Fotógrafo não identificado. Jantar de comemoração do primeiro aniversário do Centro de Educação Física no Restaurante Augusto, com presença do vice-reitor Helios Homero Bernardi e de Milo Darci Aita, Decano do Centro de Educação Física.
Fotógrafo: Antonio Ciapinotto O servidor Ricardo Ries foi premiado com uma medalha como o atleta mais disciplinado do Campeonato. O 1° Campeonato de Futebol Sete realizou-se na Sede Campestre, iniciando em julho e encerrando em outubro, totalizando 61 partidas. Foi promovido pela Coordenadoria de Esportes da Associação Beneficente dos Servidores da UFSM. Na classificação geral ficaram em primeiro, segundo e terceiro lugares respectivamente, as equipes do Centro de Educação Física e Desportos, o Almoxarifado Central e a Imprensa Universitária.
Fotógrafo: Antonio Ciapinotto O servidor Ricardo Ries foi premiado com uma medalha como o atleta mais disciplinado do Campeonato. O 1° Campeonato de Futebol Sete realizou-se na Sede Campestre, iniciando em julho e encerrando em outubro, totalizando 61 partidas. Foi promovido pela Coordenadoria de Esportes da Associação Beneficente dos Servidores da UFSM. Na classificação geral ficaram em primeiro, segundo e terceiro lugares respectivamente, as equipes do Centro de Educação Física e Desportos, o Almoxarifado Central e a Imprensa Universitária.
Fotógrafo: Antonio Ciapinotto O servidor Ricardo Ries foi premiado com uma medalha como o atleta mais disciplinado do Campeonato. O 1° Campeonato de Futebol Sete realizou-se na Sede Campestre, iniciando em julho e encerrando em outubro, totalizando 61 partidas. Foi promovido pela Coordenadoria de Esportes da Associação Beneficente dos Servidores da UFSM. Na classificação geral ficaram em primeiro, segundo e terceiro lugares respectivamente, as equipes do Centro de Educação Física e Desportos, o Almoxarifado Central e a Imprensa Universitária.
Fotógrafo: Antonio Ciapinotto O servidor Ricardo Ries foi premiado com uma medalha como o atleta mais disciplinado do Campeonato. O 1° Campeonato de Futebol Sete realizou-se na Sede Campestre, iniciando em julho e encerrando em outubro, totalizando 61 partidas. Foi promovido pela Coordenadoria de Esportes da Associação Beneficente dos Servidores da UFSM. Na classificação geral ficaram em primeiro, segundo e terceiro lugares respectivamente, as equipes do Centro de Educação Física e Desportos, o Almoxarifado Central e a Imprensa Universitária.
Fotografia de Maria Luísa Viana. A Orquestra Sinfônica de Santa Maria apresentou, a partir das 12h30 dia 26 de setembro de 2018, a primeira sessão do primeiro concerto com o piano Steinway & Sons, no Centro de Convenções. O espetáculo integra a Temporada Sinfônica 2018. A regência da orquestra foi do professor Alexandre Eisenberg e contou com a participação do solista pianista convidado Pablo Gusmão.
Fotografia de Maria Luísa Viana. A Orquestra Sinfônica de Santa Maria apresentou, a partir das 12h30 dia 26 de setembro de 2018, a primeira sessão do primeiro concerto com o piano Steinway & Sons, no Centro de Convenções. O espetáculo integra a Temporada Sinfônica 2018. A regência da orquestra foi do professor Alexandre Eisenberg e contou com a participação do solista pianista convidado Pablo Gusmão.
Fotografia de Maria Luísa Viana. A Orquestra Sinfônica de Santa Maria apresentou, a partir das 12h30 dia 26 de setembro de 2018, a primeira sessão do primeiro concerto com o piano Steinway & Sons, no Centro de Convenções. O espetáculo integra a Temporada Sinfônica 2018. A regência da orquestra foi do professor Alexandre Eisenberg e contou com a participação do solista pianista convidado Pablo Gusmão.
Fotografia de Victória Lopes Rosa. O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.
Fotografia de Victória Lopes Rosa. O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.
Fotografia de Victória Lopes Rosa. O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.
Fotografia de Victória Lopes Rosa. O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.
Fotografia de Victória Lopes Rosa. O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.
Fotografia de Victória Lopes Rosa. O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.
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Fotografia de Victória Lopes Rosa. O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.
Fotografia de Victória Lopes Rosa. O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.
Fotografia de Victória Lopes Rosa. O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.
Fotografia de Victória Lopes Rosa. O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.
Fotografia de Victória Lopes Rosa. O 1º Encontro Brasileiro de Jogos Tradicionais e Autóctones ocorreu entre os dias 27 e 28 de outubro de 2017, organizado pelo Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan). O objetivo do encontro foi valorizar e ativar o legado cultural, bem como desenvolver a sensibilidade e o envolvimento do público, por meio da visibilidade, da produção e da disseminação dos jogos autóctones. O evento contou com apresentação tradicionalista do DTG Noel Guarany, palestra "Jogos Tradicionais e História Indígena no Brasil" com o professor José Ronaldo Mendonça, antropólogo e docente do Departamento de História da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), palestra “Jogos Tradicionais como escola de vida brincante” com o professor Pierre Normando Gomes, do Departamento de Educação Física da Paraíba, aluno depós-doutorado em Educação Física da UFSM e exposição de jogos tradicionais, artesanatos, livros, fotos e banners sobre manifestações da cultura lúdica tradicional e autóctone do Brasil.
Fotografia de Marcos Machado Paulo. A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva. Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.
Fotografia de Marcos Machado Paulo. A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva. Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.
Fotografia de Marcos Machado Paulo. A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva. Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.
Fotografia de Marcos Machado Paulo. A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva. Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.
Fotografia de Marcos Machado Paulo. A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva. Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.
Fotografia de Marcos Machado Paulo. A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva. Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.
Fotografia de Marcos Machado Paulo. A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva. Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.
Fotografia de Marcos Machado Paulo. A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva. Fernanda Taschetto é Assistente em Administração na Biblioteca Setorial do Centro de Educação e é audiodescritora revisora da Comissão de Audiodescrição da UFSM e do Projeto Retalhos da Memória de Santa Maria.
Fotografia de Marcos Machado Paulo. A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva. Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.
Fotografia de Marcos Machado Paulo. A Rede de Leitura Inclusiva criou o projeto “Inclusão sem Fronteiras”, que pretende mobilizar a sociedade a realizar anualmente, no dia 6 de julho, práticas de inclusão no território nacional. Durante o evento ocorreu contação de história, relato do Encontro Nacional em São Paulo, planejamento de atividades, lançamento da marca e cadastro de integrantes do GT Centro RS de Leitura Inclusiva. Cristian Evandro Sehnem, do Núcleo de Acessibilidade e Cristina Strohschoen dos Santos, do Departamento de Arquivo Geral (DAG) são representantes da Rede de Leitura no GT.