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Registro de autoridade

Pozzobom, Jorge Cladistone, 1970/

  • Pessoa
  • 1970/05/30

Possui graduação em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria (2000). Foi eleito a vereador (2004) e a deputado estadual (2010)/(2014), também foi secretário de Yeda (PSDB) para assuntos na região (2011) e secretário de município de Cezar Schirmer (PMDB). Atualmente é Prefeito de Santa Maria, sendo eleito no ano de 2016 (2018).

Pradebon, Daiane Regina Segabinazzi

  • Pessoa

Possui graduação em arquivologia (2013) e mestrado em Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural (2016), ambos pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM. Atualmente é arquivista no Departamento de Arquivo em Geral (DAG) na Divisão de Apoio Técnico aos Arquivos Setoriais (2018). Membro da Comissão de Estudos da Gestão de Documentos Arquivísticos Institucionais - Gedai/UFSM (2014-2015). Membro dos grupos de pesquisas CNPq Gestão Eletrônica de Documentos Arquivísticos - GED(A)/UFSM e Patrimônio Documental Arquivístico (2014-Atual).

Prato, Sergio

  • Pessoa

Foi diretor comercial da RBS TV de Porto Alegre e região de 1986 a 2013.

Prefeitura Municipal de São Vicente do Sul

  • Entidade coletiva
  • 1944/

O povoado foi primeiramente denominado de São Vicente, pelos jesuítas, devido à imagem de São Vicente Ferrer, padroeiro da estância jesuítica, trazida por eles, hoje na Igreja Matriz. Em 1944, por interesses políticos , passou a denominar-se General Vargas, em homenagem a Manoel do Nascimento Vargas, pai do presidente da República Getúlio Vargas. Em 1969, voltou chamar-se São Vicente e para distingui-lo do seu nome onomástico de São Paulo, São Vicente do Sul.

Prevedello, Carine Felkl

  • Pessoa

Possui graduação em Comunicação Social Habilitação Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM (1999), especialização em Direitos Humanos pela Faculdade CESUSC, CESUSC (2004), mestrado em Comunicação pela UFSM (2008) e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, UNISINOS (2013). Atualmente é Diretora da Coordenadoria de Comunicação Social da UFSM, onde foi admitida em 2008 (2018). Também dirigiu o projeto de criação, estruturação técnica e identidade sonora da UniFM 107.9 (nova rádio da UFSM). Membro dos Grupos de Pesquisa Estudos de Jornalismo (UFSM/ 2006-2008) e Comunicação, Economia Política e Sociedade (Cepos - atual).

Primavesi, Ana Maria, 1920/2020

  • Pessoa
  • 1920-10-03/2020-01-04

Anna Primavesi nasceu na Áustria em 03 de outubro de 1920. Aos 28 mudou-se para o Brasil (1948). Foi admitida em 01 de março de 1962 como Assistente de Ensino Superior no Instituto de Solos e Cultura da UFSM, na cátedra de Agricultura Geral. Ministrou também as disciplinas de Práticas Agrícolas, Agrostologia e Plantas Tóxicas na Faculdade de Veterinária. A partir de 31 de dezembro de 1962 foi lotada na Faculdade de Agronomia. Seu contrato foi extinto em 01 de setembro de 1975.
Formada em Ciências Agrárias pela Universidade Rural de Viena, Áustria e com Ph.D. em Nutrição Vegetal, Ana Primavesi dá cursos, profere conferências e é consultora sobre agroecologia e correto manejo da terra. Com oito livros publicados, dezenas de artigos científicos e larga experiência expressa com precisão seu ponto de vista sobre a presente situação planetária e as condições para a sobrevivência da espécie humana. Seu livro Manejo Ecológico do Solo revolucionou a agroecologia tropical. Na obra, Ana coloca a sua principal preocupação: a vida em equilíbrio com os solos — uma questão tratada há três décadas, mas que permanece atual.
Desde o início, ela manteve uma relação de intimidade com a terra. Foi na capital, Viena, que ela cursou Agronomia e casou-se com um colega de profissão. Mas a forte ligação com a natureza fez a agrônoma Ana Maria Primavesi ir na contramão das técnicas estabelecidas e procurar sempre se guiar pelos sinais que o solo oferece. Na sua forma de diagnosticá-lo, estão inclusas as práticas de cheirar a terra para saber se a matéria orgânica foi enterrada profundamente e sentir entre as mãos sua textura como indicativo do equilíbrio de nutrientes.
Por mais de 60 anos, a maior parte deles no Brasil, ela se aperfeiçoa numa agronomia que, no seu modo de ver, 'não compete com as leis da natureza'. A doutora Ana Primavesi é considerada uma das pioneiras da agroecologia no país, ciência que leva em conta o restabelecimento ou a conservação do solo permeável protegido por uma vegetação diversificada. Numa tradução simplificada, significa extrair dos recursos naturais as condições ideais para o desenvolvimento das lavouras.
Ana viveu em uma época em que a agricultura química praticamente não existia. O enfoque da Universidade Rural de Viena, onde se formou nos anos 40, era o mais próximo possível do que ela apregoa até hoje: garantir às gerações futuras o alimento e a conservação do meio ambiente.
No seu modo de entender, os métodos de cultivo da terra em 1945 eram mais avançados se comparados aos dos dias de hoje, porque os homens não tinham optado pela monocultura. 'O plantio único nos trouxe uma avalanche de doenças aplacadas por agrotóxicos', afirma. Ana Primavesi aproveita para dar uma aula. 'O adubo químico é basicamente formado por três elementos e a planta necessita de 45', diz. Pioneira da agroecologia no país, Ana Primavesi ensina há mais de 60 anos que é possível aliar a produção de alimentos à conservação do meio ambiente.
Em 1960, extrapolou os limites dos campos da ciência e participou da produção do filme “A Vida do Solo”, destinado à educação ambiental. Criou a primeira animação sobre solos do mundo, mostrando, em forma de longa-metragem, as dinâmicas da terra. A primeira exibição do longa foi durante o 2º Congresso Latino-Americano de Biologia e Microbiologia, realizado, em Santa Maria no ano de 1968, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
Em 1971, foi uma das fundadoras do programa de Pós-Graduação em Biodinâmica do Solo.
Fundou várias organizações voltadas à agricultura, como a Associação de Agricultura Orgânica (AAO) e o Movimento Agroecológico Latinoamericano (MAELA). Em 2012, ganhou o One World Award, prêmio concedido pela Federação Internacional de Movimentos pela Agricultura Orgânica (IFOAM, em inglês).
Em 2018, a Universidade Federal de Santa Maria concedeu prêmio de Destaque Extensionista à professora Ana Primavesi, mãe da agroecologia.
Faleceu em 04 de janeiro de 2020, aos 99 anos.

Primavesi, Artur, 1918/

  • Pessoa
  • 1918-02-09/

Filho de Artur Primavesi e Margarete Primavesi, nascido no dia 9 de fevereiro de 1918 em Jagerndorf, Áustria, naturalizado brasileiro em 26 de outubro de 1959, foi casado com Anna Maria Primavesi, com quem teve três filhos: Odo Maria Artur Primavesi, Carin Ana Claire Primavesi e Artur Maria Primavesi. Foi admitido para exercer as funções de Diretor do Instituto de Solos e Culturas e de professor nas cadeiras de Agricultura Geral e Práticas Agrícolas do Curso de Agronomia do Centro de Ciências Rurais da UFSM em 01 de março de 1962. Permaneceu como Diretor do Instituto até 30 de abril de 1970. Ainda em 1970 assumiu o cargo de professor titular de Geociências do Centro de Estudos Básicos. A partir de 1971 passou a exercer o cargo de coordenador do curso de Pós-Graduação em Biodinâmica e Produtividade do Solo. Arthur Primavesi permaneceu vinculado a UFSM até 1976, quando a pedido do mesmo, teve seu contrato rescindido.

Prodanov, Cleber Cristiano

  • Pessoa

Possui graduação em História pela Universidade do Vale do Rio do Sinos - UNISINOS (1987); Mestre (1992) e Doutor (1998) em História Social pela Universidade de São Paulo - FFLCH/USP. Atuou durante o período de 2011-2014 na função de Secretário de Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico do Estado do Rio Grande do Sul. É professor titular da Universidade Feevale, onde atua no corpo permanente do Programa de Pós-graduação de Processos e Manifestações Culturais sendo pesquisador do grupo de Cultura e Memória da Comunidade na mesma Universidade. Atua também no Grupo de Pesquisa Multidisciplinar em Inovação e Competitividade da Universidade de Caxias do Sul (2018). Exerce atualmente a função de Pró-Reitor de Inovação da Universidade Feevale, responsável pelo Feevale Techpark e pela Incubadora Tecnológica da Feevale (2018).

Proença, Miguel

  • Pessoa
  • 1939-03-27/

Miguel Proença nasceu em Quarai, Rio Grande do Sul e radicou-se no Rio de Janeiro. É doutor em música pela Universidade de Música de Karlsruhe Hannover, Alemanha. É um pianista de música erudita brasileiro, um dos mais conhecidos do Brasil, com diversos discos gravados e apresentações em palcos importante pelo mundo. Foi Secretário Municipal de Cultura do Rio de Janeiro de 1983 a 1988. Entre outros prêmios, recebeu a Comenda Ordem do Rio Branco, o prêmio Líderes e Vencedores, da Assembléia Legislativa do RS, Destaque Gaúcho, conferido pelo Programa Destaque Gaúcho e Cidadão Honorário do Rio de Janeiro. Foi diretor da Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro de abril de 2017 a dezembro de 2018. Em 2019 assumiu a presidência da Fundação Nacional das Artes (Funarte).

Programa de Pós Graduação em Filosofia

  • Entidade coletiva
  • 1973/

O Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFSM foi criado em 1973, e é um dos programas de pós-graduação em filosofia mais antigos do Brasil. Tem como objetivo formar profissionais de alto nível e fomentar a pesquisa filosófica de temas clássicos e contemporâneos e oferece cursos de mestrado e doutorado, em três linhas de pesquisa: (1) Linguagem, Realidade e Conhecimento, (2) Ética Normativa, Metaética e Ética Aplicada e (3) Fenomenologia e Compreensão.
O projeto de criação de curso de pós-graduação em Filosofia foi aprovado pelo parecer 03/1972 na 154ª reunião do CONSU em 14 de janeiro de 1972.
As normas para defesa de mestrado do curso de pós-graduação em Filosofia foram aprovadas na 195ª reunião do CONSU em 15 de abril de 1974.
O regimento do Curso de Pós-graduação em Filosofia foi aprovado pelo parecer 49/1975 na 61ª reunião do CEPE, em 22 de novembro de 1975.
Na 507º do CEPE, em 18 de agosto de 1997, foi aprovada a solicita de abertura de seleção pública para professor visitante estrangeiro para a Pós graduação em Filosofia

Programa Turma do IQUE – CTCriaC: Cura e Cidadania para a Criança e Adolescente com Câncer

  • 1986 -

O Projeto “Programa Turma do IQUE – CTCriaC: Cura e Cidadania para a Criança e Adolescente com Câncer” está adscrito ao Centro de Tratamento à Criança e Adolescente com Câncer (CTCriaC ) do Hospital Universitário da UFSM (HUSM). É coordenado pela Dra. Virgínia Coser e completou 30 anos em 2016. Possui um Centro de Convivência e presta atendimento ambulatorial diário, com a atuação de vários profissionais colaboradores que se revezando em turnos. Os objetivos do projeto são promover a saúde de crianças e adolescentes em tratamento no CTCriaC através de atividades lúdicas, criatividade, de socialização, culturais e educacionais, juntamente com a família; desenvolver ações que aprimorem a assistência e a pesquisa no âmbito técnico e científico, buscando permanentemente novas tecnologias; promover a divulgação de ações de conscientização sobre o diagnóstico precoce e cura do Câncer infanto-juvenil em ambientes profissionais e para a população geral. O Programa Turma do IQUE é desenvolvido através de projetos específicos relacionados as áreas de atuação e que auxiliam os pacientes nas mais diversas modalidades. como: Biblioteca Turma do IQUE, Recreação e Brinquedoteca, Inclusão Digital, Grupos de Convivência, Oficinas e cursos profissionalizantes, Artes (dança, música, teatro, artesanato e outros), Projeto de apoio técnico (pessoal), apoio para ensino, divulgação científica, projetos científicos.

Projesom Sonorizações

  • Entidade coletiva
  • 1976/

Empresa que atua na área cultural da cidade de Santa Maria e todo o estado do Rio Grande do Sul, prestando principalmente serviços de iluminação e sonorização de espetáculos.; além de produção, captação e edição audiovisual .

Projeto Rondon, 1968 -

  • Entidade coletiva
  • 1968 / 1989 (ISO 8601)

Em janeiro de 1968, foi levado à execução o Projeto Rondon n° 1, deslocando para Boa Vista, Roraima, equipes organizadas, levando representantes das Ciências Médicas, Técnicas e Sociais. O Projeto recebeu este nome em homenagem ao Marechal Cândido Rondon, um dos desbravadores da Amazônia e criador do Serviço de Proteção aos Índios. A regionalização do Projeto Rondon, originário do Ministério do Interior contou com a participação do Ministério do Exército e sob a aprovação da Presidência da República.

1ª Fase: Desenvolvida regionalmente. Os jovens que quisessem dirigir-se ao norte do país deveriam primeiramente, ter uma experiência "in loco" dos problemas de sua região. Criaram-se as coordenações regionais, ficando o R14111 no Grande do Sul dividido em duas partes: uma sob a responsabilidade da Universidade do Rio Grande do sul e Pontifícia Universidade Católica do Estado, a outra sob os cuidados da Universidade Federal de Santa Maria. Em suma, o Projeto Rondon, visa à ação dinâmica do estudante, participando dos problemas da comunidade, canalizando suas energias em benefício social da nossa pátria.

A subcoordenação do Projeto Rondon abriu em 13 de abril, as inscrições para os acadêmicos da Universidade Federal de Santa Maria e profissionais de nível universitário, interessados em participar no projeto regional n° 3, contando com 130 inscritos. O núcleo de integração foi responsável pelos contatos mantidos junto à UFSM, para obtenção de recursos necessários para a efetivação do 3° projeto regional. Dos acadêmicos inscritos e relacionados para o projeto regional foram deslocados 43 acadêmicos das seguintes áreas: Agronomia (11), Veterinária (2), Farmácia e Bioquímica (5), Enfermagem (1), Medicina (1), Odontologia (1), Educação (6), Administração (1).

2ª Fase: Desenvolvida nacionalmente. Houve um intercâmbio com as regiões Norte e Nordeste do Brasil. As operações aconteciam nas férias – as nacionais em janeiro e fevereiro, e as regionais, em julho. No campus de Roraima, o fluxo de atividades era constante durante o ano todo, havendo, a cada mês, uma nova equipe de estagiários embarcando para Boa Vista como partes das atividades acadêmicas. Em Roraima, as atividades desenvolvidas alcançavam diferentes áreas do conhecimento, com destaque para a atuação dos acadêmicos de cursos relacionados à saúde e a educação. Além dos atendimentos à comunidade, a UFSM oferecia cursos de extensão para qualificação dos professores locais. Os docentes santa-marienses iam para o campus nos períodos de férias da UFSM, deixando atividades programadas para todo o semestre.

3ª Fase: 55BET Pro avançado Roraima. Em abril de 1968, em um vôo de Brasília ao Rio de Janeiro, O Reitor da UFSM teve oportunidade de conversar com o Ministro Costa Cavalcanti. Entre os planos do Ministro do Interior estava o de reativar o “Projeto Rondon”. Não demorou para que Mariano manifestasse o interesse da UFSM em participar do Projeto. A idéia corporificou-se, ao regressar a equipe de acadêmicos da UFSM, que dentro da programação do Projeto Rondon, fora de Roraima, prestar seus serviços no período de férias escolares (Jan./fev. 1969). A idéia tomou forma através do contato do reitor com o Ten. Cel. Mauro da Costa Rodrigues, quando ficou estabelecido o lançamento das Universidades Brasileiras sobre a Amazônia, cabendo à UFSM, o assessoramento à Roraima. Para isso foi montado um Projeto, em que se estabeleciam as condições de execução, de trabalho e de montagem do, já então chamado "55BET Pro Avançado". Este Projeto foi analisado pelo GT Rondon, aprovado, o planejamento final indicava a necessidade de uma "Fase-Piloto" que iniciou em agosto de 1969.
No dia 1° de agosto de 1969, foi assinado o Convênio do estabelecimento do 55BET Pro Avançado, em sessão solene presidida pelo Reitor Prof° Dr. José Mariano da Rocha Filho e com a presença dos senhores José Costa Cavalcanti Ministro do Interior, Walmor Leal Dalcin Governador do território de Roraima e o Tenente Coronel Mauro da Costa Rodrigues Coordenador do GT Rondon.

Em resumo o Convênio reunia várias Filosofias:

  • A do Governo Federal, de efetuar o desenvolvimento da Amazônia, a todo custo;
  • A do Governo do território de Roraima com o mesmo propósito;
  • A do GT Rondon, a de "integrar para não entregar";
  • A da UFSM, seguindo a sua diretriz de ser "Alavanca para o Progresso”.

O 55BET Pro Avançado é constituído de duas sedes: A urbana, com uma área de cerca de 10 hectares, situado no perímetro de Boa Vista e a Sede rural: localizada na Fazenda Boa Intento com uma área de 1.700 ha. O coordenador do 55BET Pro Avançado, Cel. Alexandre Amêndoa, fez com que a idéia tomasse corpo e concretizando-se mesmo com todas as dificuldades. Cabe destacar a atuação da FAB (Força Aérea Brasileira) que possibilitou o dificultoso transporte. O engenheiro Ivan Soares Gervini trabalhou durante todo o mês de novembro de 1969 em Roraima, fazendo o levantamento, estudos e projeto para a construção de um Colégio Agrícola Modelo no 55BET Pro de Roraima. As atividades no 55BET Pro Avançado de Roraima consagraram a idéia de extensão da Universidade, desafio vencido pelos pioneiros que aceitaram o plano de interiorizar a Educação no País.

O 55BET Pro avançado de Roraima funcionou até 1985. As instalações e o trabalho desenvolvido pela UFSM em Roraima foram o embrião para a criação da Universidade Federal de Roraima em 1989.

Em 2005, o nome Projeto Rondon foi resgatado e retomou suas atividades, sob coordenação do Ministério da Defesa.

Pró-Reitoria de Graduação

  • BR RS UFSM PROGRAD
  • Entidade coletiva
  • 1973

A PROGRAD teve início em 1973 com a denominação de Pró-Reitoria de Ensino e Pesquisa. Já em 1978 passou-se a denominar-se Pró-Reitoria de Graduação.

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