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Programa Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento Integrado da Quarta Colônia

Fotografo não identificado
Atividade sobre “A socialização da criança”, O Centro de Educação da UFSM realizou, no Programa Ação Regional, análises da situação local das classes de alfabetização e propostas de trabalho integrado entre a UFSM e a Secretaria Municipal de Educação. O projeto “Ação Regional da UFSM - Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia” foi um programa de extensão universitária abrangendo os municípios da Quarta Colônia, envolvendo todos os centros da UFSM. Iniciado em 1994 em São João do Polêsine, o projeto desenvolveu ações de gerenciamento de recursos hídricos, levantamentos de dados, análises de solos, palestras educativas, aperfeiçoamento de profissionais locais, tratamentos de esgoto, reciclagem de lixo, além de apresentações de arte e música. Também foram realizados programas de educação em saúde da comunidade e programas para a terceira idade.

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Programa Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento Integrado da Quarta Colônia

Fotografo não identificado
Confraternização de término das ações do Centro de Educação (CE) em Dona Francisca. O Centro de Educação da UFSM realizou, no Programa Ação Regional, análises da situação local das classes de alfabetização e propostas de trabalho integrado entre a UFSM e a Secretaria Municipal de Educação. O projeto “Ação Regional da UFSM - Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia” foi um programa de extensão universitária abrangendo os municípios da Quarta Colônia, envolvendo todos os centros da UFSM. Iniciado em 1994 em São João do Polêsine, o projeto desenvolveu ações de gerenciamento de recursos hídricos, levantamentos de dados, análises de solos, palestras educativas, aperfeiçoamento de profissionais locais, tratamentos de esgoto, reciclagem de lixo, além de apresentações de arte e música. Também foram realizados programas de educação em saúde da comunidade e programas para a terceira idade.

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Programa Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento Integrado da Quarta Colônia

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Ações do Centro de Educação (CE). O Centro de Educação da UFSM realizou, no Programa Ação Regional, análises da situação local das classes de alfabetização e propostas de trabalho integrado entre a UFSM e a Secretaria Municipal de Educação. O projeto “Ação Regional da UFSM - Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia” foi um programa de extensão universitária abrangendo os municípios da Quarta Colônia, envolvendo todos os centros da UFSM. Iniciado em 1994 em São João do Polêsine, o projeto desenvolveu ações de gerenciamento de recursos hídricos, levantamentos de dados, análises de solos, palestras educativas, aperfeiçoamento de profissionais locais, tratamentos de esgoto, reciclagem de lixo, além de apresentações de arte e música. Também foram realizados programas de educação em saúde da comunidade e programas para a terceira idade.

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Programa Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento Integrado da Quarta Colônia

Fotografo nã o identificado
O Primeiro Festival Esportivo da Quarta Colônia foi promovido pelos municípios que integram o programa “Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia”. O evento ocorreu na cidade de Faxinal do Soturno, e contou com as modalidades de atletismo, futebol de salão e voleibol. O evento foi dirigido pelo Departamento de Desportos Coletivos do Centro de Educação Física e Desportos pelo município-sede.

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Programa Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento Integrado da Quarta Colônia

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O Primeiro Festival Esportivo da Quarta Colônia foi promovido pelos municípios que integram o programa “Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia”. O evento ocorreu na cidade de Faxinal do Soturno, e contou com as modalidades de atletismo, futebol de salão e voleibol. O evento foi dirigido pelo Departamento de Desportos Coletivos do Centro de Educação Física e Desportos pelo município-sede.

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O Primeiro Festival Esportivo da Quarta Colônia foi promovido pelos municípios que integram o programa “Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia”. O evento ocorreu na cidade de Faxinal do Soturno, e contou com as modalidades de atletismo, futebol de salão e voleibol. O evento foi dirigido pelo Departamento de Desportos Coletivos do Centro de Educação Física e Desportos pelo município-sede.

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Programa Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento Integrado da Quarta Colônia

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O Primeiro Festival Esportivo da Quarta Colônia foi promovido pelos municípios que integram o programa “Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia”. O evento ocorreu na cidade de Faxinal do Soturno, e contou com as modalidades de atletismo, futebol de salão e voleibol. O evento foi dirigido pelo Departamento de Desportos Coletivos do Centro de Educação Física e Desportos pelo município-sede.

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Programa Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento Integrado da Quarta Colônia

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O Primeiro Festival Esportivo da Quarta Colônia foi promovido pelos municípios que integram o programa “Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia”. O evento ocorreu na cidade de Faxinal do Soturno, e contou com as modalidades de atletismo, futebol de salão e voleibol. O evento foi dirigido pelo Departamento de Desportos Coletivos do Centro de Educação Física e Desportos pelo município-sede.

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Programa Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento Integrado da Quarta Colônia

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O Primeiro Festival Esportivo da Quarta Colônia foi promovido pelos municípios que integram o programa “Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia”. O evento ocorreu na cidade de Faxinal do Soturno, e contou com as modalidades de atletismo, futebol de salão e voleibol. O evento foi dirigido pelo Departamento de Desportos Coletivos do Centro de Educação Física e Desportos pelo município-sede.

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O Primeiro Festival Esportivo da Quarta Colônia foi promovido pelos municípios que integram o programa “Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia”. O evento ocorreu na cidade de Faxinal do Soturno, e contou com as modalidades de atletismo, futebol de salão e voleibol. O evento foi dirigido pelo Departamento de Desportos Coletivos do Centro de Educação Física e Desportos pelo município-sede.

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Programa Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento Integrado da Quarta Colônia

Fotografo não identificado
Registros fotográficos arquitetônicos da Quarta Colônia, realizados pelo curso de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Programa Ação Regional da UFSM - Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia. O projeto de extensão universitária abrangeu todos os municípios da Quarta Colônia, envolvendo todos os centros da UFSM. No ano de 1995 o Curso de Arquitetura se integrou ao programa, desenvolvendo projetos de inventário e resgate da arquitetura urbana e rural de Polêsine, Dona Francisca e Ivorá

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Registros fotográficos arquitetônicos da Quarta Colônia, realizados pelo curso de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Programa Ação Regional da UFSM - Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia. O projeto de extensão universitária abrangeu todos os municípios da Quarta Colônia, envolvendo todos os centros da UFSM. No ano de 1995 o Curso de Arquitetura se integrou ao programa, desenvolvendo projetos de inventário e resgate da arquitetura urbana e rural de Polêsine, Dona Francisca e Ivorá

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Registros fotográficos arquitetônicos da Quarta Colônia, realizados pelo curso de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Programa Ação Regional da UFSM - Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia. O projeto de extensão universitária abrangeu todos os municípios da Quarta Colônia, envolvendo todos os centros da UFSM. No ano de 1995 o Curso de Arquitetura se integrou ao programa, desenvolvendo projetos de inventário e resgate da arquitetura urbana e rural de Polêsine, Dona Francisca e Ivorá

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Registros fotográficos arquitetônicos da Quarta Colônia, realizados pelo curso de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Programa Ação Regional da UFSM - Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia. O projeto de extensão universitária abrangeu todos os municípios da Quarta Colônia, envolvendo todos os centros da UFSM. No ano de 1995 o Curso de Arquitetura se integrou ao programa, desenvolvendo projetos de inventário e resgate da arquitetura urbana e rural de Polêsine, Dona Francisca e Ivorá

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Registros fotográficos arquitetônicos da Quarta Colônia, realizados pelo curso de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Programa Ação Regional da UFSM - Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia. O projeto de extensão universitária abrangeu todos os municípios da Quarta Colônia, envolvendo todos os centros da UFSM. No ano de 1995 o Curso de Arquitetura se integrou ao programa, desenvolvendo projetos de inventário e resgate da arquitetura urbana e rural de Polêsine, Dona Francisca e Ivorá

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Programa Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento Integrado da Quarta Colônia

Fotografo não identificado
Registros fotográficos arquitetônicos da Quarta Colônia, realizados pelo curso de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Programa Ação Regional da UFSM - Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia. O projeto de extensão universitária abrangeu todos os municípios da Quarta Colônia, envolvendo todos os centros da UFSM. No ano de 1995 o Curso de Arquitetura se integrou ao programa, desenvolvendo projetos de inventário e resgate da arquitetura urbana e rural de Polêsine, Dona Francisca e Ivorá

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Programa Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento Integrado da Quarta Colônia

Fotografo não identificado
Apresentações temáticas de Natal no Programa Ação Regional, do curso de Artes Cênicas do Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM. O CAL realizou, durante o programa, cinco oficinas e cinco peças teatrais, além de outras ações. O projeto “Ação Regional da UFSM - Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia. O projeto de extensão universitária abrangeu todos os municípios da Quarta Colônia, envolvendo todos os centros da UFSM. No ano de 1995 o Curso de Arquitetura se integrou ao programa, desenvolvendo projetos de inventário e resgate da arquitetura urbana e rural de Polêsine, Dona Francisca e Ivorá

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Programa Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento Integrado da Quarta Colônia

Fotografo não identificado
Apresentações temáticas de Natal no Programa Ação Regional, do curso de Artes Cênicas do Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM. O CAL realizou, durante o programa, cinco oficinas e cinco peças teatrais, além de outras ações. O projeto “Ação Regional da UFSM - Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia. O projeto de extensão universitária abrangeu todos os municípios da Quarta Colônia, envolvendo todos os centros da UFSM. No ano de 1995 o Curso de Arquitetura se integrou ao programa, desenvolvendo projetos de inventário e resgate da arquitetura urbana e rural de Polêsine, Dona Francisca e Ivorá

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Programa Ação Regional da UFSM – Desenvolvimento Integrado da Quarta Colônia

Fotografo não identificado
Apresentações temáticas de Natal no Programa Ação Regional, do curso de Artes Cênicas do Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM. O CAL realizou, durante o programa, cinco oficinas e cinco peças teatrais, além de outras ações. O projeto “Ação Regional da UFSM - Desenvolvimento integrado da Quarta Colônia. O projeto de extensão universitária abrangeu todos os municípios da Quarta Colônia, envolvendo todos os centros da UFSM. No ano de 1995 o Curso de Arquitetura se integrou ao programa, desenvolvendo projetos de inventário e resgate da arquitetura urbana e rural de Polêsine, Dona Francisca e Ivorá

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Programa Rádio Ativo – Projeto Rádio Escola

Fotógrafo não identificado.
O Projeto Rádio Escola foi criado em 1994 pelos professores de Comunicação Social Paulo Roberto Araújo e Ada Machado da Silveira e pela jornalista e então Diretora da Rádio Universidade 800 AM Áurea Evelise Fonseca. Estabelecido entre a Rádio e a Facos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) levava ao ar diversos programas produzidos e apresentados por alunos - a partir do 6º semestre, da disciplina de Radiojornalismo, como Rádio Ativo, Na Boca do Monte, Palavra Falada. Através deles várias gerações de jornalistas aprenderam a atuar no radiojornalismo e trouxeram debates com temas de grande relevância para a comunidade. Em 2005 o Programa Rádio Ativo comemorou 10 anos (iniciou sua primeira edição em 1995). Neste mesmo ano estreou no projeto um novo programa de entrevista, Um pra Cá, Quatro Pra Lá, com o seguinte formato: quatro entrevistadores e um entrevistado, como se fosse uma entrevista coletiva.

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Programa Rádio Ativo – Projeto Rádio Escola

Fotógrafo não identificado.
O Projeto Rádio Escola foi criado em 1994 pelos professores de Comunicação Social Paulo Roberto Araújo e Ada Machado da Silveira e pela jornalista e então Diretora da Rádio Universidade 800 AM Áurea Evelise Fonseca. Estabelecido entre a Rádio e a Facos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) levava ao ar diversos programas produzidos e apresentados por alunos - a partir do 6º semestre, da disciplina de Radiojornalismo, como Rádio Ativo, Na Boca do Monte, Palavra Falada. Através deles várias gerações de jornalistas aprenderam a atuar no radiojornalismo e trouxeram debates com temas de grande relevância para a comunidade. Em 2005 o Programa Rádio Ativo comemorou 10 anos (iniciou sua primeira edição em 1995). Neste mesmo ano estreou no projeto um novo programa de entrevista, Um pra Cá, Quatro Pra Lá, com o seguinte formato: quatro entrevistadores e um entrevistado, como se fosse uma entrevista coletiva.

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Programa Rádio Ativo – Projeto Rádio Escola

Fotógrafo não identificado.
O Projeto Rádio Escola foi criado em 1994 pelos professores de Comunicação Social Paulo Roberto Araújo e Ada Machado da Silveira e pela jornalista e então Diretora da Rádio Universidade 800 AM Áurea Evelise Fonseca. Estabelecido entre a Rádio e a Facos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) levava ao ar diversos programas produzidos e apresentados por alunos - a partir do 6º semestre, da disciplina de Radiojornalismo, como Rádio Ativo, Na Boca do Monte, Palavra Falada. Através deles várias gerações de jornalistas aprenderam a atuar no radiojornalismo e trouxeram debates com temas de grande relevância para a comunidade. Em 2005 o Programa Rádio Ativo comemorou 10 anos (iniciou sua primeira edição em 1995). Neste mesmo ano estreou no projeto um novo programa de entrevista, Um pra Cá, Quatro Pra Lá, com o seguinte formato: quatro entrevistadores e um entrevistado, como se fosse uma entrevista coletiva.

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Programa Rádio Ativo – Projeto Rádio Escola

Fotógrafo não identificado.
O Projeto Rádio Escola foi criado em 1994 pelos professores de Comunicação Social Paulo Roberto Araújo e Ada Machado da Silveira e pela jornalista e então Diretora da Rádio Universidade 800 AM Áurea Evelise Fonseca. Estabelecido entre a Rádio e a Facos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) levava ao ar diversos programas produzidos e apresentados por alunos - a partir do 6º semestre, da disciplina de Radiojornalismo, como Rádio Ativo, Na Boca do Monte, Palavra Falada. Através deles várias gerações de jornalistas aprenderam a atuar no radiojornalismo e trouxeram debates com temas de grande relevância para a comunidade. Em 2005 o Programa Rádio Ativo comemorou 10 anos (iniciou sua primeira edição em 1995). Neste mesmo ano estreou no projeto um novo programa de entrevista, Um pra Cá, Quatro Pra Lá, com o seguinte formato: quatro entrevistadores e um entrevistado, como se fosse uma entrevista coletiva.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017. Coleta Seletiva foi discutida durante muitas oficinas e no programa radiofônico Alô Rondon.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a idéia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017. Oficina Escola Verde.

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Projeto Circulação

Fotografia de Victória Lopes.
O projeto Circulação aconteceu dia 30 de outubro de 2018 e tem por objetivo incentivar a doação de sangue entre a comunidade acadêmica. É desenvolvido pelos Programas de Educação Tutorial (PETs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com o Hemocentro Regional De Santa Maria, a Prograd e no ano de 2018 contou com o apoio da Empresa de Consultoria, Inovações Tecnológicas em Engenharia de Processos (ITEP Jr).

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Projeto Circulação

Fotografia de Victória Lopes.
O projeto Circulação aconteceu dia 30 de outubro de 2018 e tem por objetivo incentivar a doação de sangue entre a comunidade acadêmica. É desenvolvido pelos Programas de Educação Tutorial (PETs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com o Hemocentro Regional De Santa Maria, a Prograd e no ano de 2018 contou com o apoio da Empresa de Consultoria, Inovações Tecnológicas em Engenharia de Processos (ITEP Jr).

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Projeto Circulação

Fotografia de Victória Lopes.
O projeto Circulação aconteceu dia 30 de outubro de 2018 e tem por objetivo incentivar a doação de sangue entre a comunidade acadêmica. É desenvolvido pelos Programas de Educação Tutorial (PETs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com o Hemocentro Regional De Santa Maria, a Prograd e no ano de 2018 contou com o apoio da Empresa de Consultoria, Inovações Tecnológicas em Engenharia de Processos (ITEP Jr).

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Projeto Circulação

Fotografia de Victória Lopes.
O projeto Circulação aconteceu dia 30 de outubro de 2018 e tem por objetivo incentivar a doação de sangue entre a comunidade acadêmica. É desenvolvido pelos Programas de Educação Tutorial (PETs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com o Hemocentro Regional De Santa Maria, a Prograd e no ano de 2018 contou com o apoio da Empresa de Consultoria, Inovações Tecnológicas em Engenharia de Processos (ITEP Jr).

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Projeto Circulação

Fotografia de Victória Lopes.
O projeto Circulação aconteceu dia 30 de outubro de 2018 e tem por objetivo incentivar a doação de sangue entre a comunidade acadêmica. É desenvolvido pelos Programas de Educação Tutorial (PETs) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com o Hemocentro Regional De Santa Maria, a Prograd e no ano de 2018 contou com o apoio da Empresa de Consultoria, Inovações Tecnológicas em Engenharia de Processos (ITEP Jr).

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Projeto de Centros Vocacionais de Tecnologia

Fotografia de Danusa Frazzon da Cunha.
O projeto de construção de um polo de formação técnico e profissional é uma parceria entre o Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM) e o Colégio Politécnico. Os destinos dos centros são: um foi instalado na Região Oeste de Santa Maria, no Tecnoparque, e outro na Quarta Colônia, em Silveira Martins. Os Centros Vocacionais de Tecnologia (CVTs) foram planejados visando à parceria entre os dois colégios. Tanto o Politécnico quanto o CTISM atuam nos dois locais de instalação. Cada um trabalha com a área de maior afinidade, sendo o primeiro mais voltado a cursos da área da saúde e o segundo prioriza a parte industrial. A administração do centro também é compartilhada. O projeto foi um dos poucos a ser aprovado pelo Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações no país, nesta demanda.

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Projeto de Extensão Ateliê de Textos

Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX). Coordenadora do projeto foi Cristiane Fuzer. O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente.

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Projeto de Extensão Ateliê de Textos

Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
Segunda Sessão de Lançamento da 5ª coletânea.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.55bet-pro.com/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).

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Projeto de Extensão Ateliê de Textos

Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
Primeira Sessão de Lançamento da 5ª coletânea.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.55bet-pro.com/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Projeto de Extensão Ateliê de Textos

Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
Terceira Sessão de Lançamento da 5ª coletânea.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.55bet-pro.com/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).

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Projeto de Extensão Ateliê de Textos

Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
Segunda Sessão de Lançamento da 5ª coletânea.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.55bet-pro.com/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).

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Projeto de Extensão Ateliê de Textos

Última sessão de lançamento da coletânea Recontando Contos.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.

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Projeto de Extensão Ateliê de Textos

Última sessão de lançamento da coletânea Recontando Contos.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.

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Projeto de Extensão Ateliê de Textos

VIII Mostra de trabalhos em andamento.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.

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Projeto de Extensão Ateliê de Textos

Diário de Santa Maria.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem.

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