensa contribuição à produção artística
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Professora do Departamento de Letras da UFSM admitida em agosto de 1968. Na década de 70 defendeu nos Estados Unidos a tese de doutorado "Fonologia da Língua Macuxi". Os primeiros dados da pesquisa foram coletados quando lecionava Linguística em Boa Vista, pelo convênio entre a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o Território de Roraima. Seu mestrado foi realizado em Indiana.
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