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Zanella, Irineo, 1955/2018
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11º Estágio Interdisciplinar de Vivência (EIV)

O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

11º Estágio Interdisciplinar de Vivência (EIV)

O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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Encontro com os pré-candidatos à presidência da República

Fotografia de Laura Coelho de Almeida.
Dando início à série de encontros com os pré-candidatos à presidência da República, reitores e dirigentes de Universidades e Institutos Federais de Educação do Rio Grande do Sul entregaram uma carta de reivindicações ao pré-candidato Luiz Inácio Lula da Silva. A reunião de trabalho contou com a participação dos reitores da UFSM, Paulo Afonso Burmann; da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Jaime Giollo; do Instituto Federal Farroupilha (IFFar), Carla Comerlato Jardim; do Centro de Ensino Superior Rio-Grandense, Rafael Rossetto; do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), José Eli Santos dos Santos; e do representante do reitor da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), Cristian Wittmann.

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Inauguração dos novos prédios do Centro de Ciências Rurais (CCR)

Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
O descerramento das placas ocorreu no prédio da nova sede da Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Rurais (BSCCR). Foram inaugurados três novos espaços no CCR: o Centro de Informações em Ciências Agrárias (Cica), nova sede da Biblioteca Setorial do CCR, que está localizada entre os prédios 42 e 44; a cobertura do Espaço de Apoio para Eventos, ao lado do prédio 42, e o prédio 63ª, no Centro de Eventos, que abrigará o Setor de Virologia.

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Inauguração dos novos prédios do Centro de Ciências Rurais (CCR)

Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
O descerramento das placas ocorreu no prédio da nova sede da Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Rurais (BSCCR). Foram inaugurados três novos espaços no CCR: o Centro de Informações em Ciências Agrárias (Cica), nova sede da Biblioteca Setorial do CCR, que está localizada entre os prédios 42 e 44; a cobertura do Espaço de Apoio para Eventos, ao lado do prédio 42, e o prédio 63ª, no Centro de Eventos, que abrigará o Setor de Virologia.

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Inauguração dos novos prédios do Centro de Ciências Rurais (CCR)

Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
O descerramento das placas ocorreu no prédio da nova sede da Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Rurais (BSCCR). Foram inaugurados três novos espaços no CCR: o Centro de Informações em Ciências Agrárias (Cica), nova sede da Biblioteca Setorial do CCR, que está localizada entre os prédios 42 e 44; a cobertura do Espaço de Apoio para Eventos, ao lado do prédio 42, e o prédio 63ª, no Centro de Eventos, que abrigará o Setor de Virologia.

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Sistema de Monitoramento

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Foi realizado o aperfeiçoamento da Central de Monitoramento do 55BET Pro da UFSM, com a substituição das antigas câmeras analógicas por equipamentos digitais, integradas a um sistema interno de monitoramento inteligente. Atualmente, o sistema de monitoramento da UFSM conta com 142 câmeras de vigilância, sendo 119 externas e 23 internas – estas últimas instaladas nas entradas dos blocos da Casa do Estudante. Há dois tipos de equipamentos em operação, monitorados por operadores que atuam 24 horas por dia, sete dias por semana: câmeras fixas e câmeras com capacidade de movimentação em 360° e aproximação de até 30 vezes (zoom).

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