Mostrar 4831 resultados
Registro de autoridade- Pessoa
Atualmente é acadêmica do Curso de Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e bolsista na Agência de Notícias da UFSM (2018).
- Pessoa
Graduada em Artes Cênicas pela UFSM, atua como atriz e produtora. Integrou movimentos culturais, entre eles Estação Cinema, Associação dos Profissionais de Artes Cênicas, Festival Santa Maria Vídeo e Cinema. Ao todo, a atriz já atuou em 18 espetáculos teatrais; como produtora, trabalhou em 8 audiovisuais, 12 projetos relacionados ao teatro e ao audiovisual. Foi também integrante do Conselho Municipal de Cultura de 2010 a 2014 e participou da construção do Plano Municipal de Cultura. Em 2001, recebeu de Sergio Assis Brasil convite para participar de “Manhã Transfigurada”, filme lançado somente em 2009. A partir de 2007, Denise passou a colaborar com a Oficina de Vídeo - TV OVO. Entre os projetos que atuou na TV OVO, destacam-se o TV OVO no Ônibus (Prêmio Mídia Livre - MinC); o Projeto Por Onde Passa a Memória da Cidade (Prêmio Cultura Viva - MinC); Pontão de Cultura – FOCU (do qual foi gestora). Também dirigiu os documentários Palma, o 8º Distrito e Quando te Avisto, produções da TV OVO. É também integrante da equipe do Projeto Acervo Joel Saldanha. Atua em trabalhos voltados ao público infantil, como a Escolinha da Gabi, Saca Rolhas e o Pandorga da Lua. Recebeu, em 13 de agosto de 2015, em sessão solene na Câmara de Vereadores, a Medalha Edmundo Cardoso. A Medalha, consolidada pela Lei Municipal 5622/2012, é destinada aos atores, escritores, diretores santa-marienses ou radicados em Santa Maria, que se destacaram por sua ação em favor do teatro no município.
Coordenadoria de Comunicação Social
- Entidade coletiva
- 1998
A Coordenadoria de Comunicação Social foi criada oficialmente na estrutura organizacional da Universidade Federal de Santa Maria pela RCU 016/98 de 30/12/1998, Parecer 013/98 da 570º reunião da Comissão de Legislação e Regimentos. Esse ato também determinou a criação das estruturas da Imprensa Universitária e Rádio Universidade.
A origem desse órgão remonta a 1962, quando foi criado o Departamento de Divulgação, Intercâmbio e Extensão Cultural, subordinado à Reitoria. Em 1971, a nomenclatura foi alterada para Departamento de Comunicação, ainda subordinado à Reitoria, pelo Parecer 465/71, do Conselho Federal de Educação. Em 1973 esse órgão foi desativado pelo Parecer 41/73 da sessão 189 do Conselho Universitário. Somente em 1978 a Resolução UFSM nº 17 criou o Departamento de Divulgação, que abarcava as funções do extinto Departamento de Comunicação. Esse Departamento contava com duas unidades: a Divisão de Imprensa Universitária e a Divisão Rádio Universidade. Sendo que na Divisão de Imprensa Universitária, em 1981, pela Resolução UFSM nº 117, foi criado o Setor Editorial que, logo em 1982, pela Resolução UFSM nº 016, tornou-se, oficialmente, a Divisão Editorial.
Em 1987, a Resolução UFSM nº 025 desativa o Departamento de Divulgação. Dessa forma os setores que formavam a Divisão Editorial foram reencaminhados. O Setor Editorial ficou vinculado à Reitoria e o Setor Fotográfico e de Relações Públicas ficou vinculado ao Gabinete do Reitor.
Em 1988, o Regimento Geral da Reitoria transforma em órgão suplementar central a Divisão de Imprensa Universitária, a Divisão Rádio Universidade e a Divisão Editorial permanece até 1998, com a criação da Coordenadoria de Comunicação Social pela RCU 016/98 de 30/12/1998, Parecer 013/98 da 570º reunião da Comissão de Legislação e Regimentos.
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
- Entidade coletiva
- 1951/
A Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (atual Capes) foi criada em 11 de julho de 1951, pelo Decreto nº 29.741, com o objetivo de "assegurar a existência de pessoal especializado em quantidade e qualidade suficientes para atender às necessidades dos empreendimentos públicos e privados que visam ao desenvolvimento do país". Era o início do segundo governo Vargas, e a retomada do projeto de construção de uma nação desenvolvida e independente era palavra de ordem. A industrialização pesada e a complexidade da administração pública trouxeram à tona a necessidade urgente de formação de especialistas e pesquisadores nos mais diversos ramos de atividade: de cientistas qualificados em física, matemática e química a técnicos em finanças e pesquisadores sociais. O professor Anísio Spínola Teixeira é designado secretário-geral da Comissão. Em 1961, a Capes subordina-se diretamente à Presidência da República. Com a ascensão militar em 1964, o professor Anísio Teixeira deixa seu cargo e uma nova diretoria assume a Capes, que volta a se subordinar ao Ministério da Educação e Cultura. A Capes é reconhecida como órgão responsável pela elaboração do Plano Nacional de Pós-Graduação Stricto Sensu, em 1981, pelo Decreto nº 86.791. É também reconhecida como Agência Executiva do Ministério da Educação e Cultura junto ao sistema nacional de Ciência e Tecnologia, cabendo-lhe elaborar, avaliar, acompanhar e coordenar as atividades relativas ao ensino superior. Com a nova mudança de governo, em 1995, a Capes passa por uma reestruturação, fortalecida como instituição responsável pelo acompanhamento e avaliação dos cursos de pós-graduação stricto sensu brasileiros. Naquele ano, o sistema de pós-graduação ultrapassa a marca dos mil cursos de mestrado e dos 600 de doutorado, envolvendo mais de 60 mil alunos.
Cooperativa de Estudantes de Santa Maria (CESMA) 1978/
- Entidade coletiva
- 1978/
Fundada em junho de 1978 por um grupo de estudantes, no ano de 2018 contava com mais de 40 mil associados. Sua primeira sede foi uma sala no Curso de Agronomia, depois o garajão da UFSM e após construíram um prédio de quatro andares na Rua Professor Braga. Em reunião do Conselho em 02 de setembro de 2017 decidiu abrir o fornecimento aos não associados. Promove e apoia vários projetos culturais, o Cineclube Lanterninha Aurélio, que nasceu junto com a Cooperativa, o Santa Maria Vídeo e Cinema, Cesma in Blues, Feira do Livro de Santa Maria, entre outros.
- Entidade coletiva
- 1961 (criação)
A Secretaria dos Conselhos atende às demandas dos órgãos colegiados da UFSM. O Conselho Universitário (CONSU) é o Colegiado Máximo de deliberação coletiva para assuntos administrativos e de definição da política geral da UFSM. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) é o órgão superior deliberativo e consultivo da UFSM, para todos os assuntos de Ensino, Pesquisa e Extensão. O Conselho de Curadores é o órgão deliberativo responsável pela fiscalização e controle econômico-financeiro da UFSM.
As reuniões desses conselhos são gravadas e posteriormente transcritas e assinadas. A primeira mídia utilizada (até 1995) foi a fita magnética em rolo (516 fitas em poliéster e ferro). Predominam os formatos em ferro LH HiFi LP35 90min., e as fitas de poliéster em carretel 178mm. As fitas estão acondicionadas na embalagem original em papelão ou plástico que estão agrupadas em caixas arquivo de polionda azul, ordenadas cronologicamente, em estantes de aço no arquivo deslizante localizado no subsolo do prédio 47. O forte odor de vinagre, característico da deterioração provocada pela hidrólise (a fita fica deformada e ilegível) é perceptível no acervo, bem como a poeira que impregnou o material acondicionado por muito tempo em local impróprio, antes do recolhimento. Esses sinais indicam a necessidade urgente de uma ação de restauração e preservação dessa documentação, justificando a elaboração de um projeto detalhado das ações específicas a serem executadas.
Posteriormente, no período de 1995 a 2010, foram utilizadas as fitas cassete, que contém o registro em áudio, das reuniões do Conselho de Curadores, CONSU e CEPE. São cerca de 1.550 fitas acondicionadas em embalagem própria, de acrílico, armazenadas em um arquivo de aço de 6 gavetas, na Secretaria dos Conselhos.
Companhia Riograndense de Telecomunicações
- Entidade coletiva
- 1962-02-16/
A Companhia Riograndense de Telecomunicações (CRT) foi criada em 16 de fevereiro de 1962, durante o governo de Leonel Brizola, que cassou as concessões e estatizou a antiga Companhia Telefônica Nacional (na época, uma filial da estadunidense International Telephone and Telegraph), que atuava no estado. Entre os anos de 1972 a 1998, a CRT foi associada ao sistema Telebras.[4] Em 1993, foi considerada pela revista Exame como a melhor empresa de serviços públicos do país. Operava os serviços de telefonia fixa e móvel (com o nome de Celular CRT) em todo o estado do Rio Grande do Sul, exceto nas cidades de Pelotas e Capão do Leão, que eram atendidas pela CTMR. Em 1995, foi privatizada parcialmente e em 1998, foi vendida à Telefónica, durante o governo de Antonio Britto. Em julho de 2000, a Telefónica anunciou a venda da CRT para a Brasil Telecom pelo valor de US$ 800 milhões, sendo incorporada à empresa em dezembro do mesmo ano.[6] Em 2008, a Brasil Telecom foi vendida à Oi.[5] O sistema celular continuou como Telefônica Celular, que em 2003 foi uma das formadoras da Vivo[7].
Comissão Permanente do Vestibular
- Entidade coletiva
- 1978 - ...
Colpo, Danieli Pizzatto, 1988/
- Pessoa
- 1988/03/19
Possui graduação em Engenharia Química pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, (2010). Possui especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho pelo Centro Universitário Franciscano, UNIFRA, (2013). Possui mestrado em Engenharia de Processos pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, (2013). Foi admitida como Assistente em Administração pela Universidade Federal de Santa Maria, atuando na Coordenadoria de Comunicação Social (2015). Atualmente exerce o cargo de Assistente em Administração na Divisão de Almoxarifado Central, DEMAPA, UFSM (2018).