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Registro de autoridade- Pessoa
- Pessoa
- 1922/2003
Mário Machado de Lemos nasceu em Penedo (AL) no ano de 1922. Diplomou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia. Em 1951 prestou concurso para o Ministério da Educação e Saúde — do qual foi desmembrado dois anos depois o Ministério da Saúde —, onde viria a exercer cargos de direção no campo da saúde pública nas esferas estadual, federal e internacional. Funcionário da Organização Mundial de Saúde (OMS), agência filiada ao sistema das Nações Unidas com sede em Genebra, na Suíça, foi chefe da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em diversos países da América Latina, tendo supervisionado no Chile 32 projetos relacionados a problemas de saúde pública, educação médica e investigações científicas. Foi também representante da OPAS junto à III Conferência de Desenvolvimento da Comunidade, reunida em 1969. Ministrou ainda dezenas de cursos no Brasil e no exterior, incluindo os de pós-graduação em saúde pública, epidemiologia, bioestatística, tuberculose, lepra, planificação de saúde e pediatria clínica e social, além de cursos de formação e capacitação de pessoal. Secretário de Saúde do estado de São Paulo nos governos Laudo Natel (1966-1967 e 1971-1975), em junho de 1972 foi empossado ministro da Saúde do governo Emílio Garrastazu Médici (1969-1974), em substituição a Francisco de Paula Rocha Lagoa, que se demitira em virtude de sindicâncias efetuadas pelo Tribunal de Contas da União, segundo as quais estariam ocorrendo em sua gestão irregularidades financeiras. Permaneceu no cargo até o fim do governo Médici, em 15 de março de 1974. Faleceu em 4 de Março de 2003.
- Pessoa
Possui Graduação em Educação Física - Licenciatura - pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul-UFRGS (1969); Especialização em Educação Física: Técnicas Esportivas (1984) e Mestrado em Educação Física: Ciência do Movimento Humano (1988) pela Universidade Federal de Santa Maria-UFSM. Foi admitido como professor do Magistério Superior pela UFSM (1983) e aposentou-se no começo de 2007 e, a seguir, trabalhou na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul-UERGS, como professor temporário, até abril de 2008. Durante a carreira acadêmica na UFSM, trabalhou em Pedagogia concomitantemente com a Educação Física, tendo sido, inclusive coordenador daquele curso. Atuou como Presidente da Comissão de Ensino e Extensão do Conselho do Centro de Educação (1991-1993) e como Presidente da Comissão Interdisciplinar de Estudos para as Séries Iniciais do 1º Grau - CIESI (1995-1997) pela UFSM. Recebeu os seguintes prêmios e títulos: Membro Efetivo do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte, CBCE, (1970) e Título de Cidadania pelos relevantes serviços prestados a São Julião e a seu povo, Câmara Municipal de São Julião - Piaui (2003). Atualmente exerce o cargo de pessoal voluntário na Pró-Reitoria de Graduação - PROGRAD da UFSM (2018).
Legião Brasileira de Assistência (LBA)
- Entidade coletiva
A Legião Brasileira de Assistência (LBA) foi um órgão assistencial público brasileiro, fundado em 28 de agosto de 1942, pela então primeira-dama Darcy Vargas, com o objetivo de ajudar as famílias dos soldados enviados à Segunda Guerra Mundial, contando com o apoio da Federação das Associações Comerciais e da Confederação Nacional da Indústria.
Em 5 de setembro do mesmo ano, os seus estatutos foram registrados no 6º Oficio de Registro Especial de Títulos e Documentos do Rio de Janeiro, como uma sociedade civil. Pela Portaria nº 6.013, de 1º de outubro de 1942, do Ministro da Justiça e Negócios Interiores foi autorizado a sua organização definitiva e o seu funcionamento. Sua instalação se deu em 2 de outubro daquele mesmo ano.
No ano de 1944, foi construída a sede da organização, no Rio de Janeiro, um prédio de nove pavimentos, dividido em dois blocos, batizado com o nome de sua fundadora, Edifício Darcy Vargas. Com o final da guerra, se tornou um órgão de assistência as famílias necessitadas em geral. A LBA era presidida pelas primeiras-damas.
Através do Decreto-lei nº 593, de 27 de maio de 1969, transforma a sociedade civil em fundação, como o nome de Fundação Legião Brasileira de Assistência, mantendo a mesma sigla LBA, vinculado ao Ministério do Trabalho e Previdência Social.
Através da Lei nº 6.439, de 1º de setembro de 1977, fica vinculado ao Ministério da Previdência e Assistência Social. Pelo art. 252 do Decreto nº 99.244, de 10 de maio de 1990, passa a ser vinculado ao Ministério da Ação Social.
Em 1991, sob a gestão de Rosane Collor, foram feitas diversas denúncias de esquemas de desvios de verbas da LBA, como uma compra fraudulenta de 1,6 milhão de quilos de leite em pó. A LBA foi extinta através do art. 19, inciso I, da Medida Provisória nº 813, de 1º de janeiro de 1995, publicada no primeiro dia em que assumiu o governo o Presidente Fernando Henrique Cardoso. Na época da sua extinção estava vinculado ao Ministério do Bem-Estar do Menor.
- Pessoa
- 1980-02-20
Possui graduação em Zootecnia pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM (2002), graduação em Licenciatura plena em Zootecnia pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, UNIJUI (2008), mestrado (2005) e doutorado (2008), ambas pela UFSM em Zootecnia. Foi admitido como professor do Magistério Superior pela UFSM (2009), onde já atuou como Vice-Presidente da Comissão de ensino, pesquisa e extensão - CEPEX (2009-2010), Chefe do Departamento de Zootecnia/UFSM/CESNORS (2010), Representante do 55BET Pro Palmeira das Missões no conselho editorial - Editora UFSM (2013-2014), Vice-Diretor CESNORS/UFSM (2012-2015), Diretor Pró-tempore 55BET Pro Palmeira das Missões (2015-2016), Coordenador do acordo de Cooperação Internacional Universidade Federal de Santa Maria/Szent Istvan University (Hungria) (2015) e Diretor 55BET Pro Palmeira das Missões (2016-2020).
- Pessoa
- 1995/
Dida é fromada em Música e Educação na UFSM, e foi revelada nacionalmente pelo reality show The Voice Brasil, promovido pela Rede Globo em 2021. Possui uma longa trajetória de participações com a OSSM, em 2018 foi a Roxie Hart do musical “Chicago”, representado por grande elenco de atores e bailarinos, juntamente com a Banda Sinfônica da UFSM. Em 2019, foi a noiva Susanna da ópera “As Bodas de Fígaro”, encenada no Teatro do CC da UFSM. Em 2020, gravou a canção “Melodia Sentimental”, de Villa-Lobos e em 2021, abriu a temporada oficial, no “Concerto para Uma Só Voz”, com a ária Ombra mai fù, de Handel, entre outras melodias do século XVIII.