Auditório do NTE - Prédio 14 - UFSM

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Diálogos – Cotas Afro

O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Diálogos – Cotas Afro

O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

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O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

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O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

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O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

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