Na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2014, num universo de 8.721.946 de inscritos, apenas 95, se identificaram enquanto pessoas trans e reivindicaram o uso de seu nome social. Esse dado leva a um questionamento pouco feito durante o cotidiano: onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, promoveu o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”. Fotografia de Priscila Aguiar.
Na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2014, num universo de 8.721.946 de inscritos, apenas 95, se identificaram enquanto pessoas trans e reivindicaram o uso de seu nome social. Esse dado leva a um questionamento pouco feito durante o cotidiano: onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, promoveu o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”. Fotografia de Priscila Aguiar.
Na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2014, num universo de 8.721.946 de inscritos, apenas 95, se identificaram enquanto pessoas trans e reivindicaram o uso de seu nome social. Esse dado leva a um questionamento pouco feito durante o cotidiano: onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, promoveu o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”. Fotografia de Priscila Aguiar.