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Dutra, Maria Rita Py
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6º Fórum Internacional de Pedagogia

O 6º Fórum Internacional de Pedagogia (Fiped) aconteceu de 30 de Julho a 1º de agosto no campus da Universidade Federal de Santa Maria e teve como tema central A Pesquisa como Prática Pedagógica na Formação Inicial do Pedagogo. O evento tem como missão ser um espaço de promoção e fortalecimento da pesquisa na graduação, possibilitando a divulgação de trabalhos de pesquisas produzidos por alunos de graduação em Pedagogia e áreas afins, de reflexão sobre política para a pesquisa, de divulgação e discussão de experiências de pesquisas realizadas em articulação com o ensino e com a extensão na graduação, em quaisquer disciplinas. Participaram graduandos, graduados e profissionais de universidades do Brasil, Portugal, Moçambique, México, Honduras e Costa Rica, além de países vizinhos. Fotografia de Camila Aguiar.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

6º Fórum Internacional de Pedagogia

O 6º Fórum Internacional de Pedagogia (Fiped) aconteceu de 30 de Julho a 1º de agosto no campus da Universidade Federal de Santa Maria e teve como tema central A Pesquisa como Prática Pedagógica na Formação Inicial do Pedagogo. O evento tem como missão ser um espaço de promoção e fortalecimento da pesquisa na graduação, possibilitando a divulgação de trabalhos de pesquisas produzidos por alunos de graduação em Pedagogia e áreas afins, de reflexão sobre política para a pesquisa, de divulgação e discussão de experiências de pesquisas realizadas em articulação com o ensino e com a extensão na graduação, em quaisquer disciplinas. Participaram graduandos, graduados e profissionais de universidades do Brasil, Portugal, Moçambique, México, Honduras e Costa Rica, além de países vizinhos. Fotografia de Camila Aguiar.

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6º Fórum Internacional de Pedagogia

O 6º Fórum Internacional de Pedagogia (Fiped) aconteceu de 30 de Julho a 1º de agosto no campus da Universidade Federal de Santa Maria e teve como tema central A Pesquisa como Prática Pedagógica na Formação Inicial do Pedagogo. O evento tem como missão ser um espaço de promoção e fortalecimento da pesquisa na graduação, possibilitando a divulgação de trabalhos de pesquisas produzidos por alunos de graduação em Pedagogia e áreas afins, de reflexão sobre política para a pesquisa, de divulgação e discussão de experiências de pesquisas realizadas em articulação com o ensino e com a extensão na graduação, em quaisquer disciplinas. Participaram graduandos, graduados e profissionais de universidades do Brasil, Portugal, Moçambique, México, Honduras e Costa Rica, além de países vizinhos. Fotografia de Camila Aguiar.

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Abertura do Mês da Consciência Negra

Fotografia de Bárbara Marmor.
Abertura oficial do Mês da Consciência Negra na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) aconteceu dia 05 de novembro de 2018, no Centro de Convenções da Universidade. O evento foi organizado pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), através do Observatório de Direitos Humanos da UFSM, em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) da Universidade e tem como objetivo integrar os diferentes grupos, coletivos e estudantes negros e negras da UFSM, promovendo visibilidade às pautas e lutas do movimento. Durante a cerimônia de abertura, foi conferido o título de patronesse do Mês da Consciência Negra para a professora Maria Rita Py Dutra, leitura da Carta de Repúdio ao racismo, manifestações do movimento negro contra o preconceito, apresentação da cantora Deborah Rosa e inclusão da data no calendário oficial do município.

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Abertura do Mês da Consciência Negra

Fotografia de Bárbara Marmor.
Abertura oficial do Mês da Consciência Negra na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) aconteceu dia 05 de novembro de 2018, no Centro de Convenções da Universidade. O evento foi organizado pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), através do Observatório de Direitos Humanos da UFSM, em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) da Universidade e tem como objetivo integrar os diferentes grupos, coletivos e estudantes negros e negras da UFSM, promovendo visibilidade às pautas e lutas do movimento. Durante a cerimônia de abertura, foi conferido o título de patronesse do Mês da Consciência Negra para a professora Maria Rita Py Dutra, leitura da Carta de Repúdio ao racismo, manifestações do movimento negro contra o preconceito, apresentação da cantora Deborah Rosa e inclusão da data no calendário oficial do município.

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Abertura do Mês da Consciência Negra

Fotografia de Bárbara Marmor.
Abertura oficial do Mês da Consciência Negra na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) aconteceu dia 05 de novembro de 2018, no Centro de Convenções da Universidade. O evento foi organizado pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), através do Observatório de Direitos Humanos da UFSM, em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) da Universidade e tem como objetivo integrar os diferentes grupos, coletivos e estudantes negros e negras da UFSM, promovendo visibilidade às pautas e lutas do movimento. Durante a cerimônia de abertura, foi conferido o título de patronesse do Mês da Consciência Negra para a professora Maria Rita Py Dutra, leitura da Carta de Repúdio ao racismo, manifestações do movimento negro contra o preconceito, apresentação da cantora Deborah Rosa e inclusão da data no calendário oficial do município.

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Abertura do Mês da Consciência Negra

Fotografia de Bárbara Marmor.
 Abertura oficial do Mês da Consciência Negra na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) aconteceu dia 05 de novembro de 2018, no Centro de Convenções da Universidade. O evento foi organizado pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), através do Observatório de Direitos Humanos da UFSM, em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) da Universidade e tem como objetivo integrar os diferentes grupos, coletivos e estudantes negros e negras da UFSM, promovendo visibilidade às pautas e lutas do movimento. Durante a cerimônia de abertura, foi conferido o título de patronesse do Mês da Consciência Negra para a professora Maria Rita Py Dutra, leitura da Carta de Repúdio ao racismo, manifestações do movimento negro contra o preconceito, apresentação da cantora Deborah Rosa e inclusão da data no calendário oficial do município.

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Abertura do Mês da Consciência Negra

Fotografia de Bárbara Marmor.
Abertura oficial do Mês da Consciência Negra na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) aconteceu dia 05 de novembro de 2018, no Centro de Convenções da Universidade. O evento foi organizado pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), através do Observatório de Direitos Humanos da UFSM, em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) da Universidade e tem como objetivo integrar os diferentes grupos, coletivos e estudantes negros e negras da UFSM, promovendo visibilidade às pautas e lutas do movimento. Durante a cerimônia de abertura, foi conferido o título de patronesse do Mês da Consciência Negra para a professora Maria Rita Py Dutra, leitura da Carta de Repúdio ao racismo, manifestações do movimento negro contra o preconceito, apresentação da cantora Deborah Rosa e inclusão da data no calendário oficial do município.

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Abertura do Mês da Consciência Negra

Fotografia de Bárbara Marmor.
Abertura oficial do Mês da Consciência Negra na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) aconteceu dia 05 de novembro de 2018, no Centro de Convenções da Universidade. O evento foi organizado pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), através do Observatório de Direitos Humanos da UFSM, em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) da Universidade e tem como objetivo integrar os diferentes grupos, coletivos e estudantes negros e negras da UFSM, promovendo visibilidade às pautas e lutas do movimento. Durante a cerimônia de abertura, foi conferido o título de patronesse do Mês da Consciência Negra para a professora Maria Rita Py Dutra, leitura da Carta de Repúdio ao racismo, manifestações do movimento negro contra o preconceito, apresentação da cantora Deborah Rosa e inclusão da data no calendário oficial do município.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Debate no Dia da Mulher

Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
Histórias inspiradoras e emocionantes, contadas por mulheres docentes, técnico-administrativas e estudantes, mas, acima de tudo, por mulheres que lutam pelos direitos de todas. O Dia da Mulher na UFSM foi marcado por um dia de reflexões sobre os direitos que as mulheres já conquistaram e o que ainda falta conquistar. No dia 8 de março de 2018, no Salão Imembuí, o Grupo Sororidade UFSM reuniu mulheres de várias áreas para ouvirem e relatarem suas histórias de vida.

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Debate no Dia da Mulher

Fotografia de Gabrielle Ineu Coradini.
Histórias inspiradoras e emocionantes, contadas por mulheres docentes, técnico-administrativas e estudantes, mas, acima de tudo, por mulheres que lutam pelos direitos de todas. O Dia da Mulher na UFSM foi marcado por um dia de reflexões sobre os direitos que as mulheres já conquistaram e o que ainda falta conquistar. No dia 8 de março de 2018, no Salão Imembuí, o Grupo Sororidade UFSM reuniu mulheres de várias áreas para ouvirem e relatarem suas histórias de vida.

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Diálogos – Cotas Afro

O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos – Cotas Afro

O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos – Cotas Afro

O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos – Cotas Afro

O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos – Cotas Afro

O Núcleo de Tecnologia Educacional da UFSM/UAB promoveu uma roda de conversa sobre o Programa de Ações Afirmativas da UFSM referente a Cotas AFRO com os seguintes participantes: Cesar Augusto Jacques, membro do Observatório de Ações Afirmativas para acesso e permanência nas Universidades Públicas da América do Sul (AFIRME); Elias Cósta, Educador Popular e integrante do Coletivo AFRONTA; Maria Rita Py Dutra, Alfabetizadora, pesquisadora e escritora; Nei D'Ogum, Coordenador do Núcleo de Ações Culturais e Educativas do Museu Treze de Maio. A mediação foi realizada por Alcir Martins, Licenciado em História, mestrando em Ciências Sociais no PPGCS-UFSM, Analista Educacional EMUAB/NTE. Houve também uma intervenção artística com interpretação de Poesias Negras de Oliveira Silveira e Cuti por Geanine Escobar, Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Em 2012, foi aprovada a lei 12.711/2012, garantindo 50% das vagas das universidades federais do país a estudantes oriundos das escolas públicas de ensino médio, das quais metade são para os estudantes com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita. Dentro dos critérios de preenchimento dessas vagas, as universidades deverão aplicar o percentual mínimo correspondente à proporção de autodeclarados pretos e pardos, de acordo com os dados do IBGE para cada estado. As instituições federais de ensino terão até 2016 para aplicar na íntegra do conteúdo da lei. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Ensaio Pretinhosidades

Fotógrafo desconhecido.
O ensaio do mês de novembro do ano de 2012 foi dedicado a todos negros e negras que passam pela universidade e diariamente têm escrito sua história por meio do estudo e do trabalho. As imagens são espelhos que refletiram as “Pretinhosidades”, tema da 24ª Semana Municipal da Consciência negra, que remete aos princípios e valores africanos da oralidade, diversidade, integração, ancestralidade, circularidade, corporeidade, comunitarismo e solidariedade. Conduzindo a comunidade a visualizar o retrato de uma cultura construída, mantida e resistente ao longo destes quinhentos anos de luta.

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Ensaio Pretinhosidades

Fotógrafo desconhecido.
O ensaio do mês de novembro do ano de 2012 foi dedicado a todos negros e negras que passam pela universidade e diariamente têm escrito sua história por meio do estudo e do trabalho. As imagens são espelhos que refletiram as “Pretinhosidades”, tema da 24ª Semana Municipal da Consciência negra, que remete aos princípios e valores africanos da oralidade, diversidade, integração, ancestralidade, circularidade, corporeidade, comunitarismo e solidariedade. Conduzindo a comunidade a visualizar o retrato de uma cultura construída, mantida e resistente ao longo destes quinhentos anos de luta.

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Entrega do título de Patronesse do Mês da Consciência Negra

Fotografia de Lucas Felipe da Silva.
Na noite do dia 20 de novembro de 2019, Dia da Consciência Negra, foi realizada a entrega do título de Patronesse deste mês para a Professora Doutora Sandra de Deus, egressa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e atualmente Pró-Reitora de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Além da entrega, os presentes puderam prestigiar a apresentação do espetáculo “Vozes Negras“, promovido pela Banda Sinfônica, com a regência de Dilber Alonso e Luiz Antônio Silva, e coordenação de Tita Sartor. As vozes das cantora Arianne TeLima, Ediana Larruscain ecoaram junto com a Escola de Samba Vila Brasil no palco do Centro de Convenções da UFSM, o repertório foi composto por musicais norte-americanos, black music, música popular brasileira e sambas-enredos que marcaram época.

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Entrega do título de Patronesse do Mês da Consciência Negra

Fotografia de Lucas Felipe da Silva.
Na noite do dia 20 de novembro de 2019, Dia da Consciência Negra, foi realizada a entrega do título de Patronesse deste mês para a Professora Doutora Sandra de Deus, egressa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e atualmente Pró-Reitora de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Além da entrega, os presentes puderam prestigiar a apresentação do espetáculo “Vozes Negras“, promovido pela Banda Sinfônica, com a regência de Dilber Alonso e Luiz Antônio Silva, e coordenação de Tita Sartor. As vozes das cantora Arianne TeLima, Ediana Larruscain ecoaram junto com a Escola de Samba Vila Brasil no palco do Centro de Convenções da UFSM, o repertório foi composto por musicais norte-americanos, black music, música popular brasileira e sambas-enredos que marcaram época.

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Entrega do título de Patronesse do Mês da Consciência Negra

Fotografia de Lucas Felipe da Silva.
Na noite do dia 20 de novembro de 2019, Dia da Consciência Negra, foi realizada a entrega do título de Patronesse deste mês para a Professora Doutora Sandra de Deus, egressa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e atualmente Pró-Reitora de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Além da entrega, os presentes puderam prestigiar a apresentação do espetáculo “Vozes Negras“, promovido pela Banda Sinfônica, com a regência de Dilber Alonso e Luiz Antônio Silva, e coordenação de Tita Sartor. As vozes das cantora Arianne TeLima, Ediana Larruscain ecoaram junto com a Escola de Samba Vila Brasil no palco do Centro de Convenções da UFSM, o repertório foi composto por musicais norte-americanos, black music, música popular brasileira e sambas-enredos que marcaram época.

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Entrega do título de Patronesse do Mês da Consciência Negra

Fotografia de Lucas Felipe da Silva.
Na noite do dia 20 de novembro de 2019, Dia da Consciência Negra, foi realizada a entrega do título de Patronesse deste mês para a Professora Doutora Sandra de Deus, egressa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e atualmente Pró-Reitora de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Além da entrega, os presentes puderam prestigiar a apresentação do espetáculo “Vozes Negras“, promovido pela Banda Sinfônica, com a regência de Dilber Alonso e Luiz Antônio Silva, e coordenação de Tita Sartor. As vozes das cantora Arianne TeLima, Ediana Larruscain ecoaram junto com a Escola de Samba Vila Brasil no palco do Centro de Convenções da UFSM, o repertório foi composto por musicais norte-americanos, black music, música popular brasileira e sambas-enredos que marcaram época.

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Entrega do título de Patronesse do Mês da Consciência Negra

Fotografia de Lucas Felipe da Silva.
Na noite do dia 20 de novembro de 2019, Dia da Consciência Negra, foi realizada a entrega do título de Patronesse deste mês para a Professora Doutora Sandra de Deus, egressa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e atualmente Pró-Reitora de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Além da entrega, os presentes puderam prestigiar a apresentação do espetáculo “Vozes Negras“, promovido pela Banda Sinfônica, com a regência de Dilber Alonso e Luiz Antônio Silva, e coordenação de Tita Sartor. As vozes das cantora Arianne TeLima, Ediana Larruscain ecoaram junto com a Escola de Samba Vila Brasil no palco do Centro de Convenções da UFSM, o repertório foi composto por musicais norte-americanos, black music, música popular brasileira e sambas-enredos que marcaram época.

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IX Ciclo de Estudos Sobre História e Culturas Afro-Brasileiras do CTISM

Fotografia de Rojas Lima de Lima.
Convidadas analisam apresentação de stand de alunos na nona edição do CEHCAB, de tema “negros e negras nas ciências”, desenvolvido pelos alunos do terceiro ano dos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio do CTISM.

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IX Ciclo de Estudos Sobre História e Culturas Afro-Brasileiras do CTISM

Fotografia de Rojas Lima de Lima.
Confraternização entre professora e convidada na nona edição do CEHCAB, de tema “negros e negras nas ciências”, desenvolvido pelos alunos do terceiro ano dos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio do CTISM.

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IX Ciclo de Estudos Sobre História e Culturas Afro-Brasileiras do CTISM

Fotografia de Rojas Lima de Lima.
Convidadas analisam apresentação de stand de alunos na nona edição do CEHCAB, de tema “negros e negras nas ciências”, desenvolvido pelos alunos do terceiro ano dos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio do CTISM.

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Leitura Inclusiva: Cultura Negra na 46ª Feira do Livro de Santa Maria

Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos.
O evento Leitura Inclusiva: Cultura Negra integrou a programação de leitura inclusiva da 46ª Feira do Livro de Santa Maria. Os promotores foram o GT Centro RS de Leitura Inclusiva e o Núcleo de Ações Afirmativas da UFSM. A prof.ª Maria Rita Pi Dutra leu o livro Os Problemas de Júnior, que fala sobre um menino de quatro anos que mora com a mãe, a dinda e a avó que sofre preconceito de Mano, seu melhor amigo, ao ser chamado de negro apesar das semelhanças, são muito diferentes na aparência. Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral são os representantes da UFSM na Rede de Leitura Inclusiva.

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Leitura Inclusiva: Cultura Negra na 46ª Feira do Livro de Santa Maria

Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos.
O evento Leitura Inclusiva: Cultura Negra integrou a programação de leitura inclusiva da 46ª Feira do Livro de Santa Maria. Os promotores foram o GT Centro RS de Leitura Inclusiva e o Núcleo de Ações Afirmativas da UFSM. A prof.ª Maria Rita Pi Dutra leu o livro Os Problemas de Júnior, que fala sobre um menino de quatro anos que mora com a mãe, a dinda e a avó que sofre preconceito de Mano, seu melhor amigo, ao ser chamado de negro apesar das semelhanças, são muito diferentes na aparência. Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral são os representantes da UFSM na Rede de Leitura Inclusiva.

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Leitura Inclusiva: Cultura Negra na 46ª Feira do Livro de Santa Maria

Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos.
O evento Leitura Inclusiva: Cultura Negra integrou a programação de leitura inclusiva da 46ª Feira do Livro de Santa Maria. Os promotores foram o GT Centro RS de Leitura Inclusiva e o Núcleo de Ações Afirmativas da UFSM. A prof.ª Maria Rita Pi Dutra leu o livro Os Problemas de Júnior, que fala sobre um menino de quatro anos que mora com a mãe, a dinda e a avó que sofre preconceito de Mano, seu melhor amigo, ao ser chamado de negro apesar das semelhanças, são muito diferentes na aparência. Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral são os representantes da UFSM na Rede de Leitura Inclusiva.

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Leitura Inclusiva: Cultura Negra na 46ª Feira do Livro de Santa Maria

Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos.
O evento Leitura Inclusiva: Cultura Negra integrou a programação de leitura inclusiva da 46ª Feira do Livro de Santa Maria. Os promotores foram o GT Centro RS de Leitura Inclusiva e o Núcleo de Ações Afirmativas da UFSM. A prof.ª Maria Rita Pi Dutra leu o livro Os Problemas de Júnior, que fala sobre um menino de quatro anos que mora com a mãe, a dinda e a avó que sofre preconceito de Mano, seu melhor amigo, ao ser chamado de negro apesar das semelhanças, são muito diferentes na aparência. Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral são os representantes da UFSM na Rede de Leitura Inclusiva.

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Leitura Inclusiva: Cultura Negra na 46ª Feira do Livro de Santa Maria

Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos.
O evento Leitura Inclusiva: Cultura Negra integrou a programação de leitura inclusiva da 46ª Feira do Livro de Santa Maria. Os promotores foram o GT Centro RS de Leitura Inclusiva e o Núcleo de Ações Afirmativas da UFSM. A prof.ª Maria Rita Pi Dutra leu o livro Os Problemas de Júnior, que fala sobre um menino de quatro anos que mora com a mãe, a dinda e a avó que sofre preconceito de Mano, seu melhor amigo, ao ser chamado de negro apesar das semelhanças, são muito diferentes na aparência. Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral são os representantes da UFSM na Rede de Leitura Inclusiva.

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Leitura Inclusiva: Cultura Negra na 46ª Feira do Livro de Santa Maria

Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos.
O evento Leitura Inclusiva: Cultura Negra integrou a programação de leitura inclusiva da 46ª Feira do Livro de Santa Maria. Os promotores foram o GT Centro RS de Leitura Inclusiva e o Núcleo de Ações Afirmativas da UFSM. A prof.ª Maria Rita Pi Dutra leu o livro Os Problemas de Júnior, que fala sobre um menino de quatro anos que mora com a mãe, a dinda e a avó que sofre preconceito de Mano, seu melhor amigo, ao ser chamado de negro apesar das semelhanças, são muito diferentes na aparência. Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral são os representantes da UFSM na Rede de Leitura Inclusiva.

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Leitura Inclusiva: Cultura Negra na 46ª Feira do Livro de Santa Maria

Fotografia de Cristina Strohschoen dos Santos.
O evento Leitura Inclusiva: Cultura Negra integrou a programação de leitura inclusiva da 46ª Feira do Livro de Santa Maria. Os promotores foram o GT Centro RS de Leitura Inclusiva e o Núcleo de Ações Afirmativas da UFSM. A prof.ª Maria Rita Pi Dutra leu o livro Os Problemas de Júnior, que fala sobre um menino de quatro anos que mora com a mãe, a dinda e a avó que sofre preconceito de Mano, seu melhor amigo, ao ser chamado de negro apesar das semelhanças, são muito diferentes na aparência. Cristian Evandro Sehnem do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos do Departamento de Arquivo Geral são os representantes da UFSM na Rede de Leitura Inclusiva.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Mês da Consciência Negra na UFSM

Fotografia de Flavi Ferreira Lisboa Filho.
No dia 05 de novembro de 2018 teve início a programação oficial do Mês da Consciência Negra na UFSM. O Centro de Convenções da Universidade recebeu a abertura da programação, que homenageou a primeira patronesse do Mês da Consciência Negra, a professora e escritora Maria Rita Py Dutra. Também houve leitura da Carta de Repúdio ao racismo, manifestações do movimento negro contra o preconceito, apresentação da cantora Deborah Rosa e inclusão da data no calendário oficial do município. As atividades seguiram até o final do mês e foram organizadas pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), a partir do Observatório de Direitos Humanos, em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB).

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Mês da Consciência Negra na UFSM

Fotografia de Flavi Ferreira Lisboa Filho.
No dia 05 de novembro de 2018 teve início a programação oficial do Mês da Consciência Negra na UFSM. O Centro de Convenções da Universidade recebeu a abertura da programação, que homenageou a primeira patronesse do Mês da Consciência Negra, a professora e escritora Maria Rita Py Dutra. Também houve leitura da Carta de Repúdio ao racismo, manifestações do movimento negro contra o preconceito, apresentação da cantora Deborah Rosa e inclusão da data no calendário oficial do município. As atividades seguiram até o final do mês e foram organizadas pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), a partir do Observatório de Direitos Humanos, em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB).

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Mês da Consciência Negra na UFSM

Fotografia de Flavi Ferreira Lisboa Filho.
No dia 05 de novembro de 2018 teve início a programação oficial do Mês da Consciência Negra na UFSM. O Centro de Convenções da Universidade recebeu a abertura da programação, que homenageou a primeira patronesse do Mês da Consciência Negra, a professora e escritora Maria Rita Py Dutra. Também houve leitura da Carta de Repúdio ao racismo, manifestações do movimento negro contra o preconceito, apresentação da cantora Deborah Rosa e inclusão da data no calendário oficial do município. As atividades seguiram até o final do mês e foram organizadas pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), a partir do Observatório de Direitos Humanos, em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB).

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Painel sobre ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena no CTISM

Fotografia de Rossano Villagram Dias.
Pronunciamento de escritora convidada no painel de debate sobre o ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena, o acesso de negros e indígenas à educação e a permanência do racismo na sociedade.

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