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Registro de autoridade- 1934/
Bacharel em Direito pela Universidade Federal Fluminense (Niterói, Rio de Janeiro) em 1958, formado pela Escola Brasileira de Administração Pública e estudou na Academia Diplomática Brasileira de 1956 a 1957.
Nascido no Rio de Janeiro , Duarte serviu no Serviço Exterior Brasileiro por 48 anos. Foi Embaixador do Brasil em vários países, incluindo Áustria, Croácia, Eslováquia e Eslovênia simultaneamente (1999–2002), China (1996–1999), Canadá (1993–1996) e Nicarágua (1986–1991). Ele também serviu na Suíça (1979–1986), nos Estados Unidos (1970–1974), na Argentina (1963–1966) e em Roma (1961–1963).
Diplomata de carreira, Duarte foi embaixador do Brasil na Nicarágua, Canadá, China, Áustria, Eslováquia, Eslovênia e Croácia. Entre 2007 e 2012 ocupou o cargo de Alto Representante das Nações Unidas para Assuntos de Desarmamento, em Nova Iorque. Também atuou em missões relacionadas à questão do desarmamento, tendo sido assessor das Delegações do Brasil ao Comitê das 18 Nações sobre Desarmamento, em Genebra, e à Primeira Comissão do Desarmamento da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque. Foi presidente da Conferência de Exame do Tratado de Proibição de Armas Nucleares no Fundo do Mar, presidente da Junta de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica e presidente da Conferência de Exame do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares.
Foi presidente da organização não governamental Conferências Pugwash sobre Ciência e Assuntos Internacionais. A organização, que foi fundada em 1957 e recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1995, tem como missão eliminar o uso das armas nucleares e de destruição em massa.
Além disso, foi destacado como representante brasileiro em diversas organizações internacionais, com foco em questões de desarmamento. Em 2005, foi o Presidente da Sétima Conferência de Revisão das Partes do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares de 2005 . De 2000 a 2002, foi Governador do Brasil no Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). De 1999 a 2000, foi presidente do Conselho de Governadores da AIEA. De 1979 a 1986, atuou como Representante Suplente do Brasil no Gabinete do Representante Especial do Brasil para Assuntos de Desarmamento em Genebra . Ele também foi destacado para a Missão Permanente junto às Nações Unidas em Genebra, de 1966 a 1968.
Duartes, Luci Beatriz Zelada, 1959/
- Pessoa
- 1959-01-08
- Pessoa
Possui graduação em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Federal de Santa Maria (1978) e mestrado em Ciência e Tecnologia dos Alimentos pela Universidade Federal de Santa Maria (1993). Foi subchefe do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos do Centro de Ciências Rurais da Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, (1990-1992) e (1996-1998), nomeado presidente da Comissão Examinadora da Seleção Pública na categoria de Prof. Subst. na área de Tecnologia de Origem Vegetal (1998), coordenador do Curso de Farmácia e Bioquímica (2008-2010) e representante junto ao INEP da Universidade Federal de Santa Maria, na rede de instituições públicas federais de Educação Superior (REDE-IPFES), (2014). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de Santa Maria (2018).
Dutra, Tarso de Morais, 1914/1983
- Pessoa
- 1914-05-15/1983-05-05
Filho de Vicente de Paula Dutra e Tarcília Morais Dutra nasceu em Porto Alegre/RS no dia 15/5/1914. Advogado, foi Deputado Federal em vários mandatos; Presidente do Diretório Regional do PSD, no Rio Grande do Sul, 1962. Foi Deputado estadual (1947 a 1950); Senador (1971 a 1978 e 1979 a 1983).
Ministro da Educação e Cultura, 1967-1969; Secretário de Governo, RS; Presidente do Departamento de Serviço Público, RS; Professor, Escola Nacional de Química.
O SEGUNDO HOMEM DA UFSM
O acréscimo de cinco artigos no texto da Lei 3.834-C permitiu que a UFSM fosse criada, em 14 de dezembro de 1960, em solenidade na cidade de Goiânia/GO. O objetivo inicial da lei em questão era criar a Universidade Federal de Goiás, cuja iniciativa partiu do então presidente Juscelino Kubitschek. A inclusão dos artigos que tratavam da UFSM foi iniciativa de um gaúcho dedicado à luta pela interiorização do ensino e pela criação de uma universidade em Santa Maria. Tarso de Moraes Dutra, advogado e político porto-alegrense, pela constante preocupação com a UFSM, tornou-se uma grande personagem na história da instituição.
Ao ver o projeto de lei que tramitava na Câmara dos Deputados, Tarso Dutra, em fins de outubro de 1960, tentou acrescentar uma emenda à Lei 3.834-C, a fim de que também a UFSM fosse criada. O deputado conseguiu acrescentar os artigos referentes a UFSM, mas mesmo assim, manteve-se em silêncio quanto à grande possibilidade que surgia – apenas José Mariano da Rocha Filho foi informado. Inesperadamente, em novembro de 1960, Tarso Dutra chegou à Santa Maria para comunicar as autoridades da Associação Pró Ensino Superior de Santa Maria (ASPES) e das Faculdades locais o êxito na emenda. Um dos presentes nesta reunião era Luiz Gonzaga Isaia, na época diretor da Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas. Ele recorda que a chegada do parlamentar foi uma surpresa, assim como a convocação para a reunião, que aconteceu na Secretaria do Bispado.
Uma das vindas de Tarso Dutra à cidade, datada de julho de 1960, quando a criação da USM ainda era expectativa. Créditos: Departamento de Arquivo Geral da UFSM.
No encontro, Tarso Dutra anunciou a possibilidade existente para a criação da Universidade de Santa Maria (USM), contudo, havia a necessidade de se discutir a viabilidade de reunir as faculdades já instaladas na cidade – a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, a Faculdade de Enfermagem, a Faculdade de Direito e a Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas. A possibilidade encontrada foi a organização da nova universidade em Faculdades Integrantes (Farmácia e Medicina) e Faculdades Agregadas (Filosofia, Direito, Economia e Enfermagem). A espera foi curta, e já em dezembro a solenidade de assinatura da lei foi marcada. Em 18 de dezembro de 1960, enfim, a batalha da ASPES era coroada com um desfecho feliz – a USM estava criada. Após 20 de agosto de 1965, as universidades foram qualificadas, passando a ser chamada Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).
José Mariano da Rocha Filho e Tarso Dutra foram dois grandes nomes na criação e instalação da UFSM. Créditos: Departamento de Arquivo Geral da UFSM.
A presença de Tarso Dutra, todavia, não ficou restrita a este momento. Sua relação com a cidade e com as aspirações locais começaram já na juventude. A família de Tarso Dutra era de Júlio de Castilhos, e ele veio para a cidade estudar. Como lembra o professor Isaia, Tarso Dutra completava o ginásio no Colégio Santa Maria e era colega de Hélios Bernardi, que seria professor do curso de Farmácia e assumiria, em 1973, a Reitoria da UFSM. Mariano da Rocha era mais moço que os dois, cursando séries anteriores. Mesmo assim, o convívio no ambiente escolar gerou proximidade entre Mariano e o parlamentar. Após completarem os anos escolares, ambos foram para a capital estudar. Mariano fez Medicina, enquanto Tarso Dutra optou pelo Direito.
Ao retornar para Santa Maria, em 1938, Mariano da Rocha Filho assume a disciplina de Microbiologia na Faculdade de Farmácia de Santa Maria, e em 1945, é eleito presidente da instituição. Para tentar contornar as dificuldades financeiras que a faculdade enfrentava, Mariano inicia a campanha para incorporar a instituição à Universidade de Porto Alegre (UPA). Nas tratativas pela interiorização, Mariano reencontra o amigo de juventude na Assembléia Legislativa – em 1947, Tarso Dutra era Deputado Estadual pelo Partido Social Democrático (PSD). “Mariano encontrou Tarso na Assembléia, e ele ajudou na incorporação da Faculdade de Farmácia de Santa Maria à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)”, lembra Isaia, que é autor do livro UFSM Memórias.
Tarso Dutra envolveu-se na incorporação à UFRGS da Faculdade de Farmácia, com o apoio desprendido para as ações da ASPES e também com os esforços para a aprovação das Faculdades de Medicina e de Ciências Políticas e Econômicas. A busca por verbas para a UFSM também contava com o apoio do parlamentar, lembrado por Isaia como o “vigilante Tarso”, sempre alerta para as questões locais. Através do parlamentar, por exemplo, a UFSM recebeu verbas para a construção do Centro Politécnico, hoje Centro de Tecnologia. Em agosto de 1959, Tarso Dutra trouxe a primeira de cinco parcelas de um total de 50 milhões de cruzeiros, sendo as demais partes recebidas anualmente. A entrega do cheque para Mariano da Rocha aconteceu na área que seria doada pelas famílias Tonetto e Behr para a construção do campus, que somavam 40 hectares no bairro Camobi.
O então deputado Federal se faz presente no acompanhamento das obras do Instituto Eletrotécnico, primeiro prédio do Centro Politécnico.
A amizade entre Mariano e Tarso Dutra foi importante para a UFSM. “Tarso Dutra era o braço político do professor Mariano”, destaca José Mariano da Rocha Neto, angiologista e filho de Mariano. Mariano da Rocha Neto conheceu o parlamentar em 1962, quando ainda era estudante de Medicina, e lembra que Tarso Dutra era um deputado atuante, especialmente no campo da educação. “A amizade com meu pai era antiga, especialmente porque eles compartilhavam o desejo de interiorizar o Ensino Superior”, lembra ele, que destaca também o apoio sem precedentes de Tarso Dutra para Santa Maria. Mariano da Rocha Neto lembra que quando assumiu a direção do Hospital Universitário, em 1969, Tarso Dutra auxiliou na organização. O parlamentar intervinha na obtenção de materiais e equipamentos, que vinham especialmente da Europa, para a instalação do hospital. A medicina sempre ganhou atenção de Tarso Dutra, já que ele completou cinco anos do curso antes de decidir-se pelo Direito.
“Tarso Dutra era uma pessoa dedicada a Santa Maria, e que auxiliou em outras áreas, não somente no Ensino Superior”, lembra Isaia. A atenção e o zelo para os assuntos da cidade Santa Maria, em especial para a UFSM, garantiram a Tarso Dutra um lugar especial na história da Universidade. Assim que a UFSM foi criada, através da aprovação da Lei 3.834-C, uma série de festejos animou Santa Maria, dentre eles uma homenagem a Tarso Dutra. Souto Maior, deputado federal pelo estado de Pernambuco, destacou em sua fala a atuação ativa do parlamentar para a criação da UFSM.
Durante a formatura da primeira turma de médicos da Faculdade de Medicina de Santa Maria, em janeiro de 1960, novamente Tarso Dutra foi lembrado por Mariano da Rocha Filho, seu amigo de longa data. Em um grande e emocionado discurso, o futuro Reitor da UFSM lembrou-se de várias ações encabeçadas por Tarso Dutra – além do papel fundamental na integralização e na criação de faculdades locais, o parlamentar favoreceu obras como a do Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo e o Hospital de Tisiologia (atual Prédio de Apoio da UFSM). Por isso, nas palavras de Mariano da Rocha Filho, Santa Maria tornou-se a “Princesa Universitária” da época. Palmas prolongadas acompanhavam o discurso de Mariano, que foi seguido por uma fala agradecida de Tarso Dutra. Nela, ele se comprometia a sempre estar disponível para auxiliar Santa Maria, finalizando sua fala com uma promessa à terra que o acolheu: “contarás sempre comigo em tua jornada”.
O Ginásio Didático do Centro de Educação Física e Desportos, cujas obras iniciaram no final da década de 1960, é uma homenagem ao parlamentar. Mariano da Rocha Filho propôs ao Conselho Universitário a denominação “Estádio de Esportes Tarso Dutra”, aprovada sem ressalvas. Na edificação, assim como em placas e diversas homenagens posteriores, registrou-se a presença e dedicação de Tarso Dutra para a construção da UFSM. Independente de questões partidárias e políticas, havia uma comunhão de ideias – o objetivo era construir uma instituição de ensino superior na cidade. O dinamismo de Mariano da Rocha Filho fez com que ele reunisse pessoas engajadas na busca pela criação de uma universidade em Santa Maria. “Tarso Dutra foi o segundo homem dessa lista”, finaliza Isaia, que, não por acaso, fez parte também desse seleto grupo.
Faleceu em 05 de maio de 1983.
- Pessoa
Alexandre Jaques Eisenberg é Professor do Departamento de Música do Centro de Artes e Letral (CAL) da Universidade Federal de Santa Maria desde 2006. Foi maestro da Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM) de 2014 a 2018, junto com Marco Antonio Penna e foi membro do Conselho Consultivo da Associação Cultural da Orquestra Sinfônica de Santa Maria na Gestão 2015-2017.
Natural do Rio de Janeiro, Alexandre Eisenberg vem atuando como flautista solista, camerista e sinfônico nas salas de concerto do país desde 1985, e nos EUA desde 2002. Graduado em flauta transversal pela UFRJ, foi primeiro flautista da Orquestra Amazonas Filarmônica (Manaus), flautista convidado das Orquestras Sinfônica Brasileira, do Theatro Municipal do RJ, Bachiana Brasileira e Indiana University Symphony Orchestra. Estreou diversas obras contemporâneas para flauta, algumas das quais dedicadas a ele. Como regente desenvolveu trabalho junto à Orquestra Jovem de Akko, em Israel. Doutor em composição com especialização em flauta pela Universidade de Indiana (EUA), obteve três prêmios internacionais de composição e suas obras vêm sendo executadas nos EUA, Espanha, Itália, França, Alemanha, República Tcheca, Reino Unido, China, Japão, Brasil e Argentina, e publicadas pelas editoras Schott e Orphée.
Engel, Hulda Carolina Frederica
- Pessoa
- 1883-09-14/1967-08-15
Hulda casou-se em 29 de outubro de 1912, em Hamburgo Velho – RS, com Frederico Adolfo Diefenthaeler, nascido em 29 de dezembro 1881 em Picada Alta, RS e falecido em 24 de Julho 1947 em Porto Alegre, RS. Era esposa de um dos fundadores da Fábrica de Refrigerantes Cyrilla. A Fábrica Cyrilla de Bebidas Ltda. foi inaugurada setembro de 1910 pelo caixeiro viajante Frederico Adolfo Diefenthaler, em sociedade com o químico Ernesto Guilherme Geys.
- Pessoa
- 06/04
Possui graduação em bacharelado em Conservação e Restauro (2012) e mestrado em Memória Social e Patrimônio Cultural (2014) pela Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil. Atualmente é doutoranda do Programa Doutoral em Estudos Culturais - Universidades de Aveiro e do Minho - Portugal (2015-2019). É Formada no Curso Avançado de Audiodescrição pelo Núcleo de Acessibilidade da UFSM (2014) e desde o ano de 2009 desenvolve pesquisas sobre acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência visual em ambientes culturais e de ensino. Atua como colaboradora no Museu Comunitário Treze de Maio de Santa Maria - RS desde o ano de 2003, auxiliando principalmente na elaboração e execução de projetos culturais. É coordenadora do Projeto Assuma Sua Negritude (2005-Atual), que busca divulgar e transmitir o conceito de patrimônio cultural negro-brasileiro através de palestras e manifestações artísticas que tenham como base a temática negra e antirracista, fazendo desta maneira uma homenagem ao Poeta da Consciência Negra: Oliveira Ferreira da Silveira (1941-2009). É idealizadora e integrante do coletivo JuNF - Juventude Negra Feminina de Santa Maria - RS. Compôs, no ano de 2011, a equipe do Museu Afro-Brasileiro MAFRO - Salvador, realizando investigação científica, tratamento de nova coleção a partir da conservação preventiva, documentação e restauração das obras. Integra desde o ano de 2012 a Rede dos Pontos e Iniciativas Comunitárias em Memória e Museologia Social do Rio Grande de Sul, REPIM, RS. É pesquisadora associada e membro do Comitê Científico da ABPN - Associação Brasileira de Pesquisadores (as) Negros (as). Recebeu os seguintes prêmios e títulos: Treze: O Palco da Cultura - O Espetáculo "Assuma Sua Negritude" dirigido por Geanine Escobar, venceu na Categoria Espetáculo Variado (teatro, dança, literatura, música), e - Thetro Treze de Maio de Santa Maria/RS. (2007), 1º lugar - Troféu Jovem Pesquisador - Área de Ciências Humanas, modalidade Pôster no XX Congresso de Iniciação Científica / III Mostra Científica da UFPel., Capes, Fapergs e CNPq. (2011) e Homenagem a qual foi a convidada especial do Mês de Abril, Sopapo Poético - Ponto Negro da Poesia - Porto Alegre/RS. (2014).
- Pessoa
Doutora em Comunicação pelo POSCOM/UFSM (2017), na linha de pesquisa Mídia e Identidades Contemporâneas, com estágio de Doutorado Sanduíche no Programa Doutoral em Estudos Culturais (PDEC), pelas Universidades de Aveiro-Minho, em Portugal (2014), com bolsa CAPES. Coordenadora do NEABI Mocinha - Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas - 55BET Pro Jaguarão. Idealizadora e coordenadora de Atinúké - Grupo de Estudos sobre o Pensamento de Mulheres Negras. Foi Professora Substituta do Curso de Bacharelado em Museologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul -UFRGS (2015-2016). Foi Conselheira da Fundação Cultural Palmares-MinC como representante da academia (2015-2016). É Mestre em Patrimônio Cultural pela UFSM (2010). Especialista em Museologia pelo Centro Universitário Franciscano/UNIFRA (2002). Graduada em Letras pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Imaculada Conceição/FIC (1988). É responsável pelo Projeto Museológico de criação e revitalização do Museu Treze de Maio de Santa Maria, o primeiro museu da cultura afro-brasileira do Estado do RS, atuando como Diretora Técnica no período 2003-2012. Coordenadora Executiva do projeto Portal para os Clubes Sociais Negros do Brasil (2009-2011). Foi agraciada pela Fundação Manneby com o prêmio "Museum Prize Winner 2014", na cidade de Gotemburgo, na Suécia. Membro efetivo da Associação Brasileira de Ecomuseus e Museus Comunitários, a ABREMC. É pesquisadora associada à ABPN - Associação Brasileira de Pesquisadores Negros/as e coordenadora da Área Memória e Patrimônio. Foi Coordenadora do IV COPENE SUL (2019). Foi investigadora voluntária na Agência Irenne de Comunicação e Educação para a Cidadania e Igualdade de Género do PDEC (2014-2016). Membro do Grupo de Pesquisa Estudos Culturais e Audiovisualidades do Curso de Comunicação da UFSM e do Grupo Género em Discussão, do Programa Doutoral em Estudos Culturais da Universidade de Aveiro, em Portugal. Professora Adjunta do Curso de História-Licenciatura da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), 55BET Pro Jaguarão em 2020.
- Entidade coletiva
- 1961-01-24/1962
Foi criada em 24 de janeiro de 1961 com denominação de Escola Agrotécnica de Santa Maria, subordinada à Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinária. Em 1962, altera-se a organização do Colégio, quando o curso colegial passa a funcionar no Centro Agrotécnico de Santa Maria. Em 1968, a administração da entidade é transferida para a Universidade Federal de Santa Maria, e seu nome muda novamente, passando então a ser Colégio Agrícola de Santa Maria. Em 2006, passou a ser Colégio Politécnico, nome que carrega atualmente.
Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Sargentos da Brigada Militar de Santa Maria (ESFAS)
- Entidade coletiva
Em janeiro de 1969, após ordem do Comandante Geral da Brigada Militar, à época, Coronel Iriovaldo Maciel de Vargas, foi publicado em Boletim Geral uma resolução que determinava a criação da Escola de Formação de Graduados da Brigada Militar (EsFG), em Santa Maria.
No dia 13 de maio de 1970, através do Dec. 20.277 do Exmº Sr Governador Cel Walter Perachi Barcellos, foi criada a Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Graduados (EsFAG).
Quatro anos depois, a EsFAG passa a denominar-se EsFAS – Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Sargentos. Além de promover a formação e o aperfeiçoamento dos policiais militares da Brigada Militar, a Escola também acolhia alunos de diversas polícias militares do Brasil. Pela qualidade do ensino oferecido, se tornou reconhecida nacionalmente.
Em 2000, recebeu a denominação de Escola Técnica de Polícia Militar (ETPM).
Em 2010 através do Dec. 47.165/10 de 07 de abril, retorna a denominação de EsFAS, anseio de seus integrantes e de todos que conheciam sua trajetória como unidade de ensino.
Em 2014, na comemoração de 44 anos, era comandada pelo Tenente Coronel Gedeon Pinto da Silva.