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Registro de autoridade

Instituto de Educação Olavo Bilac, 1901/

  • Entidade coletiva
  • 1901/

A história do Instituto Estadual de Educação Olavo Bilac (IEEOB) iniciou em 1901, há 110 anos atrás quando o então governador estadual, Borges de Medeiros, fundou o Colégio Distrital em Santa Maria, começando a funcionar em setembro do mesmo ano com três professores e 190 alunos. Cinco anos depois, o Colégio Distrital transformou-se em Escola Complementar, formando professores primários, e, no ano de 1910, as Escolas Complementares tornaram-se Colégio Elementares, contando apenas com ensino primário. Já no ano de 1916, houve criação do curso noturno destinado à alfabetização gratuita de adultos.

Admar Pozzobom enfatizou que a “Era Vargas” foi divisor de águas na história do país e também da instituição, pois, em 1932, aconteceu a formação da primeira turma de professores e, no ano de 1938, inauguração do prédio central com a denominação de denominada Olavo Bilac, em homenagem ao escritor brasileiro. Anos mais tarde, em 1962, quando Adelmo Simas Genro foi diretor do estabelecimento de ensino, o nome mudou para Instituto de Educação Olavo Bilac.
Atualmente, o Instituto Estadual de Educação Olavo Bilac (IEEOB) é uma das poucas escolas que oferecem o curso Normal em nível médio e pós-médio, além de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos (EJA), Classe Especial e Ensino Médio Regular.

Localizado na rua Conde de Porto Alegre, 655 em Santa Maria.

<b>Fonte Consultada:</b>
Câmara de Vereadores de Santa Maria. Instituto de Educação Olavo Bilac recebe homenagem do Legislativo. Disponível em: < http://www.camara-sm.rs.gov.br/2010/?conteudo=noticia&id=675>. Acesso em 05 out. 2011.

<b>Pesquisa realizada por:</b>
Fabiana Fontana

Instituto de Bromatologia

  • Entidade coletiva
  • 1965-05/

O Instituto de Bromatologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) foi instalado em maio de 1965. Teve como seu primeiro Diretor o Prof. Dr. Cyro Melo Schmitz. Sua finalidade era difundir os conhecimentos de Bromatologia nos cursos normais de formação, executar e publicar trabalhos de pesquisas pertinentes aos setores da área e manter intercambio cientifico com instituições congêneres nacionais e estrangeiras.

Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER - ASCAR)

  • Entidade coletiva
  • 1955-06-02/

Fundada em 1955 para orientar o pequeno agricultor a acessar crédito supervisionado para desenvolver a agricultura e o bem-estar da sua família, teve como protagonista o diretor do Banco Agrícola Mercantil S.A., Kurt Weissheimer, também presidente da Ascar. A primeira turma, com 28 extensionistas rurais, continha 15 mulheres da área de bem-estar e 13 homens da área agronômica. O grupo fez o “pré-serviço” (treinamento) na Fazenda Ipanema, em São Paulo. De volta ao Rio Grande do Sul, os extensionistas da Ascar colocaram em prática um dos mais tradicionais métodos de Extensão Rural, a visita às propriedades rurais. No dia 14 de março de 1977 era criada, no Rio Grande do Sul, a Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS), que se somou à Ascar. Unidas, a Emater/RS e a Ascar passaram a revigorar e a integrar o Sistema Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural, sob a coordenação nacional da então Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão Rural (Embrater), com a missão de promover o desenvolvimento técnico-social. No mês seguinte, no dia 30 de abril de 1977, tomou posse a primeira diretoria da Emater/RS, composta pelos engenheiros agrônomos Rodolpho Tácito Ferreira, no cargo de presidente; José Inácio Pereira da Silva, diretor técnico; e Edmundo Henrique Schmitz, diretor administrativo. Na década de 1990, com a extinção da Embrater, a Emater/RS-Ascar passa a se relacionar com a Secretaria Estadual de Agricultura e, por meio de convênio, começa a executar a política oficial de Aters do RS. Começava assim uma nova etapa da Extensão Rural, com recursos provenientes de convênio com os municípios, Estado e a União. Juntas, a Emater/RS-Ascar executa as principais ações, programas e políticas públicas, por meio de convênios com a União, Estado e municípios gaúchos. Na trajetória de 66 anos, a Instituição tornou-se referência no uso de metodologias de comunicação e de Assistência Técnica e Extensão Rural e Social (Aters), e em 2021 estava vinculada à Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).

Instituto da Fala

  • Entidade coletiva
  • 1962/1970

Na década de 1960, o médico otorrinolaringologista e professor da Universidade Federal de Santa Maria Reinaldo Fernando Coser colaborou na abertura do Instituto da Fala na UFSM, que se destinava ao desenvolvimento do ensino, à pesquisa e à extensão na área da audição, fala e linguagem. O instituto foi instalado junto à Casa de Saúde em 1962 em no ano de 1966 foi transferido para a ala psiquiátrica do Hospital Universitário.

Imprensa Universitária, 1962/

  • Entidade coletiva
  • 1970/

A Imprensa Universitária foi instituída pelo Estatuto da UFSM/62 com a denominação de Gráfica Universitária. Em 1966, a Associação Santa-mariense Pró-Ensino Superior (ASPES), importou da Alemanha as primeiras máquinas de impressão. A gráfica foi construída do lado oeste da cidade universitária, no primeiro pavilhão com cobertura em semi-arco, onde operou por muitos anos. Possuía um moderno laboratório de fotolitografia, o mais usado pelos estudantes dos cursos de Artes Plásticas e Comunicação Social. Operava com máquinas Offset Poli Graf. P24, Guilhotina Eletrônica e Impressora Poligrafh. Pelo Estatuto da UFSM/70 sua denominação foi alterada para Imprensa Universitária. O relatório de atividades da UFSM de 1970 registrava uma equipe de funcionários constituída de 1 supervisor, 6 tipógrafos, 2 trabalhadores e 2 linotipistas os quais executaram 844 solicitações de serviços de impressão. Em 1971 a sua denominação foi alterada para Imprensa Universitária e foi transferida para o prédio seis da universidade, ao lado do Colégio Técnico Industrial - CTISM, onde funciona até hoje. A partir deste ano as solicitações dobraram, envolvendo diversas formas de serviços: papéis timbrados, certificados, diplomas, atestados, fichas, formulários, convites de formatura, revistas e boletins. Em 21 de setembro de 1973 foi inaugurada a atual sede. Em 1978 foi absorvida pelo Departamento de Divulgação - DEDI, Resolução n. 017/78 e pela resolução n. 025/87 é vinculada a Reitoria sob a supervisão administrativa da PRA. A Imprensa Universitária é transformada em órgão suplementar central da Reitoria, de acordo com o Regimento Geral da UFSM/88, subordinada à Pró-Reitoria de Administração/PRA.

Ilha, Silomar, 1985/

  • Pessoa
  • 1985-06-11

Possui curso técnico/profissionalizante de Auxiliar de Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM (2005), curso técnico/profissionalizante em Técnico em Enfermagem pelo Colégio Nossa Senhora de Fátima, CNSF (2006), graduação em Enfermagem pela Universidade Franciscana, UFN (2011), especialização em Urgência, Emergência e Trauma pela Faculdades de Ciências Sociais Aplicadas, FACISA/CELER (2012), especialização em Gerontologia e Saúde Mental Universidade Candido Mendes, UCAM (2015), mestrado (2013) e doutorado (2016), ambos em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio Grande, FURG. Atualmente é Professor adjunto I da UFN, docente da Pós-Graduação Lato Sensu: especialização em Terapia Intensiva, com ênfase em Oncologia e Controle de Infecção Hospitalar e da especialização em Gerontologia e políticas Públicas, da UFN, Coordenador do Programa de Residência Profissional em Enfermagem em Urgência/Trauma, Coordenador adjunto da Comissão de Residência Multiprofissional em Saúde (COREMU), membro Suplente do Colegiado do curso de Graduação em Enfermagem, da UFN, Vice-Presidente da Associação Brasileira de Enfermagem, núcleo Santa Maria (ABEn-SM) e Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisas em Empreendedorismo Social da Enfermagem e Saúde (GEPESES) da UFN e do Grupo de Estudo e Pesquisa em Gerontogeriatria; Enfermagem/Saúde e Educação (GEP-GERON) da Universidade Federal do Rio Grande (2018).

Ilha, Rita Medianeira

  • Pessoa
  • 06-27

Possui graduação em Arquivologia (1986) e especialização em CPG em Gestão em Arquivos (2009), ambas pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Atuou como Arquivista no Arquivo Público do Estado do RS (1987-1990). Foi admitida como Arquivista pela UFSM (1990). Atualmente é diretora do Departamento de Arquivo Geral da UFSM (2018).

IEPE - Instituto de Estudos e Pesquisas Econômicas

  • Entidade coletiva
  • 1957-09-26/

Fundado em 26/09/1957. Órgão vinculado à Faculdade de Economia. O instituto funcionava junto à Faculdade de Direito e a de Ciências Econômicas e começou vinculado as faculdades particulares, mas posteriormente passou para a UFSM. Junto ao IEPE funcionaram provisoriamente as primeiras atividades dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da Universidade.

Huberty, Daniela Silva

  • Pessoa

Possui graduação em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, (2014). Foi bolsista CAPES do Programa de Educação Tutorial dos Cursos de Comunicação Social da UFSM (PET Comunicação Social), vinculado à Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (SESu/MEC), no qual participou de atividades de ensino, pesquisa e extensão (2013). Recebeu os prêmios e títulos de "Concurso Jornalista por Um Dia com a reportagem Dias de muita tristeza na Rússia, Jornal Zero Hora." (2001), "Vencedora da XIV Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação. Modalidade: Produção em jornalismo informativo - Notícia, Reportagem, Entrevista (avulso apresentado em qualquer suporte), Congresso de Ciências da Comunicação da Região Sul." (2012) e "Certificado de Mérito pela apresentação e participação no 4° Fórum do Movimento Tratado Cidadão com o trabalho Ecolândia - O mundo onde a gente vive, Tratado Cidadão." (2013). Atualmente é mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação Midiática, na linha de pesquisa Mídias e Identidades Contemporâneas, da Universidade Federal de Santa Maria (2018).

Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), 1954/

  • Entidade coletiva
  • 1954/

O Hospital Universitário teve sua origem no ano de 1954 com a autorização do Diretor Estadual de Saúde para a construção do Hospital de Alienados. Em 28/12/1964 a ASPES doou à USM o Hospital de Tisiologia ou Hospital Regional de Tuberculose e o Hospital de Alienados (atual Hospital Psiquiátrico).

Em 1970 foi criado o Departamento de Administração Hospitalar/DAH, responsável pela administração do Hospital Universitário - Setor Centro, Setor Cidade Universitária, Setor Psiquiátrico e Hospital de Clínicas Veterinárias, incluindo o Biotério, de acordo com o Estatuto da UFSM/70 aprovado pelo Parecer n. 465/71-CFE, e pelo Regimento Interno da UFSM/72.

A Resolução n. 089/80 altera a denominação do Departamento de Administração Hospitalar para Hospital Universitário/HUSM, alterando sua estrutura interna. O HUSM passa a ser Órgão Suplementar Central, vinculado diretamente à Reitoria de acordo com a Resolução n. 03/94, de 30/03/94, aprovado pelo Parecer n. 05/94 - CONSU.

No início da obra do Hospital Universitário no campus, em fevereiro de 1970, a previsão de área total era 21.360 m², com capacidade para 450 leitos, possuindo sete pavimentos com oito salas de cirurgia. Situado no Centro Médico, junto à Avenida Principal da Cidade Universitária, foi inaugurado no dia 06 de outubro de 1982.

Atualmente o Hospital Universitário de Santa Maria serve como base de atendimento primário dos bairros que o cercam; para o atendimento secundário à população no município-sede e para o atendimento terciário da região centro e fronteira gaúcha. Tem sido referenciado até fora do Estado pela alta complexidade no tratamento de oncologia, incluindo transplantes de medula óssea. O hospital se constitui em centro de ensino e pesquisa no âmbito das ciências da saúde, centro de programação e manutenção de ações voltadas à saúde das comunidades local e regional, desenvolve programas específicos à comunidade devidamente integrado à rede regional de saúde. Também presta serviços assistenciais em todas as especialidades médicas, e serve de treinamento para alunos de graduação e pós-graduação em Medicina, Residência Médica, e de graduação em Farmácia, Fonoaudiologia, Fisioterapia e Enfermagem.
Em 2002, foi inaugurado o Pronto-Socorro Regional, aumentando sua capacidade para quarenta leitos, preenchendo, dessa forma, importante lacuna na assistência terciária, no ensino e educação permanente dos profissionais da rede do SUS, além de oportunizar linhas de pesquisa.

<b>Fonte Consultada:</b>
Fundos documentais UFSM. Disponível em:< http://w3.55bet-pro.com/dag/index.php?p=7&f=x>.
Acesso em 14 out. 2011

UFSM, Universidade Federal de Santa Maria. Relatório 1970, p. 177 - 178.

UFSM, Universidade Federal de Santa Maria. Relatório 1970, p. 182 – 183.

UFSM. Breve Histórico da Instituição.
Disponível em: http://sucuri.55bet-pro.com/_outros/historico_index.php>. Acesso em 05 out. 2011.

<b>Pesquisa realizada por:</b>
Fabiana Fagundes Fontana em 25 ago. 2011, 14 out. 2011

Hospital Universitário Centro - HUSC

  • Entidade coletiva
  • 1959/1982

A necessidade de um Hospital Escola surgiu com a criação do Curso de Medicina, em 1954. Também nos anos 50, uma equipe do Serviço Nacional de Combate à Tuberculose visitou Santa Maria e constatou um alto índice de tuberculosos na região, a partir disso o jornalista Bicca Larré realiza oito reportagens no jornal A Razão sobre o tema e, segundo o autor, são essas reportagens que embasam a campanha para a construção de um hospital especializado no combate à doença. O deputado Fernando Ferrari é um dos líderes dessa campanha, na Câmara Federal, e o jornal A Razão, em Santa Maria, ocupa a liderança local. Em 1959 inicia a construção do que seria o Hospital Regional de Tisiologia, mas, logo depois, as obras passam para o controle da recém criada UFSM. Por intermédio da lei 3958/61, a UFSM obteve autorização para executar as obras do Hospital Regional de Tuberculose, que se iniciaram em 1959. Então, foi criado o Hospital Universitário Setor Centro (HUSC) que surgiu de uma estrutura (fase inicial) de construção localizada em um terreno cedido pelo Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo (HCAA) abandonada por anos devido à falta de déficit de recursos financeiros. A obra era do Estado e foi financiada pelo Serviço Nacional de Combate à Tuberculose, já que se destinava à instalação do Hospital Regional de Tisiologia.
Em 1962, o Ministério da Saúde cede o local e a obra para o Ministério da Educação e a UFSM fica encarregada da finalização e uso do hospital. Com o aproveitamento da área construída e com as adaptações realizadas, ela serviria de Hospital Escola aos alunos da Faculdade de Medicina. Nesse período, essas instituições tinham como objetivos principais o ensino e a pesquisa clínica. A Universidade retoma as obras, realiza adaptações no projeto, adequando-o às funções de hospital universitário e o inaugura em 1969 com o nome de Hospital de Tisiologia-Tórax.
A inauguração aconteceu no ano de 1970, contando o prédio com oito pavimentos e capacidade para 120 leitos, funcionando os serviços do Departamento de Administração Hospitalar, Serviços Técnicos, Serviços Complementares de Diagnóstico e Tratamento, Departamento de Clínica Médica; Departamento de Clínica Cirúrgica e Departamento de Pediatria.
Ele funcionou até 1982 no centro de Santa Maria, quando a distância dos departamentos de ensino da UFSM – localizados no campus em Camobi –, a grande demanda de atendimento e o reduzido espaço foram superados com inauguração do HUSM.

Hospital Veterinário Universitário da UFSM (HVU)

  • Entidade coletiva
  • 1973/

Em 1971, a descrição do projeto previa a construção do conjunto que formariam o Hospital Veterinário, localizado fora da zona urbana da Cidade Universitária e era composto de vários blocos independentes em um único pavimento com estruturas mistas de concreto e alvenaria. Os blocos são os seguintes: Bloco 01: Administração; Bloco 02: Pequenos animais; Bloco 03: Bovinos e Bloco 06: Necrotério.

<b>Fonte Consultada:</b>
UFSM, Universidade Federal de Santa Maria. Relatório 71. Santa Maria, 1971. p. 201.

<b>Pesquisa realizada por </b>
Fabiana Fontana.

Horz, Vagner

  • Pessoa
  • 03-01

Possui graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM (2015) e especialização em Gestão Estratégica de Pessoas pela Universidade Franciscana, UFN (2017). Foi participante (Rondonista) no Projeto RONDON - "Operação Portal da Amazônia" (2014). Atualmente é mestrando no Programa de Pós-Graduação em Contabilidade pela Universidade Federal do Rio Grande, FURG (2018).

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