Mostrar 4710 resultados

Registro de autoridade

Casarotto, Damaris

  • Pessoa

Possui graduação em Letras - Licenciatura - Espanhol e Literaturas de. pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), (2008). Possui especialização em MBA-Gestão de Pessoas pela Universidade Norte do Paraná (UNOPAR), (2013). Possui mestrado profissional em Administração pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), (2016). Foi aprovada em primeiro lugar no concurso para o cargo de Secretária Executiva da Universidade Federal de Santa Maria-RS, (2012), como aluna especial de mestrado na disciplina de Língua e Produção do Conhecimento Linguístico-PPGL-UFSM-Santa Maria-RS, (2009), no Teste de Suficiência em Língua Estrangeira-Espanhol - UFSM, realizado em 22/05/2015 e no Teste de Suficiência em Língua Estrangeira-Inglês - UFSM, realizado em 09/10/2015. Foi admitida como secretária executiva pela Universidade Federal de Santa Maria no ano de 2012 e atualmente permanece no cargo (2018).

Casanova, Edemur

  • Pessoa

Natural da cidade de Penápolis, São Paulo. Formado em Licenciatura em Desenho e Plástica na Fundação Educacional de Penápolis - FUNEPE, com Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado na área de Artes Plásticas na Universidade de Sorbonne de Paris, França. Foi professor do Departamento de Artes Visuais, Diretor do Centro de Artes e Letras por dois mandatos, Coordenador do Curso de Desenho e Plástica e coordenador do Atelier de Pintura 1338. Em 2009 lançou Pirâmides do Tempo, um livro de lembranças e experiências sobre suas andanças e impressões pelo mundo. Ao mesmo tempo, abriu uma mostra de trabalhos que fazem uma espécie de retrospectiva de sua produção, com obras criadas dos anos 70 até hoje (algumas na França). Antes disso, as exposições individuais mais recentes de Casanova foram Arte-Erotismo-Tecnologia, no Museu de Arte de Santa Maria (Masm), e Tu me Olhas e Eu te Olho, na Associação dos Professores Universitários de Santa Maria (APUSM).

Casado, Frank Leonardo

  • Pessoa

Possui graduação em Ciências Econômicas (2002), especialização em Estatística Aplicada (2006) e mestrado em Engenharia de Produção (2012) pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Foi admitido como economista do quadro de técnico-administrativos da UFSM (2004) e, atualmente, continua no cargo, atuando como Pró-Reitor de Planejamento (2018). Recebeu os seguintes prêmios e títulos: "Distinção CACISM, Câmara de Comércio e Indústria de Santa Maria" (2002), "Menção Honrosa como primeiro lugar com o trabalho apresentado no 1º Fórum Internacional Ecoinovar, intitulado 'Universidade Empreendedora e o Desenvolvimento Regional Sustentável: Proposta de um modelo'." (2012) e "Menção Honrosa como terceiro lugar com o trabalho apresentado no 2º Fórum Internacional Ecoinovar, intitulado 'ITSM: um caso de sucesso do Modelo Tríplice Hélice'." (2013).

Casa do Estudante Universitário I (CEU I), 1963/

  • Entidade coletiva
  • 1963/

A Casa do Estudante Universitário I (CEU-I) Está localizada na Rua Professor Braga, nº 79 no centro de Santa Maria/RS. Oferece moradia gratuita a 230 acadêmicos da UFSM dos cursos de graduação. Destaca-se pela sua grande diversidade cultural, com acadêmicos das mais diversas áreas provenientes de todas as regiões do estado e de várias regiões do país.
Na parte física conta com: 56 apartamentos com 4 pessoas cada, 6 apartamentos com 1 pessoa cada, 7 salas de estudos sendo uma por andar, quartos mistos, femininos e masculinos. No Hall de entrada você encontra: Biblioteca, Coordenação CEU I, LanHouse, Sala de estar com televisão, Laboratório de informática(LABINFO), Diretório Central do Estudante(DCE). Conta também com uma pequena área de lazer no subsolo: Quadra de vôlei, salão de festa (Catacumba), Churrasqueira.

Assim que foi inaugurada a Casa do Estudante, em outubro de 1963, um movimento das jovens fez chegar à Reitoria um pedido do Diretório Central dos Estudantes da UFSM, solicitando que fosse criada a Casa da Estudante. O pedido foi para o DAC – Departamento de Administração Central, que localizou um imóvel onde a parte superior do prédio estava disponível para alugar. O imóvel na Rua Floriano Peixoto n. 1244 foi alugado diretamente com o proprietário e a partir de março de 1967, as estudantes já dispunham do apartamento, com entrada pela Rua Floriano Peixoto, que chegou a acolher até oito meninas.

Em 1968, foi criada, no campus de Camobi, a CEU II. Surgiu da necessidade dos estudantes de baixa renda provenientes de toda a região em manter-se estudando. Inicialmente, resumia-se ao Bloco 11. Porém a crescente demanda por moradia estudantil evidenciava a necessidade de ampliação das vagas disponíveis para um contingente cada vez maior de jovens, o que aliado a presença das estruturas dos “escombros” inacabados pela velha “falta” de verbas, desde o inicio fez com que estes questionassem os “por quês” de tão poucas vagas.Acirradas discussões precederam a conquista da moradia feminina na CEU II. Até fins da década de 70 só rapazes podiam morar na Casa. Mas a partir do momento em que 4 gurias que não tinham onde morar para estudar na UFSM, superaram o preconceito vigente e resolveram ocupar um quarto no Bloco 12, de lá não saindo mais, acende-se uma polêmica na Casa: houve resistência por parte da reitoria e alguns moradores, mas a maioria questionava “por que só os machos precisam de assistência?”. Assim, graças a estas 4 pioneiras, de lá pra cá as mulheres tem permanência garantida na CEU II.
Em meados da década de 70 os moradores se organizam, mudam a linha política da Diretoria da Casa, encabeçam o Movimento Resistência, que culminou com as eleições diretas para o DCE (antes disso, o DCE era “eleito” pelo Reitor e seus Pró-Reitores), e participam ativamente da reorganização da UNE em 1979.

A partir da década de 80 avança-se na luta pela ampliação da Casa, que na época era constituída apenas pelos Blocos 11 ao 14. Em 1983, sob o mote “Moradia não se adia! Ocupação é a solução”, os pretendentes a vagas na Casa, já cansados de esperar, se organizam e ocupam o Bloco 15 por um semestre inteiro, com grande visibilidade na mídia local, forçando a reitoria a iniciar a sua conclusão. Já em 87, com a ocupação do Bloco 25, houve maior tensão e, de forma autoritária, o Reitor autorizou a Brigada a entrar lá alguns estudantes tiveram prisão decretada. Mas deu resultado: os estudantes foram libertados e o 25 concluído.

Como a cada inicio de semestre chegavam cada vez mais estudantes para morar na Casa, o pessoal tinha que se virar do jeito que desse, se amontoando nas salinhas dos blocos ou no apartamento de algum conhecido até conseguir a carência e uma vaga na CEU. Porém, em 1989 a situação passou dos limites: eram mais de 100 estudantes necessitando moradia! A solução encontrada não foi a de ocupar provisoriamente outro bloco de escombros, mas sim organizar uma ocupação permanente na União Universitária, que de um mero espaço recreativo para os mais abonados da universidade, passa a ser o principal meio de pressão para a conclusão da CEU II, um alojamento provisório. Na década de 90, sob a gestão do Reitor Odilon do Canto, após algumas mobilizações, reuniões e cobranças, consegue-se o término dos Blocos 24, 23, 22 e 21. O seu sucessor, o Reitor Paulo Jorge Sarkis, “eleito” por duas vezes, apesar de ter prometido em campanha terminar todos os blocos, foi apenas ante a pressão constante dos moradores da Casa e da União que se conquistou o término dos Blocos 40 e dos 31 e 32. Em 2006 tivemos o término do Bloco 33 e a maquiada externa dos Blocos 11 ao 15, que agora até parecem novos, mas é só por fora mesmo.Em 2007 o término dos Blocos 34 e 35 até fim de 2008 a reforma dos banheiros dos blocos 14 e 25, e a abertura de mais 2 laboratórios de informática na CEU.

Carson, Neusa Martins

  • Pessoa

Professora do Departamento de Letras da UFSM admitida em agosto de 1968. Na década de 70 defendeu nos Estados Unidos a tese de doutorado "Fonologia da Língua Macuxi". Os primeiros dados da pesquisa foram coletados quando lecionava Linguística em Boa Vista, pelo convênio entre a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o Território de Roraima. Seu mestrado foi realizado em Indiana.

Carriconde, Cláudio Correa

  • Pessoa
  • 1934-1981

Natural de Arroio Grande, RS e falecido em 1981, na cidade de Santa Maria. Iniciou seus estudos de pintura no ateliê Ado Malagoli, em Porto Alegre, e aos 17 anos participou de sua primeira exposição coletiva. Diplomado em Artes Plásticas - escultura no antigo Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul (1958), Especialista em Pintura na Universidade Federal de Minas Gerais (1970). Lecionou anatomia artística nesse Instituto e foi professor de pintura e desenho de 1964 a 1981 na UFSM. Fundou o grupo Bode Preto – de vanguardismo artístico na época – junto com Waldeny Elias, Leo Dexheimer, Francisco Ferreira e Joaquim da Fonseca
O artista, importante expoente na formação de profissionais da arte, fez parte do corpo docente da então Faculdade de Belas Artes da UFSM (1964), contribuindo significativamente para o cenário artístico que se consolidava na década de 1970, no movimento de vanguarda das artes, dentro de uma linha de pesquisa modernista.
Dentro do CAL, o artista, percebendo que o ateliê deveria ir muito além de um espaço de criação, fez de seu ateliê localizado na sala 1339 um espaço de convívio diferenciado dos demais - artistas como Alphonsus Benetti, de quem foi orientador. Fazia do espaço sua sala de pintura e futuramente, quando professor, criaria o Ateliê 1336.
Recebeu homenagem dando nome a sala de exposições artísticas Sala Cláudio Carriconde, localizada no hall do prédio 40, no CAL/UFSM devido a sua contribuição na formação de tantos outros artistas. Nesta sala, acontecem permanentemente exposições para artes visuais, plásticas e tecnologia bem como aberturas de mostras, cerimônias, premiações, exibições audiovisuais e apresentações acadêmicas.
Além dos murais da UFSM, Carriconde pintou o painel “As Quatro Estações”, no Itaimbé Palace Hotel. Mesmo após sua morte, ainda recebe homenagens pelo reconhecimento da sua imensa contribuição à produção artística

Resultados 3951 a 4000 de 4710