Mostrar 4711 resultados

Registro de autoridade

Frei Gill

Fraquelli, Antônio Carlos

  • Pessoa

Antônio Carlos Fraquelli foi economista e professor no Departamento de Administração Central. Freqüentou bolsa de estudos na Fundação Calcuste Gulbekian em Portugal de 25 de novembro de 1968 a 25 de abril de 1969.

Franzen, Dilma

  • Pessoa
  • 12-11

Atua na empresa Dominium Centro de Beleza (2018).

Franzen, Celso Augusto Fontoura

  • Pessoa

Atualmente é sonoplasta no Núcleo Rádio Universidade da Coordenadoria de Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), onde foi admitido em 1983 (2018). Foi diretor do Núcleo Rádio Universidade da Coordenadoria de Comunicação da UFSM nos períodos de 2004 a 2011 e de 2012 a 2013.

Frantz, Bernardo Corso

  • Pessoa
  • 30/05

É formado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Santa Maria (2013). Possui mestrado no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Santa Maria (2016).

Fortes, Leonardo Nasr

  • Pessoa

Membro da banda santa-mariense Lugh (2018).

Fortes, Breno Borges (Gal.)

  • Pessoa
  • 1908-02-26/1982-12-19

Nasceu em São Gabriel (RS) filho do general João Borges Fortes e de Maria Manuela Ferraz Borges Fortes. Foi casado com Iolanda Correia Borges Fortes, com quem teve três filhos. Transferindo-se para o Rio de Janeiro, então Distrito Federal, estudou no Colégio Militar dessa cidade e em abril de 1926 sentou praça, ingressando na Escola Militar do Realengo, de onde saiu aspirante-a-oficial da arma de artilharia em janeiro de 1929. Em julho deste último ano foi promovido a segundo-tenente, chegando a primeiro-tenente em fevereiro de 1931 e a capitão em maio de 1937. Em 1941 integrou a primeira turma de oficiais brasileiros enviada aos Estados Unidos para estudar na Field Artillery School, em Fort Still. Regressando ao Brasil, recebeu em junho de 1943 a patente de major, tornando-se tenente-coronel em junho de 1951 e coronel em março de 1955. Em julho de 1964, após a vitória do movimento político-militar de março desse ano que depôs o presidente João Goulart, foi promovido a general-de-brigada, passando a general-de-divisão em novembro de 1966. Chegando ao posto de general-de-exército em novembro de 1969, foi designado vice-chefe do Estado-Maior do Exército (EME). Ainda nesse mesmo mês passou a comandar o III Exército, sediado em Porto Alegre, em substituição ao general Emílio Garrastazu Médici, que se licenciou para assumir a presidência da República. No exercício desse comando destacou-se por seus pronunciamentos contra o comunismo. Em maio de 1972 deixou o III Exército e assumiu a chefia do EME, sucedendo ao general Alfredo Souto Malan. Em novembro do ano seguinte passou para a reserva, e em dezembro deixou a chefia do EME, sendo substituído interinamente pelo general-de-divisão Dilermando Gomes Monteiro até a posse do general-de-exército Vicente de Paula Dale Coutinho. Em maio de 1974 foi eleito presidente da Indústria de Celulose Borregaard em Porto Alegre. Foi presidente do conselho de administração da Rio Grande Companhia de Celulose do Sul (Riocell), cargo que exerceu até maio de 1982. Ao longo de sua carreira militar ligou-se ainda à área do ensino, tendo sido instrutor e professor da Escola Militar Provisória, destinada aos oficiais anistiados em 1930, do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR) do Rio de Janeiro, da Escola Militar do Realengo e da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), entre outras. Faleceu em Porto Alegre.

Forno, Gédson Mario Borges Dal

  • Pessoa

Possui graduação em Engenharia Civil (1977), especialização em Sistemas de Computação (1989), mestrado em Engenharia de Produção (2007) e doutorado em Administração (2017) pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM. Foi admitido como professor do Magistério Superior (1978) e, atualmente, continua no cargo, é vice-diretor do departamento de Computação Aplicada, do Centro de Tecnologia e coordenador do Curso de Especialização em Mídias na Educação - EAD, da UFSM (2018). Foi chefe do departamento de Eletrônica e Computação (1997-2007) e coordenador adjunto do Curso Livre de Formação Superior em Informática (1991) na UFSM.

Forgiarini, Adi

  • Pessoa
  • /2003

Adir Forgiarini era engenheiro civil.
Foi vereador da Arena, do PDS e do PPB, todas siglas que antecederam o atual PP, e tinha como sua principal base eleitoral o Bairro Dores.
Foi eleito para quatro legislaturas na Câmara de Vereadores de Santa Maria.
Presidiu a Câmara duas vezes, em 1974 e 1993.
O ex-vereador dá nome a uma rua do Bairro Pinheiro Machado, na região Oeste de Santa Maria

Fontoura, Lisandra Manzoni

  • Pessoa
  • 03/12

Possui graduação em Informática pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM (1997), doutorado em Ciência da Computação (2006) e mestrado em Computação (2001), ambos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS. Foi admitida como professora do Magistério Superior pela UFSM (2009) e, atualmente, continua no cargo e é professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Informática e participa do Grupo de Pesquisa em Computação e no Grupo de Pesquisa em Gestão e Tecnologia em Segurança da Informação.(2018). Atuou também como Chefe do Departamento de Computação Aplicada do Centro de Tecnologia da UFSM (2013-2015). Foi nomeada como Chefe do Departamento de Computação do Centro de Tecnologia nos impedimentos legais ou eventuais do titular (2017-2019). Recebeu os seguintes prêmios e títulos "Melhor Artigo da Conferência, Conferência Sul-Americana em Ciência e Tecnologia aplicada ao Governo Eletrônico-CONeGOV" (2009) e "Amigo do Centro de Adestramento e Avaliação Sul, Exército Brasileiro - CAA Sul." (2017).

Fontana, Attilio Francisco Xavier, 1900/1989

  • Pessoa
  • 1900-08-07/1989-03-15

As vitórias de Attílio Fontana e o sucesso empresarial que ele alcançou após fundar a Sadia escondem uma trajetória marcada por muitas dificuldades e uma impressionante perseverança. Antes de vencer com a Sadia, ele perdeu o pai aos 21 anos, faliu como comerciante e ficou viúvo. Nascido no município de Silveira Martins no Rio Grande do Sul, filho de Romano Fontana e de Theresa Dalle Rive Fontana. Avô de Luiz Fernando Furlan.
O empresário só chegou em Concórdia em 1942 e criou a Sadia, a partir de uma fábrica de farinha e um frigorífico em construção, dois anos mais tarde. Em 15 de março de 1989, quando faleceu, Attilio Fontana havia transformado um pouco atraente investimento numa das maiores agroindústrias da América Latina.
Depois de 1944, a vida de Attilio Fontana mudou de forma impressionante. Somou-se ao sucesso empresarial a carreira política. Foi prefeito de Concórdia (1951-1954), deputado federal (1955-1959 e 1959-1963), secretário estadual da Agricultura, senador e vice-governador. Sob seu comando, a Sadia não parou de crescer. No livro "História da Minha Vida", publicado em 1980 e escrito pelo próprio Attilio, fica claro que boa parte do sucesso do empresário se deve ao seu senso de oportunidade. Ele estudou só até o terceiro ano do primário.
Na justificava para colocá-lo entre os 20 maiores empresários do século 20 no Brasil, a revista "Exame" chamou Attilio de "obstinado". E o rótulo lhe cai bem. Contra todas as indicações da época, ele preferiu construir uma indústria no interior, longe dos incentivos do governo e do trigo que chegava abundantemente nos portos do litoral. Depois, decidiu manufaturar a carne que comprava dos produtores rurais e levá-la até os consumidores de avião. Tudo isso na época em que o carro de boi ainda era o meio de transporte predominante no interior de Santa Catarina.

Fonseca, Áurea Evelise dos Santos

  • Pessoa

Foi diretora da Rádio Universidade 800 AM de 24 de dezembro de 1993 a 22 de dezembro de 1997.

Resultados 3101 a 3150 de 4711