Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos. O Curso de Audiodescrição Nível Básico foi promovido pela Comissão de Audiodescrição do Núcleo de Acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED), na modalidade presencial, com aulas à tarde nos dias 21 a 25 de maio e 04 a 08 de junho de 2018; e integra o Projeto de Extensão Audiodescrição: Traduzindo Imagens em Palavras, da CAED, o qual tem por objetivo ofertar cursos de formação continuada em audiodescrição. Cristina Strohschoen dos Santos arquivista do Departamento de Arquivo Geral foi participante do projeto de extensão e uma das ministrantes do curso. Nessa edição, o curso contou com a participação de 10 servidores, 11 estudantes e seis pessoas da comunidade, totalizando 27 cursistas.
Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos. O Curso de Audiodescrição Nível Básico foi promovido pela Comissão de Audiodescrição do Núcleo de Acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED), na modalidade presencial, com aulas à tarde nos dias 21 a 25 de maio e 04 a 08 de junho de 2018; e integra o Projeto de Extensão Audiodescrição: Traduzindo Imagens em Palavras, da CAED, o qual tem por objetivo ofertar cursos de formação continuada em audiodescrição. Cristina Strohschoen dos Santos arquivista do Departamento de Arquivo Geral foi participante do projeto de extensão e uma das ministrantes do curso. Nessa edição, o curso contou com a participação de 10 servidores, 11 estudantes e seis pessoas da comunidade, totalizando 27 cursistas.
Fotografia de Katia Suelem Moreira. O Curso Básico de Audiodescrição foi realizado de 03 a 07 de junho, no auditório do prédio 21 da Cidade Universitária UFSM. O curso foi promovido pela Comissão de Audiodescrição do Núcleo de Acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED) e a equipe organizadora foi composta por integrantes da Comissão de Audiodescrição da UFSM: Cristian Evandro Sehnem, Cristina Strohschoen dos Santos (arquivista do DAG), Fernanda Taschetto, Josefa Lidia Costa Pereira, além das bolsistas Cíntia Pasa Lopes e Vitória Rodrigues no apoio técnico. O seu conteúdo teórico abordou os tipos de audiodescrição (imagens estáticas e dinâmicas), as barreiras atitudinais, normas técnicas da ABNT, profissionais Roteirista e Consultor em audiodescrição, modos de publicação acessível, princípio inclusivo da audiodescrição e principais leis brasileiras pertinentes. Além disso, foram realizados inúmeros exercícios práticos.
Fotografia de Katia Suelem Moreira. O Curso Básico de Audiodescrição foi realizado de 03 a 07 de junho, no auditório do prédio 21 da Cidade Universitária UFSM. O curso foi promovido pela Comissão de Audiodescrição do Núcleo de Acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED) e a equipe organizadora foi composta por integrantes da Comissão de Audiodescrição da UFSM: Cristian Evandro Sehnem, Cristina Strohschoen dos Santos (arquivista do DAG), Fernanda Taschetto, Josefa Lidia Costa Pereira, além das bolsistas Cíntia Pasa Lopes e Vitória Rodrigues no apoio técnico. O seu conteúdo teórico abordou os tipos de audiodescrição (imagens estáticas e dinâmicas), as barreiras atitudinais, normas técnicas da ABNT, profissionais Roteirista e Consultor em audiodescrição, modos de publicação acessível, princípio inclusivo da audiodescrição e principais leis brasileiras pertinentes. Além disso, foram realizados inúmeros exercícios práticos.
Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos. O evento Leitura Inclusiva: Pessoas com Deficiência Visual foi realizado como parte da programação de leitura inclusiva da 46ª Feira do Livro de Santa Maria. Os promotores foram o GT Centro RS de Leitura Inclusiva, a Associação de Cegos e Deficientes Visuais de Santa Maria (ACDV), Secretaria Municipal de Educação (SMED), Projeto Cegueira e Baixa Visão UFSM e o Núcleo de Acessibilidade UFSM. Daverlan Dalla Lanna e Arlete Priscila Costa da Rosa, ambos deficientes visuais, contaram as histórias “O menino que via com as mãos” e “Abraço de urso”. Após, Marli Schimdt, professora e presidente da ACDV, explicou por quem foi criada a linguagem em braille e as suas utilizações nos dias de hoje. Estiveram presentes as escolas Pão dos Pobres, Adelmo Simas Genro e Maria de Lourdes Castro, além do público em geral. Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral são os representantes da UFSM na Rede de Leitura Inclusiva.
Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos. O evento Leitura Inclusiva: Pessoas com Deficiência Visual foi realizado como parte da programação de leitura inclusiva da 46ª Feira do Livro de Santa Maria. Os promotores foram o GT Centro RS de Leitura Inclusiva, a Associação de Cegos e Deficientes Visuais de Santa Maria (ACDV), Secretaria Municipal de Educação (SMED), Projeto Cegueira e Baixa Visão UFSM e o Núcleo de Acessibilidade UFSM. Daverlan Dalla Lanna e Arlete Priscila Costa da Rosa, ambos deficientes visuais, contaram as histórias “O menino que via com as mãos” e “Abraço de urso”. Após, Marli Schimdt, professora e presidente da ACDV, explicou por quem foi criada a linguagem em braille e as suas utilizações nos dias de hoje. Estiveram presentes as escolas Pão dos Pobres, Adelmo Simas Genro e Maria de Lourdes Castro, além do público em geral. Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral são os representantes da UFSM na Rede de Leitura Inclusiva.
Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos. O evento Leitura Inclusiva: Pessoas com Deficiência Visual foi realizado como parte da programação de leitura inclusiva da 46ª Feira do Livro de Santa Maria. Os promotores foram o GT Centro RS de Leitura Inclusiva, a Associação de Cegos e Deficientes Visuais de Santa Maria (ACDV), Secretaria Municipal de Educação (SMED), Projeto Cegueira e Baixa Visão UFSM e o Núcleo de Acessibilidade UFSM. Daverlan Dalla Lanna e Arlete Priscila Costa da Rosa, ambos deficientes visuais, contaram as histórias “O menino que via com as mãos” e “Abraço de urso”. Após, Marli Schimdt, professora e presidente da ACDV, explicou por quem foi criada a linguagem em braille e as suas utilizações nos dias de hoje. Estiveram presentes as escolas Pão dos Pobres, Adelmo Simas Genro e Maria de Lourdes Castro, além do público em geral. Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral são os representantes da UFSM na Rede de Leitura Inclusiva.
Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos. O evento Leitura Inclusiva: Pessoas com Deficiência Visual foi realizado como parte da programação de leitura inclusiva da 46ª Feira do Livro de Santa Maria. Os promotores foram o GT Centro RS de Leitura Inclusiva, a Associação de Cegos e Deficientes Visuais de Santa Maria (ACDV), Secretaria Municipal de Educação (SMED), Projeto Cegueira e Baixa Visão UFSM e o Núcleo de Acessibilidade UFSM. Daverlan Dalla Lanna e Arlete Priscila Costa da Rosa, ambos deficientes visuais, contaram as histórias “O menino que via com as mãos” e “Abraço de urso”. Após, Marli Schimdt, professora e presidente da ACDV, explicou por quem foi criada a linguagem em braille e as suas utilizações nos dias de hoje. Estiveram presentes as escolas Pão dos Pobres, Adelmo Simas Genro e Maria de Lourdes Castro, além do público em geral. Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral são os representantes da UFSM na Rede de Leitura Inclusiva.
Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos. O evento Leitura Inclusiva: Pessoas com Deficiência Visual foi realizado como parte da programação de leitura inclusiva da 46ª Feira do Livro de Santa Maria. Os promotores foram o GT Centro RS de Leitura Inclusiva, a Associação de Cegos e Deficientes Visuais de Santa Maria (ACDV), Secretaria Municipal de Educação (SMED), Projeto Cegueira e Baixa Visão UFSM e o Núcleo de Acessibilidade UFSM. Daverlan Dalla Lanna e Arlete Priscila Costa da Rosa, ambos deficientes visuais, contaram as histórias “O menino que via com as mãos” e “Abraço de urso”. Após, Marli Schimdt, professora e presidente da ACDV, explicou por quem foi criada a linguagem em braille e as suas utilizações nos dias de hoje. Estiveram presentes as escolas Pão dos Pobres, Adelmo Simas Genro e Maria de Lourdes Castro, além do público em geral. Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral são os representantes da UFSM na Rede de Leitura Inclusiva.
Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos. O evento Leitura Inclusiva: Pessoas com Deficiência Visual foi realizado como parte da programação de leitura inclusiva da 46ª Feira do Livro de Santa Maria. Os promotores foram o GT Centro RS de Leitura Inclusiva, a Associação de Cegos e Deficientes Visuais de Santa Maria (ACDV), Secretaria Municipal de Educação (SMED), Projeto Cegueira e Baixa Visão UFSM e o Núcleo de Acessibilidade UFSM. Daverlan Dalla Lanna e Arlete Priscila Costa da Rosa, ambos deficientes visuais, contaram as histórias “O menino que via com as mãos” e “Abraço de urso”. Após, Marli Schimdt, professora e presidente da ACDV, explicou por quem foi criada a linguagem em braille e as suas utilizações nos dias de hoje. Estiveram presentes as escolas Pão dos Pobres, Adelmo Simas Genro e Maria de Lourdes Castro, além do público em geral. Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral são os representantes da UFSM na Rede de Leitura Inclusiva.
Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos. O evento Leitura Inclusiva: Pessoas com Deficiência Visual foi realizado como parte da programação de leitura inclusiva da 46ª Feira do Livro de Santa Maria. Os promotores foram o GT Centro RS de Leitura Inclusiva, a Associação de Cegos e Deficientes Visuais de Santa Maria (ACDV), Secretaria Municipal de Educação (SMED), Projeto Cegueira e Baixa Visão UFSM e o Núcleo de Acessibilidade UFSM. Daverlan Dalla Lanna e Arlete Priscila Costa da Rosa, ambos deficientes visuais, contaram as histórias “O menino que via com as mãos” e “Abraço de urso”. Após, Marli Schimdt, professora e presidente da ACDV, explicou por quem foi criada a linguagem em braille e as suas utilizações nos dias de hoje. Estiveram presentes as escolas Pão dos Pobres, Adelmo Simas Genro e Maria de Lourdes Castro, além do público em geral. Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral são os representantes da UFSM na Rede de Leitura Inclusiva.
Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos. O evento Leitura Inclusiva: Pessoas com Deficiência Visual foi realizado como parte da programação de leitura inclusiva da 46ª Feira do Livro de Santa Maria. Os promotores foram o GT Centro RS de Leitura Inclusiva, a Associação de Cegos e Deficientes Visuais de Santa Maria (ACDV), Secretaria Municipal de Educação (SMED), Projeto Cegueira e Baixa Visão UFSM e o Núcleo de Acessibilidade UFSM. Daverlan Dalla Lanna e Arlete Priscila Costa da Rosa, ambos deficientes visuais, contaram as histórias “O menino que via com as mãos” e “Abraço de urso”. Após, Marli Schimdt, professora e presidente da ACDV, explicou por quem foi criada a linguagem em braille e as suas utilizações nos dias de hoje. Estiveram presentes as escolas Pão dos Pobres, Adelmo Simas Genro e Maria de Lourdes Castro, além do público em geral. Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral são os representantes da UFSM na Rede de Leitura Inclusiva.