A festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
A festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
A festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
A festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
A festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
A festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
A festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
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A festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
A festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
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A festa começou por volta das 18h, na Praça Saldanha Marinho, onde os muambeiros se reuniram para começar a festa. O grupo desceu rumo à Estação da Gare, local onde a festa teve sua sequência. No percurso, o desfile foi uma festa a parte, com muita interação e manifestações de alegria e luta: Bloco Pretinhosidades (movimento negro), Bloco “As Voadoras” (organizado pelo Coletivo Voe, do movimento LGBTT), Bloco Flores da Rua (movimento de mulheres, organizado pelo grupo Mulheres Bonitas Fazendo História, do Bairro Urlândia), Bloco Levanta Povo (organizado pelo movimento Levante Popular da Juventude, chamando para o Plebiscito pela Constituinte brasileira), Bloco Ilê Axé Ossanha Agué (da comunidade do terreiro Ilê Axé Ossanha Agué, da zona oeste da cidade) e o Bloco Beldades do Funk. Também integraram a organização o Coletivo de Resistência Artística Periférica (Co-rap), a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a revista O Viés. Fotografia de Camila Aguiar.
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Fotógrafo não identificado. A Virada Cultural, promovida pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), teve 24 horas de atividades ininterruptas no campus da UFSM, das 18 horas do dia 06 às 18 horas do dia 07, com uma série de shows, apresentações audiovisuais e outras atrações para serem apreciadas por toda a família com segurança e tranquilidade. O objetivo da Virada Cultural é promover a convivência em espaço público, convidando a população a se apropriar do espaço da universidade por meio da arte, da música, da dança e das manifestações populares. Uma das ações é o lançamento do Projeto Zelo, no Espaço Multiuso, com exibição de um vídeo com depoimentos de participantes do projeto e a apresentação da marca. O Projeto Zelo tem como objetivo acabar com o abandono de cães na UFSM e estimular a guarda responsável. Na manhã de domingo aconteceu a 1ª Ultramaratona da UFSM, nas categorias solo, duplas, revezamentos e equipe mistas. Em parceria com a Prefeitura de Santa Maria e a Secretaria Municipal de Cultura, aconteceu também paralelo à Virada o 3º Seminário Internacional de Escultores, na Gare. Outra atividade foi a apresentação de corais na Praça Saldanha Marinho.
Fotógrafo não identificado. A Virada Cultural, promovida pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), teve 24 horas de atividades ininterruptas no campus da UFSM, das 18 horas do dia 06 às 18 horas do dia 07, com uma série de shows, apresentações audiovisuais e outras atrações para serem apreciadas por toda a família com segurança e tranquilidade. O objetivo da Virada Cultural é promover a convivência em espaço público, convidando a população a se apropriar do espaço da universidade por meio da arte, da música, da dança e das manifestações populares. Uma das ações é o lançamento do Projeto Zelo, no Espaço Multiuso, com exibição de um vídeo com depoimentos de participantes do projeto e a apresentação da marca. O Projeto Zelo tem como objetivo acabar com o abandono de cães na UFSM e estimular a guarda responsável. Na manhã de domingo aconteceu a 1ª Ultramaratona da UFSM, nas categorias solo, duplas, revezamentos e equipe mistas. Em parceria com a Prefeitura de Santa Maria e a Secretaria Municipal de Cultura, aconteceu também paralelo à Virada o 3º Seminário Internacional de Escultores, na Gare. Outra atividade foi a apresentação de corais na Praça Saldanha Marinho.
Fotógrafo não identificado. A Virada Cultural, promovida pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), teve 24 horas de atividades ininterruptas no campus da UFSM, das 18 horas do dia 06 às 18 horas do dia 07, com uma série de shows, apresentações audiovisuais e outras atrações para serem apreciadas por toda a família com segurança e tranquilidade. O objetivo da Virada Cultural é promover a convivência em espaço público, convidando a população a se apropriar do espaço da universidade por meio da arte, da música, da dança e das manifestações populares. Uma das ações é o lançamento do Projeto Zelo, no Espaço Multiuso, com exibição de um vídeo com depoimentos de participantes do projeto e a apresentação da marca. O Projeto Zelo tem como objetivo acabar com o abandono de cães na UFSM e estimular a guarda responsável. Na manhã de domingo aconteceu a 1ª Ultramaratona da UFSM, nas categorias solo, duplas, revezamentos e equipe mistas. Em parceria com a Prefeitura de Santa Maria e a Secretaria Municipal de Cultura, aconteceu também paralelo à Virada o 3º Seminário Internacional de Escultores, na Gare. Outra atividade foi a apresentação de corais na Praça Saldanha Marinho.