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Quadros, Mirian Redin de
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Visita de Nicola Occhipinti à UFSM

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 29 de julho de 2017, o Cônsul Geral da Itália em Porto Alegre fez uma visita à UFSM. Nicola Occhipinti foi recebido pelo Reitor, professor Paulo Afonso Burmann, e demais lideranças universitárias, com quem discutiu as relações de cooperação entre a Universidade e instituições italianas. Após a reunião, realizada no Gabinete do Reitor, o Cônsul foi convidado a conhecer o Centro de Convenções da Universidade.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Visita de Nicola Occhipinti à UFSM

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 29 de julho de 2017, o Cônsul Geral da Itália em Porto Alegre fez uma visita à UFSM. Nicola Occhipinti foi recebido pelo Reitor, professor Paulo Afonso Burmann, e demais lideranças universitárias, com quem discutiu as relações de cooperação entre a Universidade e instituições italianas. Após a reunião, realizada no Gabinete do Reitor, o Cônsul foi convidado a conhecer o Centro de Convenções da Universidade.

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Visita de Nicola Occhipinti à UFSM

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 29 de julho de 2017, o Cônsul Geral da Itália em Porto Alegre fez uma visita à UFSM. Nicola Occhipinti foi recebido pelo Reitor, professor Paulo Afonso Burmann, e demais lideranças universitárias, com quem discutiu as relações de cooperação entre a Universidade e instituições italianas. Após a reunião, realizada no Gabinete do Reitor, o Cônsul foi convidado a conhecer o Centro de Convenções da Universidade.

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Visita de Nicola Occhipinti à UFSM

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 29 de julho de 2017, o Cônsul Geral da Itália em Porto Alegre fez uma visita à UFSM. Nicola Occhipinti foi recebido pelo Reitor, professor Paulo Afonso Burmann, e demais lideranças universitárias, com quem discutiu as relações de cooperação entre a Universidade e instituições italianas. Após a reunião, realizada no Gabinete do Reitor, o Cônsul foi convidado a conhecer o Centro de Convenções da Universidade.

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Visita de Nicola Occhipinti à UFSM

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 29 de julho de 2017, o Cônsul Geral da Itália em Porto Alegre fez uma visita à UFSM. Nicola Occhipinti foi recebido pelo Reitor, professor Paulo Afonso Burmann, e demais lideranças universitárias, com quem discutiu as relações de cooperação entre a Universidade e instituições italianas. Após a reunião, realizada no Gabinete do Reitor, o Cônsul foi convidado a conhecer o Centro de Convenções da Universidade.

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Visita de Nicola Occhipinti à UFSM

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 29 de julho de 2017, o Cônsul Geral da Itália em Porto Alegre fez uma visita à UFSM. Nicola Occhipinti foi recebido pelo Reitor, professor Paulo Afonso Burmann, e demais lideranças universitárias, com quem discutiu as relações de cooperação entre a Universidade e instituições italianas. Após a reunião, realizada no Gabinete do Reitor, o Cônsul foi convidado a conhecer o Centro de Convenções da Universidade.

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Visita de Nicola Occhipinti à UFSM

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 29 de julho de 2017, o Cônsul Geral da Itália em Porto Alegre fez uma visita à UFSM. Nicola Occhipinti foi recebido pelo Reitor, professor Paulo Afonso Burmann, e demais lideranças universitárias, com quem discutiu as relações de cooperação entre a Universidade e instituições italianas. Após a reunião, realizada no Gabinete do Reitor, o Cônsul foi convidado a conhecer o Centro de Convenções da Universidade.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Sistema de Monitoramento

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Foi realizado o aperfeiçoamento da Central de Monitoramento do 55BET Pro da UFSM, com a substituição das antigas câmeras analógicas por equipamentos digitais, integradas a um sistema interno de monitoramento inteligente. Atualmente, o sistema de monitoramento da UFSM conta com 142 câmeras de vigilância, sendo 119 externas e 23 internas – estas últimas instaladas nas entradas dos blocos da Casa do Estudante. Há dois tipos de equipamentos em operação, monitorados por operadores que atuam 24 horas por dia, sete dias por semana: câmeras fixas e câmeras com capacidade de movimentação em 360° e aproximação de até 30 vezes (zoom).

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Sistema de Monitoramento

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Foi realizado o aperfeiçoamento da Central de Monitoramento do 55BET Pro da UFSM, com a substituição das antigas câmeras analógicas por equipamentos digitais, integradas a um sistema interno de monitoramento inteligente. Atualmente, o sistema de monitoramento da UFSM conta com 142 câmeras de vigilância, sendo 119 externas e 23 internas – estas últimas instaladas nas entradas dos blocos da Casa do Estudante. Há dois tipos de equipamentos em operação, monitorados por operadores que atuam 24 horas por dia, sete dias por semana: câmeras fixas e câmeras com capacidade de movimentação em 360° e aproximação de até 30 vezes (zoom).

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Sistema de Monitoramento

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Foi realizado o aperfeiçoamento da Central de Monitoramento do 55BET Pro da UFSM, com a substituição das antigas câmeras analógicas por equipamentos digitais, integradas a um sistema interno de monitoramento inteligente. Atualmente, o sistema de monitoramento da UFSM conta com 142 câmeras de vigilância, sendo 119 externas e 23 internas – estas últimas instaladas nas entradas dos blocos da Casa do Estudante. Há dois tipos de equipamentos em operação, monitorados por operadores que atuam 24 horas por dia, sete dias por semana: câmeras fixas e câmeras com capacidade de movimentação em 360° e aproximação de até 30 vezes (zoom).

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Reunião do Projeto de Eficiência Energética

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O projeto atuará sob quatro diretrizes principais: iluminação, geração, refrigeração e gestão de eficiência energética, prevendo melhorias na iluminação pública do campus e de salas e a instalação de uma usina de geração de energia fotovoltaica.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

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O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

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O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

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O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

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O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

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O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

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O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

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Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

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Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

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Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

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Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

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Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Prêmio Criativos da Escola – CTISM

Fotografia de Mirian Quadros.
O Ciclo de Estudos sobre História e Culturas Afro-Brasileiras foi um dos 11 projetos, dentre os 1.492 projetos inscritos, premiados pelo Desafio Criativos da Escola, organizado pela Fundação Alana. A entrega da premiação ocorreu no dia 5 de dezembro, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Evento anual promovido pelo CTISM, desde 2010, organizado pela professora de história Roselene Moreira Gomes Pommer, o Ciclo tem como objetivo dar visibilidade aos trabalhos sobre história e cultura afro-brasileiras e africanas, que os alunos dos terceiros anos produzem na disciplina de História. A cada ano, uma temática é escolhida pelos estudantes e desenvolvida ao longo de todo o ano letivo, envolvendo desde o planejamento e pesquisas de campo, até a produção, apresentação e publicação de resumos. O projeto culmina com a realização de um evento, em novembro, integrando a programação da Semana Municipal da Semana da Consciência Negra.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Prêmio Criativos da Escola – CTISM

Fotografia de Mirian Quadros.
O Ciclo de Estudos sobre História e Culturas Afro-Brasileiras foi um dos 11 projetos, dentre os 1.492 projetos inscritos, premiados pelo Desafio Criativos da Escola, organizado pela Fundação Alana. A entrega da premiação ocorreu no dia 5 de dezembro, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Evento anual promovido pelo CTISM, desde 2010, organizado pela professora de história Roselene Moreira Gomes Pommer, o Ciclo tem como objetivo dar visibilidade aos trabalhos sobre história e cultura afro-brasileiras e africanas, que os alunos dos terceiros anos produzem na disciplina de História. A cada ano, uma temática é escolhida pelos estudantes e desenvolvida ao longo de todo o ano letivo, envolvendo desde o planejamento e pesquisas de campo, até a produção, apresentação e publicação de resumos. O projeto culmina com a realização de um evento, em novembro, integrando a programação da Semana Municipal da Semana da Consciência Negra.

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Fotografia de Mirian Quadros.
O Ciclo de Estudos sobre História e Culturas Afro-Brasileiras foi um dos 11 projetos, dentre os 1.492 projetos inscritos, premiados pelo Desafio Criativos da Escola, organizado pela Fundação Alana. A entrega da premiação ocorreu no dia 5 de dezembro, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Evento anual promovido pelo CTISM, desde 2010, organizado pela professora de história Roselene Moreira Gomes Pommer, o Ciclo tem como objetivo dar visibilidade aos trabalhos sobre história e cultura afro-brasileiras e africanas, que os alunos dos terceiros anos produzem na disciplina de História. A cada ano, uma temática é escolhida pelos estudantes e desenvolvida ao longo de todo o ano letivo, envolvendo desde o planejamento e pesquisas de campo, até a produção, apresentação e publicação de resumos. O projeto culmina com a realização de um evento, em novembro, integrando a programação da Semana Municipal da Semana da Consciência Negra.

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Fotografia de Mirian Quadros.
O Ciclo de Estudos sobre História e Culturas Afro-Brasileiras foi um dos 11 projetos, dentre os 1.492 projetos inscritos, premiados pelo Desafio Criativos da Escola, organizado pela Fundação Alana. A entrega da premiação ocorreu no dia 5 de dezembro, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Evento anual promovido pelo CTISM, desde 2010, organizado pela professora de história Roselene Moreira Gomes Pommer, o Ciclo tem como objetivo dar visibilidade aos trabalhos sobre história e cultura afro-brasileiras e africanas, que os alunos dos terceiros anos produzem na disciplina de História. A cada ano, uma temática é escolhida pelos estudantes e desenvolvida ao longo de todo o ano letivo, envolvendo desde o planejamento e pesquisas de campo, até a produção, apresentação e publicação de resumos. O projeto culmina com a realização de um evento, em novembro, integrando a programação da Semana Municipal da Semana da Consciência Negra.

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Fotografia de Mirian Quadros.
O Ciclo de Estudos sobre História e Culturas Afro-Brasileiras foi um dos 11 projetos, dentre os 1.492 projetos inscritos, premiados pelo Desafio Criativos da Escola, organizado pela Fundação Alana. A entrega da premiação ocorreu no dia 5 de dezembro, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Evento anual promovido pelo CTISM, desde 2010, organizado pela professora de história Roselene Moreira Gomes Pommer, o Ciclo tem como objetivo dar visibilidade aos trabalhos sobre história e cultura afro-brasileiras e africanas, que os alunos dos terceiros anos produzem na disciplina de História. A cada ano, uma temática é escolhida pelos estudantes e desenvolvida ao longo de todo o ano letivo, envolvendo desde o planejamento e pesquisas de campo, até a produção, apresentação e publicação de resumos. O projeto culmina com a realização de um evento, em novembro, integrando a programação da Semana Municipal da Semana da Consciência Negra.

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Prêmio Criativos da Escola – CTISM

Fotografia de Mirian Quadros.
O Ciclo de Estudos sobre História e Culturas Afro-Brasileiras foi um dos 11 projetos, dentre os 1.492 projetos inscritos, premiados pelo Desafio Criativos da Escola, organizado pela Fundação Alana. A entrega da premiação ocorreu no dia 5 de dezembro, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Evento anual promovido pelo CTISM, desde 2010, organizado pela professora de história Roselene Moreira Gomes Pommer, o Ciclo tem como objetivo dar visibilidade aos trabalhos sobre história e cultura afro-brasileiras e africanas, que os alunos dos terceiros anos produzem na disciplina de História. A cada ano, uma temática é escolhida pelos estudantes e desenvolvida ao longo de todo o ano letivo, envolvendo desde o planejamento e pesquisas de campo, até a produção, apresentação e publicação de resumos. O projeto culmina com a realização de um evento, em novembro, integrando a programação da Semana Municipal da Semana da Consciência Negra.

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Momento Musical

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Apresentação de trombone e tuba, trabalho desenvolvido pelo grupo “RS BONES” do projeto Momento Musical, sob a orientação do professor Diego Ramires da Silva Leite, no hall da Administração Central da UFSM. Momento Musical é um projeto de extensão do Curso de Música da UFSM, que como objetivo principal oferece aos alunos do curso a oportunidade de se apresentarem para os seus professores, colegas e a comunidade em geral.

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Momento Musical

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Apresentação de trombone e tuba, trabalho desenvolvido pelo grupo “RS BONES” do projeto Momento Musical, sob a orientação do professor Diego Ramires da Silva Leite, no hall da Administração Central da UFSM. Momento Musical é um projeto de extensão do Curso de Música da UFSM, que como objetivo principal oferece aos alunos do curso a oportunidade de se apresentarem para os seus professores, colegas e a comunidade em geral.

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Momento Musical

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Apresentação de trombone e tuba, trabalho desenvolvido pelo grupo “RS BONES” do projeto Momento Musical, sob a orientação do professor Diego Ramires da Silva Leite, no hall da Administração Central da UFSM. Momento Musical é um projeto de extensão do Curso de Música da UFSM, que como objetivo principal oferece aos alunos do curso a oportunidade de se apresentarem para os seus professores, colegas e a comunidade em geral.

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