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Denkin, Bruna Loureiro
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Apresentação da Casa Verônica do Observatório de Direitos Humanos

Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Apresentação da Casa Verônica do Observatório de Direitos Humanos

Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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Apresentação da Casa Verônica do Observatório de Direitos Humanos

Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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Lançamento do Documentário “Verônica” no Cineclube da Boca

Fotografia por Eduarda Magalhães.
O Cineclube da Boca apresentou no dia 28 de setembro de 2022 o documentário “Verônica”. A produção audiovisual de 20 minutos, dirigida por Heitor Leal, foi exibida no prédio 67 da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A exibição foi resultado de uma parceria entre a Casa Verônica, o Cineclube da Boca e a TV OVO, que produziu o curta-metragem. A obra relata a história de vida de Verônica, uma mulher trans conhecida como “Mãe Loira”. Por meio da perspectiva de pessoas que conviveram com Verônica, a produção buscou contar como funcionava o alojamento de acolhimento criado por ela. Fundado em 2006, o Verônica Alojamento, localizado no Bairro Urlândia, chegou a receber mais de mil pessoas vindas de todo o país, sendo referência de acolhimento e atuação por debates a respeito das violências sofridas pela população LGBTQIA+.

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Lançamento do Documentário “Verônica” no Cineclube da Boca

Fotografia por Eduarda Magalhães.
O Cineclube da Boca apresentou no dia 28 de setembro de 2022 o documentário “Verônica”. A produção audiovisual de 20 minutos, dirigida por Heitor Leal, foi exibida no prédio 67 da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A exibição foi resultado de uma parceria entre a Casa Verônica, o Cineclube da Boca e a TV OVO, que produziu o curta-metragem. A obra relata a história de vida de Verônica, uma mulher trans conhecida como “Mãe Loira”. Por meio da perspectiva de pessoas que conviveram com Verônica, a produção buscou contar como funcionava o alojamento de acolhimento criado por ela. Fundado em 2006, o Verônica Alojamento, localizado no Bairro Urlândia, chegou a receber mais de mil pessoas vindas de todo o país, sendo referência de acolhimento e atuação por debates a respeito das violências sofridas pela população LGBTQIA+.

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Lançamento do Documentário “Verônica” no Cineclube da Boca

Fotografia por Eduarda Magalhães.
O Cineclube da Boca apresentou no dia 28 de setembro de 2022 o documentário “Verônica”. A produção audiovisual de 20 minutos, dirigida por Heitor Leal, foi exibida no prédio 67 da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A exibição foi resultado de uma parceria entre a Casa Verônica, o Cineclube da Boca e a TV OVO, que produziu o curta-metragem. A obra relata a história de vida de Verônica, uma mulher trans conhecida como “Mãe Loira”. Por meio da perspectiva de pessoas que conviveram com Verônica, a produção buscou contar como funcionava o alojamento de acolhimento criado por ela. Fundado em 2006, o Verônica Alojamento, localizado no Bairro Urlândia, chegou a receber mais de mil pessoas vindas de todo o país, sendo referência de acolhimento e atuação por debates a respeito das violências sofridas pela população LGBTQIA+.

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Lançamento do Documentário “Verônica” no Cineclube da Boca

Fotografia por Eduarda Magalhães.
O Cineclube da Boca apresentou no dia 28 de setembro de 2022 o documentário “Verônica”. A produção audiovisual de 20 minutos, dirigida por Heitor Leal, foi exibida no prédio 67 da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A exibição foi resultado de uma parceria entre a Casa Verônica, o Cineclube da Boca e a TV OVO, que produziu o curta-metragem. A obra relata a história de vida de Verônica, uma mulher trans conhecida como “Mãe Loira”. Por meio da perspectiva de pessoas que conviveram com Verônica, a produção buscou contar como funcionava o alojamento de acolhimento criado por ela. Fundado em 2006, o Verônica Alojamento, localizado no Bairro Urlândia, chegou a receber mais de mil pessoas vindas de todo o país, sendo referência de acolhimento e atuação por debates a respeito das violências sofridas pela população LGBTQIA+.

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Lançamento do Documentário “Verônica” no Cineclube da Boca

Fotografia por Eduarda Magalhães.
O Cineclube da Boca apresentou no dia 28 de setembro de 2022 o documentário “Verônica”. A produção audiovisual de 20 minutos, dirigida por Heitor Leal, foi exibida no prédio 67 da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A exibição foi resultado de uma parceria entre a Casa Verônica, o Cineclube da Boca e a TV OVO, que produziu o curta-metragem. A obra relata a história de vida de Verônica, uma mulher trans conhecida como “Mãe Loira”. Por meio da perspectiva de pessoas que conviveram com Verônica, a produção buscou contar como funcionava o alojamento de acolhimento criado por ela. Fundado em 2006, o Verônica Alojamento, localizado no Bairro Urlândia, chegou a receber mais de mil pessoas vindas de todo o país, sendo referência de acolhimento e atuação por debates a respeito das violências sofridas pela população LGBTQIA+.

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Lançamento do Documentário “Verônica” no Cineclube da Boca

Fotografia por Eduarda Magalhães.
O Cineclube da Boca apresentou no dia 28 de setembro de 2022 o documentário “Verônica”. A produção audiovisual de 20 minutos, dirigida por Heitor Leal, foi exibida no prédio 67 da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A exibição foi resultado de uma parceria entre a Casa Verônica, o Cineclube da Boca e a TV OVO, que produziu o curta-metragem. A obra relata a história de vida de Verônica, uma mulher trans conhecida como “Mãe Loira”. Por meio da perspectiva de pessoas que conviveram com Verônica, a produção buscou contar como funcionava o alojamento de acolhimento criado por ela. Fundado em 2006, o Verônica Alojamento, localizado no Bairro Urlândia, chegou a receber mais de mil pessoas vindas de todo o país, sendo referência de acolhimento e atuação por debates a respeito das violências sofridas pela população LGBTQIA+.

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Lançamento do Documentário “Verônica” no Cineclube da Boca

Fotografia por Eduarda Magalhães.
O Cineclube da Boca apresentou no dia 28 de setembro de 2022 o documentário “Verônica”. A produção audiovisual de 20 minutos, dirigida por Heitor Leal, foi exibida no prédio 67 da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A exibição foi resultado de uma parceria entre a Casa Verônica, o Cineclube da Boca e a TV OVO, que produziu o curta-metragem. A obra relata a história de vida de Verônica, uma mulher trans conhecida como “Mãe Loira”. Por meio da perspectiva de pessoas que conviveram com Verônica, a produção buscou contar como funcionava o alojamento de acolhimento criado por ela. Fundado em 2006, o Verônica Alojamento, localizado no Bairro Urlândia, chegou a receber mais de mil pessoas vindas de todo o país, sendo referência de acolhimento e atuação por debates a respeito das violências sofridas pela população LGBTQIA+.

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Oficina Outubro Rosa + Saúde de Pessoas Trans e Não-binárias

Fotógrafo não identificado.
A Casa Verônica da UFSM, em parceria com a Liga de Saúde da Mulher de Santa Maria e com o Ambulatório LGBT+ Transcender, promoveram a oficina “Outubro Rosa + Saúde de Pessoas Trans e não Binárias”, nos dias 5, 19 e 26 de outubro, para campanha de prevenção do câncer de mama. As oficinas foram realizadas no dia 5, na sala 4328/prédio 74C, 55BET Pro Sede; no dia 19, na sala 308 da Antiga Reitoria; e no dia 26, no Espaço Multiuso do 55BET Pro Sede. As oficinas foram pensadas para conscientizar e informar sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama dentro da diversidade sexual (população LGB-TQIA+, principalmente pessoas trans e não binárias), além de orientações sobre saúde, instrumentos de ocultação das mamas para homens trans e pessoas trans não binárias e cuidados com a saúde sexual. A atividade foi voltada a estudantes da UFSM e comunidade externa e contou com apoio da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

V Fórum de Direitos Humanos na JAI: Mesa “Trajetórias Transacadêmicas”

Fotografia de Vitória Sarturi.
Entre os dias 07 e 10 de novembro, o Observatório de Direitos Humanos da UFSM (ODH), vinculado à Pró-Reitoria de Extensão, promoveu a 5ª edição do Fórum de Direitos Humanos. O evento integra o 15º Salão de Extensão UFSM da 37ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI). Em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas, Casa Verônica e Pró-Reitoria de Extensão, o Fórum colocou em destaque as ações desenvolvidas pelo ODH, bem como fomentou discussões sobre questões de gênero, étnico-raciais, cidadania e diversidade. Entre as ações, na terça-feira, 08, foi realizada a mesa intitulada “Trajetórias Trans Acadêmicas”, que reuniu Ali Machado, Lauri Miranda da Silva, Rafa Ella Brites Matoso e Rafhaela Brum para expor suas pesquisas, experiências pessoais e percepções sobre o tema no auditório do prédio 74C. O objetivo da mesa foi promover visibilidade para a temática a partir da fala de professores, pesquisadores e estudantes, que podem inspirar outras pessoas com identidade transgênero e que buscam seu lugar na academia. O evento reuniu cerca de 60 pessoas. Com esses espaços de diálogo e educação, espera-se contribuir para a promoção da igualdade de gênero na Universidade e fortalecimento da comunidade LGBTQIA+.

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V Fórum de Direitos Humanos na JAI: Mesa “Trajetórias Transacadêmicas”

Fotografia de Vitória Sarturi.
Entre os dias 07 e 10 de novembro, o Observatório de Direitos Humanos da UFSM (ODH), vinculado à Pró-Reitoria de Extensão, promoveu a 5ª edição do Fórum de Direitos Humanos. O evento integra o 15º Salão de Extensão UFSM da 37ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI). Em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas, Casa Verônica e Pró-Reitoria de Extensão, o Fórum colocou em destaque as ações desenvolvidas pelo ODH, bem como fomentou discussões sobre questões de gênero, étnico-raciais, cidadania e diversidade. Entre as ações, na terça-feira, 08, foi realizada a mesa intitulada “Trajetórias Trans Acadêmicas”, que reuniu Ali Machado, Lauri Miranda da Silva, Rafa Ella Brites Matoso e Rafhaela Brum para expor suas pesquisas, experiências pessoais e percepções sobre o tema no auditório do prédio 74C. O objetivo da mesa foi promover visibilidade para a temática a partir da fala de professores, pesquisadores e estudantes, que podem inspirar outras pessoas com identidade transgênero e que buscam seu lugar na academia. O evento reuniu cerca de 60 pessoas. Com esses espaços de diálogo e educação, espera-se contribuir para a promoção da igualdade de gênero na Universidade e fortalecimento da comunidade LGBTQIA+.

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