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Escola de Samba Arco Íris
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Carnaval Muamba

A festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

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Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o 55BET Pro contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva 55BET Pro de 2015, intitulada "Samba 55BET Pro: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba 55BET Pro, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Franciele Oliveira.

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