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1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones

Fotografia de Victória Lopes Rosa.
O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones

Fotografia de Victória Lopes Rosa.
O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.

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O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.

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O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.

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O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.

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1º Encontro da Rede de Leitura Inclusiva do GT Centro RS

Fotografia de Marcos Machado Paulo.
A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva.
Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.

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1º Encontro da Rede de Leitura Inclusiva do GT Centro RS

Fotografia de Marcos Machado Paulo.
A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva.
Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.

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Fotografia de Marcos Machado Paulo.
A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva.
Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.

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1º Encontro da Rede de Leitura Inclusiva do GT Centro RS

Fotografia de Marcos Machado Paulo.
A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva.
Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.

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1º Encontro da Rede de Leitura Inclusiva do GT Centro RS

Fotografia de Marcos Machado Paulo.
A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva.
Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.

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1º Encontro da Rede de Leitura Inclusiva do GT Centro RS

Fotografia de Marcos Machado Paulo.
A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva.
Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.

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1º Encontro da Rede de Leitura Inclusiva do GT Centro RS

Fotografia de Marcos Machado Paulo.
A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva.
Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.

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1º Encontro da Rede de Leitura Inclusiva do GT Centro RS

Fotografia de Marcos Machado Paulo.
A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva. Fernanda Taschetto é Assistente em Administração na Biblioteca Setorial do Centro de Educação e é audiodescritora revisora da Comissão de Audiodescrição da UFSM e do Projeto Retalhos da Memória de Santa Maria.

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Fotografia de Marcos Machado Paulo.
A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva.
Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.

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1º Encontro da Rede de Leitura Inclusiva do GT Centro RS

Fotografia de Marcos Machado Paulo.
A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva.
Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.

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1º Encontro da Rede de Leitura Inclusiva do GT Centro RS

Fotografia de Marcos Machado Paulo.
A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva.
Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.

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1º Encontro da Rede de Leitura Inclusiva do GT Centro RS

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A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva.
Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.

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A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva.
Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.

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1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional

O 1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional, ao qual se fizeram presentes 40 representantes, foi promovido pelo Núcleo de Integração e Desenvolvimento (NID), um organismo totalmente voltado para a comunidade, visando impulsionar um desenvolvimento de sentido horizontal e vertical, abrangendo os mais diversos setores da atividade humana. O núcleo tomava iniciativas no sentido de integrar o corpo docente, discente e empresas.

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1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional

O 1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional, ao qual se fizeram presentes 40 representantes, foi promovido pelo Núcleo de Integração e Desenvolvimento (NID), um organismo totalmente voltado para a comunidade, visando impulsionar um desenvolvimento de sentido horizontal e vertical, abrangendo os mais diversos setores da atividade humana. O núcleo tomava iniciativas no sentido de integrar o corpo docente, discente e empresas.

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1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional

O 1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional, ao qual se fizeram presentes 40 representantes, foi promovido pelo Núcleo de Integração e Desenvolvimento (NID), um organismo totalmente voltado para a comunidade, visando impulsionar um desenvolvimento de sentido horizontal e vertical, abrangendo os mais diversos setores da atividade humana. O núcleo tomava iniciativas no sentido de integrar o corpo docente, discente e empresas.

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1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional

O 1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional, ao qual se fizeram presentes 40 representantes, foi promovido pelo Núcleo de Integração e Desenvolvimento (NID), um organismo totalmente voltado para a comunidade, visando impulsionar um desenvolvimento de sentido horizontal e vertical, abrangendo os mais diversos setores da atividade humana. O núcleo tomava iniciativas no sentido de integrar o corpo docente, discente e empresas.

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1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional

O 1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional, ao qual se fizeram presentes 40 representantes, foi promovido pelo Núcleo de Integração e Desenvolvimento (NID), um organismo totalmente voltado para a comunidade, visando impulsionar um desenvolvimento de sentido horizontal e vertical, abrangendo os mais diversos setores da atividade humana. O núcleo tomava iniciativas no sentido de integrar o corpo docente, discente e empresas.

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1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional

O 1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional, ao qual se fizeram presentes 40 representantes, foi promovido pelo Núcleo de Integração e Desenvolvimento (NID), um organismo totalmente voltado para a comunidade, visando impulsionar um desenvolvimento de sentido horizontal e vertical, abrangendo os mais diversos setores da atividade humana. O núcleo tomava iniciativas no sentido de integrar o corpo docente, discente e empresas.

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1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional

O 1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional, ao qual se fizeram presentes 40 representantes, foi promovido pelo Núcleo de Integração e Desenvolvimento (NID), um organismo totalmente voltado para a comunidade, visando impulsionar um desenvolvimento de sentido horizontal e vertical, abrangendo os mais diversos setores da atividade humana. O núcleo tomava iniciativas no sentido de integrar o corpo docente, discente e empresas.

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1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional

O 1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional, ao qual se fizeram presentes 40 representantes, foi promovido pelo Núcleo de Integração e Desenvolvimento (NID), um organismo totalmente voltado para a comunidade, visando impulsionar um desenvolvimento de sentido horizontal e vertical, abrangendo os mais diversos setores da atividade humana. O núcleo tomava iniciativas no sentido de integrar o corpo docente, discente e empresas.

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1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional

O 1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional, ao qual se fizeram presentes 40 representantes, foi promovido pelo Núcleo de Integração e Desenvolvimento (NID), um organismo totalmente voltado para a comunidade, visando impulsionar um desenvolvimento de sentido horizontal e vertical, abrangendo os mais diversos setores da atividade humana. O núcleo tomava iniciativas no sentido de integrar o corpo docente, discente e empresas.

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1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional

O 1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional, ao qual se fizeram presentes 40 representantes, foi promovido pelo Núcleo de Integração e Desenvolvimento (NID), um organismo totalmente voltado para a comunidade, visando impulsionar um desenvolvimento de sentido horizontal e vertical, abrangendo os mais diversos setores da atividade humana. O núcleo tomava iniciativas no sentido de integrar o corpo docente, discente e empresas.

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1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional

O 1º Encontro de Prefeitos da Área Geo-Educacional, ao qual se fizeram presentes 40 representantes, foi promovido pelo Núcleo de Integração e Desenvolvimento (NID), um organismo totalmente voltado para a comunidade, visando impulsionar um desenvolvimento de sentido horizontal e vertical, abrangendo os mais diversos setores da atividade humana. O núcleo tomava iniciativas no sentido de integrar o corpo docente, discente e empresas.

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