Fotografia de Dartanhan Baldez Figueiredo. Concerto de abertura da temporada de 2023 da Orquestra Sinfônica de Santa Maria sob regência de João Batista Sartor, promovido pela e Associação da Orquestra Sinfônica de Santa Maria e Pró-Reitoria de Extensão. Os ingressos foram distribuídos mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. Aaron Copland deu início as apresentações com a Fanfarra para o Homem Comum, seguido do pianista uruguaio Miguel Lecueder, professor de performance da Escuela Universitária de Música Regional Salto apresentando a Rhapsody in Blue e para o piano tanto solo quanto da orquestra o profissional Jazzista George Gershwin. Na segunda parte, a obra “Três Cantos Poéticos” foi apresentada em homenagem ao compositor Frederico Richter (maestro e fundador da Orquestra Sinfônica de Santa Maria), o qual teve sua passagem no início de 2023. O compositor Residente de 2023 foi Dimitri Cervo, natural de Santa Maria e regeu “O Trenzinho do Caipira”, movimento da “Bachianas Brasileiras 2”, de Heitor Villa-Lobos. Logo após a obra “Abertura Brasil 2014”, do próprio Cervo e completando o programa o “Prelúdio” da “Bachianas Brasileiras 4” de Villa-Lobos, a abertura da ópera “O Guarani” de Carlos Gomes, as “Três Danças Brasileiras” de Camargo-Guarnieri e “Chamamé” de Catarina Domenici.
Fotografia de Rafael Happke. Concerto de abertura da temporada de 2023 da Orquestra Sinfônica de Santa Maria sob regência de João Batista Sartor, promovido pela e Associação da Orquestra Sinfônica de Santa Maria e Pró-Reitoria de Extensão. Os ingressos foram distribuídos mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. Aaron Copland deu início as apresentações com a Fanfarra para o Homem Comum, seguido do pianista uruguaio Miguel Lecueder, professor de performance da Escuela Universitária de Música Regional Salto apresentando a Rhapsody in Blue e para o piano tanto solo quanto da orquestra o profissional Jazzista George Gershwin. Na segunda parte, a obra “Três Cantos Poéticos” foi apresentada em homenagem ao compositor Frederico Richter (maestro e fundador da Orquestra Sinfônica de Santa Maria), o qual teve sua passagem no início de 2023. O compositor Residente de 2023 foi Dimitri Cervo, natural de Santa Maria e regeu “O Trenzinho do Caipira”, movimento da “Bachianas Brasileiras 2”, de Heitor Villa-Lobos. Logo após a obra “Abertura Brasil 2014”, do próprio Cervo e completando o programa o “Prelúdio” da “Bachianas Brasileiras 4” de Villa-Lobos, a abertura da ópera “O Guarani” de Carlos Gomes, as “Três Danças Brasileiras” de Camargo-Guarnieri e “Chamamé” de Catarina Domenici.
Os ex-regentes Frederico Richter, Enio Guerra, Marco Antonio de Almeida Penna e Ale-xandre Jacques Eisenberg foram homenageados pelo Reitor da Universidade Federal de Santa Maria, Paulo Afonso Burmann, por seus anos de atuação frente à Orquestra e pelas suas contribuições para a promoção da cultura através da música orquestral. A cerimônia contou com a apresentação musical de integrantes da OSSM acompanhados dos filhos dos ex-regentes Enio Guerra e Marco Antonio de Almeida Penna, sucedida pela entrega ofici-al de placas em homenagem aos maestros. A cerimônia também contou com a apresen-tação do professor doutor João Batista Sartor, como novo regente da Orquestra, que, devido à incorporação junto à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, mudou de sede: está, agora, no segundo andar do prédio do Centro de Convenções, no campus sede da Universidade. Fotografia de Rodrigo Riquer
Os ex-regentes Frederico Richter, Enio Guerra, Marco Antonio de Almeida Penna e Ale-xandre Jacques Eisenberg foram homenageados pelo Reitor da Universidade Federal de Santa Maria, Paulo Afonso Burmann, por seus anos de atuação frente à Orquestra e pelas suas contribuições para a promoção da cultura através da música orquestral. A cerimônia contou com a apresentação musical de integrantes da OSSM acompanhados dos filhos dos ex-regentes Enio Guerra e Marco Antonio de Almeida Penna, sucedida pela entrega ofici-al de placas em homenagem aos maestros. A cerimônia também contou com a apresen-tação do professor doutor João Batista Sartor, como novo regente da Orquestra, que, devido à incorporação junto à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, mudou de sede: está, agora, no segundo andar do prédio do Centro de Convenções, no campus sede da Universidade. Fotografia de Rodrigo Riquer.
Os ex-regentes Frederico Richter, Enio Guerra, Marco Antonio de Almeida Penna e Ale-xandre Jacques Eisenberg foram homenageados pelo Reitor da Universidade Federal de Santa Maria, Paulo Afonso Burmann, por seus anos de atuação frente à Orquestra e pelas suas contribuições para a promoção da cultura através da música orquestral. A cerimônia contou com a apresentação musical de integrantes da OSSM acompanhados dos filhos dos ex-regentes Enio Guerra e Marco Antonio de Almeida Penna, sucedida pela entrega ofici-al de placas em homenagem aos maestros. A cerimônia também contou com a apresen-tação do professor doutor João Batista Sartor, como novo regente da Orquestra, que, devido à incorporação junto à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, mudou de sede: está, agora, no segundo andar do prédio do Centro de Convenções, no campus sede da Universidade. Fotografia de Rodrigo Riquer.
Os ex-regentes Frederico Richter, Enio Guerra, Marco Antonio de Almeida Penna e Ale-xandre Jacques Eisenberg foram homenageados pelo Reitor da Universidade Federal de Santa Maria, Paulo Afonso Burmann, por seus anos de atuação frente à Orquestra e pelas suas contribuições para a promoção da cultura através da música orquestral. A cerimônia contou com a apresentação musical de integrantes da OSSM acompanhados dos filhos dos ex-regentes Enio Guerra e Marco Antonio de Almeida Penna, sucedida pela entrega ofici-al de placas em homenagem aos maestros. A cerimônia também contou com a apresen-tação do professor doutor João Batista Sartor, como novo regente da Orquestra, que, devido à incorporação junto à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, mudou de sede: está, agora, no segundo andar do prédio do Centro de Convenções, no campus sede da Universidade. Fotografia de Rodrigo Riquer.
Os ex-regentes Frederico Richter, Enio Guerra, Marco Antonio de Almeida Penna e Ale-xandre Jacques Eisenberg foram homenageados pelo Reitor da Universidade Federal de Santa Maria, Paulo Afonso Burmann, por seus anos de atuação frente à Orquestra e pelas suas contribuições para a promoção da cultura através da música orquestral. A cerimônia contou com a apresentação musical de integrantes da OSSM acompanhados dos filhos dos ex-regentes Enio Guerra e Marco Antonio de Almeida Penna, sucedida pela entrega ofici-al de placas em homenagem aos maestros. A cerimônia também contou com a apresen-tação do professor doutor João Batista Sartor, como novo regente da Orquestra, que, devido à incorporação junto à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, mudou de sede: está, agora, no segundo andar do prédio do Centro de Convenções, no campus sede da Universidade. Fotografia de Rodrigo Riquer.
Os ex-regentes Frederico Richter, Enio Guerra, Marco Antonio de Almeida Penna e Ale-xandre Jacques Eisenberg foram homenageados pelo Reitor da Universidade Federal de Santa Maria, Paulo Afonso Burmann, por seus anos de atuação frente à Orquestra e pelas suas contribuições para a promoção da cultura através da música orquestral. A cerimônia contou com a apresentação musical de integrantes da OSSM acompanhados dos filhos dos ex-regentes Enio Guerra e Marco Antonio de Almeida Penna, sucedida pela entrega ofici-al de placas em homenagem aos maestros. A cerimônia também contou com a apresen-tação do professor doutor João Batista Sartor, como novo regente da Orquestra, que, devido à incorporação junto à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, mudou de sede: está, agora, no segundo andar do prédio do Centro de Convenções, no campus sede da Universidade. Fotografia de Rodrigo Riquer.
Os ex-regentes Frederico Richter, Enio Guerra, Marco Antonio de Almeida Penna e Ale-xandre Jacques Eisenberg foram homenageados pelo Reitor da Universidade Federal de Santa Maria, Paulo Afonso Burmann, por seus anos de atuação frente à Orquestra e pelas suas contribuições para a promoção da cultura através da música orquestral. A cerimônia contou com a apresentação musical de integrantes da OSSM acompanhados dos filhos dos ex-regentes Enio Guerra e Marco Antonio de Almeida Penna, sucedida pela entrega ofici-al de placas em homenagem aos maestros. A cerimônia também contou com a apresen-tação do professor doutor João Batista Sartor, como novo regente da Orquestra, que, devido à incorporação junto à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, mudou de sede: está, agora, no segundo andar do prédio do Centro de Convenções, no campus sede da Universidade. Fotografia de Rodrigo Riquer.
Os ex-regentes Frederico Richter, Enio Guerra, Marco Antonio de Almeida Penna e Ale-xandre Jacques Eisenberg foram homenageados pelo Reitor da Universidade Federal de Santa Maria, Paulo Afonso Burmann, por seus anos de atuação frente à Orquestra e pelas suas contribuições para a promoção da cultura através da música orquestral. A cerimônia contou com a apresentação musical de integrantes da OSSM acompanhados dos filhos dos ex-regentes Enio Guerra e Marco Antonio de Almeida Penna, sucedida pela entrega ofici-al de placas em homenagem aos maestros. A cerimônia também contou com a apresen-tação do professor doutor João Batista Sartor, como novo regente da Orquestra, que, devido à incorporação junto à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, mudou de sede: está, agora, no segundo andar do prédio do Centro de Convenções, no campus sede da Universidade. Fotografia de Rodrigo Riquer.
Os ex-regentes Frederico Richter, Enio Guerra, Marco Antonio de Almeida Penna e Ale-xandre Jacques Eisenberg foram homenageados pelo Reitor da Universidade Federal de Santa Maria, Paulo Afonso Burmann, por seus anos de atuação frente à Orquestra e pelas suas contribuições para a promoção da cultura através da música orquestral. A cerimônia contou com a apresentação musical de integrantes da OSSM acompanhados dos filhos dos ex-regentes Enio Guerra e Marco Antonio de Almeida Penna, sucedida pela entrega ofici-al de placas em homenagem aos maestros. A cerimônia também contou com a apresen-tação do professor doutor João Batista Sartor, como novo regente da Orquestra, que, devido à incorporação junto à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, mudou de sede: está, agora, no segundo andar do prédio do Centro de Convenções, no campus sede da Universidade. Fotografia de Rodrigo Riquer.
Os ex-regentes Frederico Richter, Enio Guerra, Marco Antonio de Almeida Penna e Ale-xandre Jacques Eisenberg foram homenageados pelo Reitor da Universidade Federal de Santa Maria, Paulo Afonso Burmann, por seus anos de atuação frente à Orquestra e pelas suas contribuições para a promoção da cultura através da música orquestral. A cerimônia contou com a apresentação musical de integrantes da OSSM acompanhados dos filhos dos ex-regentes Enio Guerra e Marco Antonio de Almeida Penna, sucedida pela entrega ofici-al de placas em homenagem aos maestros. A cerimônia também contou com a apresen-tação do professor doutor João Batista Sartor, como novo regente da Orquestra, que, devido à incorporação junto à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, mudou de sede: está, agora, no segundo andar do prédio do Centro de Convenções, no campus sede da Universidade. Fotografia de Rodrigo Riquer.
Fotografia de Sérgio Marques da Silva. Homenagem do reitor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Paulo Afonso Burmann, aos ex-regentes da Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM), que foram eles: Alexandre Jacques Eisenberg, Enio Guerra, Frederico Richter e Marco Antônio de Almeida Penna. A cerimônia ocorreu dia 14 de março de 2019 no Salão Imembuí da UFSM e contou com a apresentação musical de integrantes da OSSM, acompanhados dos filhos dos ex-regentes Enio Guerra e Marco Antônio de Almeida Penna, sucedida pela entrega oficial de placas em homenagem aos maestros.
Fotografia de Sérgio Marques da Silva. Homenagem do reitor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Paulo Afonso Burmann, aos ex-regentes da Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM), que foram eles: Alexandre Jacques Eisenberg, Enio Guerra, Frederico Richter e Marco Antônio de Almeida Penna. A cerimônia ocorreu dia 14 de março de 2019 no Salão Imembuí da UFSM e contou com a apresentação musical de integrantes da OSSM, acompanhados dos filhos dos ex-regentes Enio Guerra e Marco Antônio de Almeida Penna, sucedida pela entrega oficial de placas em homenagem aos maestros.
Fotografia de Sérgio Marques da Silva. Homenagem do reitor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Paulo Afonso Burmann, aos ex-regentes da Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM), que foram eles: Alexandre Jacques Eisenberg, Enio Guerra, Frederico Richter e Marco Antônio de Almeida Penna. A cerimônia ocorreu dia 14 de março de 2019 no Salão Imembuí da UFSM e contou com a apresentação musical de integrantes da OSSM, acompanhados dos filhos dos ex-regentes Enio Guerra e Marco Antônio de Almeida Penna, sucedida pela entrega oficial de placas em homenagem aos maestros.
O I Concerto da Temporada Oficial realizado no Theatro Treze de Maio foi também comemorativo aos 40 anos a OSSM. Projeto realizado pela Orquestra Sinfônica de Santa Maria e Associação Cultural Orquestra Sinfônica de Santa Maria sob regência de Cláudio Esteves com solo de piano de Claudia Deltregia. Raul Dias Nunes, um dos músicos pioneiros da Orquestra Sinfônica de Santa Maria (primeiro como violinista e depois como violoncelista) foi homenageado no evento. Estiveram presentes também o primeiro maestro Frederico Richter, Marco Antonio Penna, Luciana Molz e o reitor da UFSM Felipe Martins Müller. Luiz Gonzaga Binato de Almeida foi o cerimonialista.
Fotógrafo: Orozimbo Penna. Solenidade de inauguração do mural “Quinhentos Anos de Invasão da América”, com presença do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa. O mural foi pintado em 1992 no Teatro Caixa Preta – Espaço Rozane Cardoso do Centro de Artes e Letras (CAL) pelo artista Juan Amoretti, com colaboração de Clovis Ferrari e Rildo Batista e sua dimensão é de 39x6 metros, com técnica tinta látex PVA sobre alvenaria. A pedido do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa, o espaço que era alvo de pichações, foi destinado à pintura. Segundo Amoretti, a primeira parte da pintura representa a natureza viva, o paraíso América. A segunda parte traz os espanhóis, que aparecem de forma descolonizada, com suas armaduras. Os incas se assustaram com o fogo. Da boca do cavalo, sai uma chama de fogo em forma de cruz, sendo um sinal de destruição como as Cruzadas. Nessa parte, estão representados o Inca e a esposa dele, que seriam os fundadores do império incaico, sendo dizimados.
Fotógrafo: Orozimbo Penna. Solenidade de inauguração do mural “Quinhentos Anos de Invasão da América”, com presença do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa. O mural foi pintado em 1992 no Teatro Caixa Preta – Espaço Rozane Cardoso do Centro de Artes e Letras (CAL) pelo artista Juan Amoretti, com colaboração de Clovis Ferrari e Rildo Batista e sua dimensão é de 39x6 metros, com técnica tinta látex PVA sobre alvenaria. A pedido do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa, o espaço que era alvo de pichações, foi destinado à pintura. Segundo Amoretti, a primeira parte da pintura representa a natureza viva, o paraíso América. A segunda parte traz os espanhóis, que aparecem de forma descolonizada, com suas armaduras. Os incas se assustaram com o fogo. Da boca do cavalo, sai uma chama de fogo em forma de cruz, sendo um sinal de destruição como as Cruzadas. Nessa parte, estão representados o Inca e a esposa dele, que seriam os fundadores do império incaico, sendo dizimados.
Fotógrafo: Orozimbo Penna. Solenidade de inauguração do mural “Quinhentos Anos de Invasão da América”, com presença do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa. O mural foi pintado em 1992 no Teatro Caixa Preta – Espaço Rozane Cardoso do Centro de Artes e Letras (CAL) pelo artista Juan Amoretti, com colaboração de Clovis Ferrari e Rildo Batista e sua dimensão é de 39x6 metros, com técnica tinta látex PVA sobre alvenaria. A pedido do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa, o espaço que era alvo de pichações, foi destinado à pintura. Segundo Amoretti, a primeira parte da pintura representa a natureza viva, o paraíso América. A segunda parte traz os espanhóis, que aparecem de forma descolonizada, com suas armaduras. Os incas se assustaram com o fogo. Da boca do cavalo, sai uma chama de fogo em forma de cruz, sendo um sinal de destruição como as Cruzadas. Nessa parte, estão representados o Inca e a esposa dele, que seriam os fundadores do império incaico, sendo dizimados.
Fotógrafo: Orozimbo Penna. Solenidade de inauguração do mural “Quinhentos Anos de Invasão da América”, com presença do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa. O mural foi pintado em 1992 no Teatro Caixa Preta – Espaço Rozane Cardoso do Centro de Artes e Letras (CAL) pelo artista Juan Amoretti, com colaboração de Clovis Ferrari e Rildo Batista e sua dimensão é de 39x6 metros, com técnica tinta látex PVA sobre alvenaria. A pedido do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa, o espaço que era alvo de pichações, foi destinado à pintura. Segundo Amoretti, a primeira parte da pintura representa a natureza viva, o paraíso América. A segunda parte traz os espanhóis, que aparecem de forma descolonizada, com suas armaduras. Os incas se assustaram com o fogo. Da boca do cavalo, sai uma chama de fogo em forma de cruz, sendo um sinal de destruição como as Cruzadas. Nessa parte, estão representados o Inca e a esposa dele, que seriam os fundadores do império incaico, sendo dizimados.
Fotógrafo: Orozimbo Penna. Solenidade de inauguração do mural “Quinhentos Anos de Invasão da América”, com presença do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa. O mural foi pintado em 1992 no Teatro Caixa Preta – Espaço Rozane Cardoso do Centro de Artes e Letras (CAL) pelo artista Juan Amoretti, com colaboração de Clovis Ferrari e Rildo Batista e sua dimensão é de 39x6 metros, com técnica tinta látex PVA sobre alvenaria. A pedido do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa, o espaço que era alvo de pichações, foi destinado à pintura. Segundo Amoretti, a primeira parte da pintura representa a natureza viva, o paraíso América. A segunda parte traz os espanhóis, que aparecem de forma descolonizada, com suas armaduras. Os incas se assustaram com o fogo. Da boca do cavalo, sai uma chama de fogo em forma de cruz, sendo um sinal de destruição como as Cruzadas. Nessa parte, estão representados o Inca e a esposa dele, que seriam os fundadores do império incaico, sendo dizimados.
Fotógrafo: Orozimbo Penna. Solenidade de inauguração do mural “Quinhentos Anos de Invasão da América”, com presença do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa. O mural foi pintado em 1992 no Teatro Caixa Preta – Espaço Rozane Cardoso do Centro de Artes e Letras (CAL) pelo artista Juan Amoretti, com colaboração de Clovis Ferrari e Rildo Batista e sua dimensão é de 39x6 metros, com técnica tinta látex PVA sobre alvenaria. A pedido do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa, o espaço que era alvo de pichações, foi destinado à pintura. Segundo Amoretti, a primeira parte da pintura representa a natureza viva, o paraíso América. A segunda parte traz os espanhóis, que aparecem de forma descolonizada, com suas armaduras. Os incas se assustaram com o fogo. Da boca do cavalo, sai uma chama de fogo em forma de cruz, sendo um sinal de destruição como as Cruzadas. Nessa parte, estão representados o Inca e a esposa dele, que seriam os fundadores do império incaico, sendo dizimados.
Fotógrafo: Orozimbo Penna. Solenidade de inauguração do mural “Quinhentos Anos de Invasão da América”, com presença do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa. O mural foi pintado em 1992 no Teatro Caixa Preta – Espaço Rozane Cardoso do Centro de Artes e Letras (CAL) pelo artista Juan Amoretti, com colaboração de Clovis Ferrari e Rildo Batista e sua dimensão é de 39x6 metros, com técnica tinta látex PVA sobre alvenaria. A pedido do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa, o espaço que era alvo de pichações, foi destinado à pintura. Segundo Amoretti, a primeira parte da pintura representa a natureza viva, o paraíso América. A segunda parte traz os espanhóis, que aparecem de forma descolonizada, com suas armaduras. Os incas se assustaram com o fogo. Da boca do cavalo, sai uma chama de fogo em forma de cruz, sendo um sinal de destruição como as Cruzadas. Nessa parte, estão representados o Inca e a esposa dele, que seriam os fundadores do império incaico, sendo dizimados.
Fotógrafo: Orozimbo Penna. Solenidade de inauguração do mural “Quinhentos Anos de Invasão da América”, com presença do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa. O mural foi pintado em 1992 no Teatro Caixa Preta – Espaço Rozane Cardoso do Centro de Artes e Letras (CAL) pelo artista Juan Amoretti, com colaboração de Clovis Ferrari e Rildo Batista e sua dimensão é de 39x6 metros, com técnica tinta látex PVA sobre alvenaria. A pedido do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa, o espaço que era alvo de pichações, foi destinado à pintura. Segundo Amoretti, a primeira parte da pintura representa a natureza viva, o paraíso América. A segunda parte traz os espanhóis, que aparecem de forma descolonizada, com suas armaduras. Os incas se assustaram com o fogo. Da boca do cavalo, sai uma chama de fogo em forma de cruz, sendo um sinal de destruição como as Cruzadas. Nessa parte, estão representados o Inca e a esposa dele, que seriam os fundadores do império incaico, sendo dizimados.
Fotógrafo: Orozimbo Penna. Solenidade de inauguração do mural “Quinhentos Anos de Invasão da América”, com presença do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa. O mural foi pintado em 1992 no Teatro Caixa Preta – Espaço Rozane Cardoso do Centro de Artes e Letras (CAL) pelo artista Juan Amoretti, com colaboração de Clovis Ferrari e Rildo Batista e sua dimensão é de 39x6 metros, com técnica tinta látex PVA sobre alvenaria. A pedido do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa, o espaço que era alvo de pichações, foi destinado à pintura. Segundo Amoretti, a primeira parte da pintura representa a natureza viva, o paraíso América. A segunda parte traz os espanhóis, que aparecem de forma descolonizada, com suas armaduras. Os incas se assustaram com o fogo. Da boca do cavalo, sai uma chama de fogo em forma de cruz, sendo um sinal de destruição como as Cruzadas. Nessa parte, estão representados o Inca e a esposa dele, que seriam os fundadores do império incaico, sendo dizimados.
Fotógrafo: Orozimbo Penna. Solenidade de inauguração do mural “Quinhentos Anos de Invasão da América”, com presença do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa. O mural foi pintado em 1992 no Teatro Caixa Preta – Espaço Rozane Cardoso do Centro de Artes e Letras (CAL) pelo artista Juan Amoretti, com colaboração de Clovis Ferrari e Rildo Batista e sua dimensão é de 39x6 metros, com técnica tinta látex PVA sobre alvenaria. A pedido do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa, o espaço que era alvo de pichações, foi destinado à pintura. Segundo Amoretti, a primeira parte da pintura representa a natureza viva, o paraíso América. A segunda parte traz os espanhóis, que aparecem de forma descolonizada, com suas armaduras. Os incas se assustaram com o fogo. Da boca do cavalo, sai uma chama de fogo em forma de cruz, sendo um sinal de destruição como as Cruzadas. Nessa parte, estão representados o Inca e a esposa dele, que seriam os fundadores do império incaico, sendo dizimados.
Fotógrafo: Orozimbo Penna. Solenidade de inauguração do mural “Quinhentos Anos de Invasão da América”, com presença do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa. O mural foi pintado em 1992 no Teatro Caixa Preta – Espaço Rozane Cardoso do Centro de Artes e Letras (CAL) pelo artista Juan Amoretti, com colaboração de Clovis Ferrari e Rildo Batista e sua dimensão é de 39x6 metros, com técnica tinta látex PVA sobre alvenaria. A pedido do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa, o espaço que era alvo de pichações, foi destinado à pintura. Segundo Amoretti, a primeira parte da pintura representa a natureza viva, o paraíso América. A segunda parte traz os espanhóis, que aparecem de forma descolonizada, com suas armaduras. Os incas se assustaram com o fogo. Da boca do cavalo, sai uma chama de fogo em forma de cruz, sendo um sinal de destruição como as Cruzadas. Nessa parte, estão representados o Inca e a esposa dele, que seriam os fundadores do império incaico, sendo dizimados.
Fotógrafo: Orozimbo Penna. Solenidade de inauguração do mural “Quinhentos Anos de Invasão da América”, com presença do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa. O mural foi pintado em 1992 no Teatro Caixa Preta – Espaço Rozane Cardoso do Centro de Artes e Letras (CAL) pelo artista Juan Amoretti, com colaboração de Clovis Ferrari e Rildo Batista e sua dimensão é de 39x6 metros, com técnica tinta látex PVA sobre alvenaria. A pedido do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa, o espaço que era alvo de pichações, foi destinado à pintura. Segundo Amoretti, a primeira parte da pintura representa a natureza viva, o paraíso América. A segunda parte traz os espanhóis, que aparecem de forma descolonizada, com suas armaduras. Os incas se assustaram com o fogo. Da boca do cavalo, sai uma chama de fogo em forma de cruz, sendo um sinal de destruição como as Cruzadas. Nessa parte, estão representados o Inca e a esposa dele, que seriam os fundadores do império incaico, sendo dizimados.
Fotógrafo: Orozimbo Penna. Solenidade de inauguração do mural “Quinhentos Anos de Invasão da América”, com presença do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa. O mural foi pintado em 1992 no Teatro Caixa Preta – Espaço Rozane Cardoso do Centro de Artes e Letras (CAL) pelo artista Juan Amoretti, com colaboração de Clovis Ferrari e Rildo Batista e sua dimensão é de 39x6 metros, com técnica tinta látex PVA sobre alvenaria. A pedido do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa, o espaço que era alvo de pichações, foi destinado à pintura. Segundo Amoretti, a primeira parte da pintura representa a natureza viva, o paraíso América. A segunda parte traz os espanhóis, que aparecem de forma descolonizada, com suas armaduras. Os incas se assustaram com o fogo. Da boca do cavalo, sai uma chama de fogo em forma de cruz, sendo um sinal de destruição como as Cruzadas. Nessa parte, estão representados o Inca e a esposa dele, que seriam os fundadores do império incaico, sendo dizimados.
Fotógrafo: Orozimbo Penna. Solenidade de inauguração do mural “Quinhentos Anos de Invasão da América”, com presença do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa. O mural foi pintado em 1992 no Teatro Caixa Preta – Espaço Rozane Cardoso do Centro de Artes e Letras (CAL) pelo artista Juan Amoretti, com colaboração de Clovis Ferrari e Rildo Batista e sua dimensão é de 39x6 metros, com técnica tinta látex PVA sobre alvenaria. A pedido do Reitor Tabajara Gaúcho da Costa, o espaço que era alvo de pichações, foi destinado à pintura. Segundo Amoretti, a primeira parte da pintura representa a natureza viva, o paraíso América. A segunda parte traz os espanhóis, que aparecem de forma descolonizada, com suas armaduras. Os incas se assustaram com o fogo. Da boca do cavalo, sai uma chama de fogo em forma de cruz, sendo um sinal de destruição como as Cruzadas. Nessa parte, estão representados o Inca e a esposa dele, que seriam os fundadores do império incaico, sendo dizimados.
Fotógrafo: Orozimbo Penna Assinatura de convênio entre a UFSM e o Instituto Estadual do Livro (IEL) para a edição das obras completas do poeta santamariense Felippe D’Oliveira, composto por dez livros dedicados à sua vida e obra. A solenidade ocorreu durante o evento de lançamento da Série Letras Riograndenses de poetas do RS.
Fotógrafo: Orozimbo Penna Assinatura de convênio entre a UFSM e o Instituto Estadual do Livro (IEL) para a edição das obras completas do poeta santamariense Felippe D’Oliveira, composto por dez livros dedicados à sua vida e obra. A solenidade ocorreu durante o evento de lançamento da Série Letras Riograndenses de poetas do RS.
Fotógrafo: Orozimbo Penna Assinatura de convênio entre a UFSM e o Instituto Estadual do Livro (IEL) para a edição das obras completas do poeta santamariense Felippe D’Oliveira, composto por dez livros dedicados à sua vida e obra. A solenidade ocorreu durante o evento de lançamento da Série Letras Riograndenses de poetas do RS.
Fotógrafo: Orozimbo Penna Assinatura de convênio entre a UFSM e o Instituto Estadual do Livro (IEL) para a edição das obras completas do poeta santamariense Felippe D’Oliveira, composto por dez livros dedicados à sua vida e obra. A solenidade ocorreu durante o evento de lançamento da Série Letras Riograndenses de poetas do RS.
Fotógrafo: Orozimbo Penna Assinatura de convênio entre a UFSM e o Instituto Estadual do Livro (IEL) para a edição das obras completas do poeta santamariense Felippe D’Oliveira, composto por dez livros dedicados à sua vida e obra. A solenidade ocorreu durante o evento de lançamento da Série Letras Riograndenses de poetas do RS.
Fotografia de Rafael Happke. A nomeação da Sala de Ensaios Maestro Frederico Richter ocorreu como uma forma de homenagear o ex-maestro e fundador da Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM), que faleceu no início de 2023. O momento contou com a presença de Ivone de Argollo Mendes Richter viúva do homenageado; João Batista Sartor, maestro da OSSM; Ênio Guerra, ex-maestro da orquestra; Ana Lúcia Rodrigues Oliveira, vice-Presidente Associação Cultural da OSSM; Flavi Ferreira Lisboa Filho, Pró-Reitor de Extensão; Beatriz Fonseca Isaia; Luiz Gonzaga Binato de Almeida; e músicos convidados.
Fotografia de Rafael Happke. A nomeação da Sala de Ensaios Maestro Frederico Richter ocorreu como uma forma de homenagear o ex-maestro e fundador da Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM), que faleceu no início de 2023. O momento contou com a presença de Ivone de Argollo Mendes Richter viúva do homenageado; João Batista Sartor, maestro da OSSM; Ênio Guerra, ex-maestro da orquestra; Ana Lúcia Rodrigues Oliveira, vice-Presidente Associação Cultural da OSSM; Flavi Ferreira Lisboa Filho, Pró-Reitor de Extensão; Beatriz Fonseca Isaia; Luiz Gonzaga Binato de Almeida; e músicos convidados.
Fotografia de Rafael Happke. A nomeação da Sala de Ensaios Maestro Frederico Richter ocorreu como uma forma de homenagear o ex-maestro e fundador da Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM), que faleceu no início de 2023. O momento contou com a presença de Ivone de Argollo Mendes Richter viúva do homenageado; João Batista Sartor, maestro da OSSM; Ênio Guerra, ex-maestro da orquestra; Ana Lúcia Rodrigues Oliveira, vice-Presidente Associação Cultural da OSSM; Flavi Ferreira Lisboa Filho, Pró-Reitor de Extensão; Beatriz Fonseca Isaia; Luiz Gonzaga Binato de Almeida; e músicos convidados.
Fotografia de Rafael Happke. A nomeação da Sala de Ensaios Maestro Frederico Richter ocorreu como uma forma de homenagear o ex-maestro e fundador da Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM), que faleceu no início de 2023. O momento contou com a presença de Ivone de Argollo Mendes Richter viúva do homenageado; João Batista Sartor, maestro da OSSM; Ênio Guerra, ex-maestro da orquestra; Ana Lúcia Rodrigues Oliveira, vice-Presidente Associação Cultural da OSSM; Flavi Ferreira Lisboa Filho, Pró-Reitor de Extensão; Beatriz Fonseca Isaia; Luiz Gonzaga Binato de Almeida; e músicos convidados.
Fotografia de Rafael Happke. A nomeação da Sala de Ensaios Maestro Frederico Richter ocorreu como uma forma de homenagear o ex-maestro e fundador da Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM), que faleceu no início de 2023. O momento contou com a presença de Ivone de Argollo Mendes Richter viúva do homenageado; João Batista Sartor, maestro da OSSM; Ênio Guerra, ex-maestro da orquestra; Ana Lúcia Rodrigues Oliveira, vice-Presidente Associação Cultural da OSSM; Flavi Ferreira Lisboa Filho, Pró-Reitor de Extensão; Beatriz Fonseca Isaia; Luiz Gonzaga Binato de Almeida; e músicos convidados.
Fotografia de Rafael Happke. A nomeação da Sala de Ensaios Maestro Frederico Richter ocorreu como uma forma de homenagear o ex-maestro e fundador da Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM), que faleceu no início de 2023. O momento contou com a presença de Ivone de Argollo Mendes Richter viúva do homenageado; João Batista Sartor, maestro da OSSM; Ênio Guerra, ex-maestro da orquestra; Ana Lúcia Rodrigues Oliveira, vice-Presidente Associação Cultural da OSSM; Flavi Ferreira Lisboa Filho, Pró-Reitor de Extensão; Beatriz Fonseca Isaia; Luiz Gonzaga Binato de Almeida; e músicos convidados.