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Projeto de Extensão Proposta de Revitalização e Recuperação Ambiental da Vila Caiçara: Uma Necessidade Para Promover a Qualidade de Vida

Água.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto Ana Beatris Souza de Deus.
Iniciou suas atividades em março de 2014. Foi pensado para fornecer subsídios para uma mudança nas atitudes da população e fornecer ferramentas para que as entidades públicas possam agir na revitalização e recuperação ambiental da Vila Caiçara proporcionando um ambiente saudável para a comunidade de modo geral.
Durante os meses de junho a dezembro de 2016, o Grupo de Extensão e Pesquisa em Saneamento (GEPS), desenvolveu atividades extracurriculares de Educação Sanitária e Ambiental em duas escolas estaduais do Município de Agudo, RS. As atividades de Educação Sanitária e Ambiental desenvolvidas envolvendo as temáticas água, esgoto sanitário e drenagem, resíduos sólidos e saúde pública nas escolas EEEB Dom Érico Ferrari e EEEF Luiz Germano foram realizadas com a finalidade de atender parcialmente o objetivo geral - Oportunizar uma melhora, sanitária e ambiental, na qualidade de vida da população da Vila Caiçara do município de Agudo/RS - , pois há um número significativo de alunos que são moradores da Vila Caiçara. Sendo assim, estes podem ser multiplicadores do conhecimento adquirido durante as atividades para a família e conhecidos, esta é a nossa proposta. Este objetivo será concluído com as atividades diretamente na Vila Caiçara e na EMEF Santos Dumont que serão executadas em 2017.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Projeto de Extensão Proposta de Revitalização e Recuperação Ambiental da Vila Caiçara: Uma Necessidade Para Promover a Qualidade de Vida

Resíduos Sólidos.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto Ana Beatris Souza de Deus.
Iniciou suas atividades em março de 2014. Foi pensado para fornecer subsídios para uma mudança nas atitudes da população e fornecer ferramentas para que as entidades públicas possam agir na revitalização e recuperação ambiental da Vila Caiçara proporcionando um ambiente saudável para a comunidade de modo geral.
Durante os meses de junho a dezembro de 2016, o Grupo de Extensão e Pesquisa em Saneamento (GEPS), desenvolveu atividades extracurriculares de Educação Sanitária e Ambiental em duas escolas estaduais do Município de Agudo, RS. As atividades de Educação Sanitária e Ambiental desenvolvidas envolvendo as temáticas água, esgoto sanitário e drenagem, resíduos sólidos e saúde pública nas escolas EEEB Dom Érico Ferrari e EEEF Luiz Germano foram realizadas com a finalidade de atender parcialmente o objetivo geral - Oportunizar uma melhora, sanitária e ambiental, na qualidade de vida da população da Vila Caiçara do município de Agudo/RS - , pois há um número significativo de alunos que são moradores da Vila Caiçara. Sendo assim, estes podem ser multiplicadores do conhecimento adquirido durante as atividades para a família e conhecidos, esta é a nossa proposta. Este objetivo será concluído com as atividades diretamente na Vila Caiçara e na EMEF Santos Dumont que serão executadas em 2017.

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Projeto de Extensão Proposta de Revitalização e Recuperação Ambiental da Vila Caiçara: Uma Necessidade Para Promover a Qualidade de Vida

Água.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto Ana Beatris Souza de Deus.
Iniciou suas atividades em março de 2014. Foi pensado para fornecer subsídios para uma mudança nas atitudes da população e fornecer ferramentas para que as entidades públicas possam agir na revitalização e recuperação ambiental da Vila Caiçara proporcionando um ambiente saudável para a comunidade de modo geral.
Durante os meses de junho a dezembro de 2016, o Grupo de Extensão e Pesquisa em Saneamento (GEPS), desenvolveu atividades extracurriculares de Educação Sanitária e Ambiental em duas escolas estaduais do Município de Agudo, RS. As atividades de Educação Sanitária e Ambiental desenvolvidas envolvendo as temáticas água, esgoto sanitário e drenagem, resíduos sólidos e saúde pública nas escolas EEEB Dom Érico Ferrari e EEEF Luiz Germano foram realizadas com a finalidade de atender parcialmente o objetivo geral - Oportunizar uma melhora, sanitária e ambiental, na qualidade de vida da população da Vila Caiçara do município de Agudo/RS - , pois há um número significativo de alunos que são moradores da Vila Caiçara. Sendo assim, estes podem ser multiplicadores do conhecimento adquirido durante as atividades para a família e conhecidos, esta é a nossa proposta. Este objetivo será concluído com as atividades diretamente na Vila Caiçara e na EMEF Santos Dumont que serão executadas em 2017.

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Projeto de Extensão Proposta de Revitalização e Recuperação Ambiental da Vila Caiçara: Uma Necessidade Para Promover a Qualidade de Vida

Resíduos Sólidos.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto Ana Beatris Souza de Deus.
Iniciou suas atividades em março de 2014. Foi pensado para fornecer subsídios para uma mudança nas atitudes da população e fornecer ferramentas para que as entidades públicas possam agir na revitalização e recuperação ambiental da Vila Caiçara proporcionando um ambiente saudável para a comunidade de modo geral.
Durante os meses de junho a dezembro de 2016, o Grupo de Extensão e Pesquisa em Saneamento (GEPS), desenvolveu atividades extracurriculares de Educação Sanitária e Ambiental em duas escolas estaduais do Município de Agudo, RS. As atividades de Educação Sanitária e Ambiental desenvolvidas envolvendo as temáticas água, esgoto sanitário e drenagem, resíduos sólidos e saúde pública nas escolas EEEB Dom Érico Ferrari e EEEF Luiz Germano foram realizadas com a finalidade de atender parcialmente o objetivo geral - Oportunizar uma melhora, sanitária e ambiental, na qualidade de vida da população da Vila Caiçara do município de Agudo/RS - , pois há um número significativo de alunos que são moradores da Vila Caiçara. Sendo assim, estes podem ser multiplicadores do conhecimento adquirido durante as atividades para a família e conhecidos, esta é a nossa proposta. Este objetivo será concluído com as atividades diretamente na Vila Caiçara e na EMEF Santos Dumont que serão executadas em 2017.

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Projeto de Extensão Proposta de Revitalização e Recuperação Ambiental da Vila Caiçara: Uma Necessidade Para Promover a Qualidade de Vida

Resíduos Sólidos.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto Ana Beatris Souza de Deus.
Iniciou suas atividades em março de 2014. Foi pensado para fornecer subsídios para uma mudança nas atitudes da população e fornecer ferramentas para que as entidades públicas possam agir na revitalização e recuperação ambiental da Vila Caiçara proporcionando um ambiente saudável para a comunidade de modo geral.
Durante os meses de junho a dezembro de 2016, o Grupo de Extensão e Pesquisa em Saneamento (GEPS), desenvolveu atividades extracurriculares de Educação Sanitária e Ambiental em duas escolas estaduais do Município de Agudo, RS. As atividades de Educação Sanitária e Ambiental desenvolvidas envolvendo as temáticas água, esgoto sanitário e drenagem, resíduos sólidos e saúde pública nas escolas EEEB Dom Érico Ferrari e EEEF Luiz Germano foram realizadas com a finalidade de atender parcialmente o objetivo geral - Oportunizar uma melhora, sanitária e ambiental, na qualidade de vida da população da Vila Caiçara do município de Agudo/RS - , pois há um número significativo de alunos que são moradores da Vila Caiçara. Sendo assim, estes podem ser multiplicadores do conhecimento adquirido durante as atividades para a família e conhecidos, esta é a nossa proposta. Este objetivo será concluído com as atividades diretamente na Vila Caiçara e na EMEF Santos Dumont que serão executadas em 2017.

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Projeto de Extensão Proposta de Revitalização e Recuperação Ambiental da Vila Caiçara: Uma Necessidade Para Promover a Qualidade de Vida

Resíduos Sólidos.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto Ana Beatris Souza de Deus.
Iniciou suas atividades em março de 2014. Foi pensado para fornecer subsídios para uma mudança nas atitudes da população e fornecer ferramentas para que as entidades públicas possam agir na revitalização e recuperação ambiental da Vila Caiçara proporcionando um ambiente saudável para a comunidade de modo geral.
Durante os meses de junho a dezembro de 2016, o Grupo de Extensão e Pesquisa em Saneamento (GEPS), desenvolveu atividades extracurriculares de Educação Sanitária e Ambiental em duas escolas estaduais do Município de Agudo, RS. As atividades de Educação Sanitária e Ambiental desenvolvidas envolvendo as temáticas água, esgoto sanitário e drenagem, resíduos sólidos e saúde pública nas escolas EEEB Dom Érico Ferrari e EEEF Luiz Germano foram realizadas com a finalidade de atender parcialmente o objetivo geral - Oportunizar uma melhora, sanitária e ambiental, na qualidade de vida da população da Vila Caiçara do município de Agudo/RS - , pois há um número significativo de alunos que são moradores da Vila Caiçara. Sendo assim, estes podem ser multiplicadores do conhecimento adquirido durante as atividades para a família e conhecidos, esta é a nossa proposta. Este objetivo será concluído com as atividades diretamente na Vila Caiçara e na EMEF Santos Dumont que serão executadas em 2017.

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Projeto de Extensão Proposta de Revitalização e Recuperação Ambiental da Vila Caiçara: Uma Necessidade Para Promover a Qualidade de Vida

Resíduos Sólidos.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto Ana Beatris Souza de Deus.
Iniciou suas atividades em março de 2014. Foi pensado para fornecer subsídios para uma mudança nas atitudes da população e fornecer ferramentas para que as entidades públicas possam agir na revitalização e recuperação ambiental da Vila Caiçara proporcionando um ambiente saudável para a comunidade de modo geral.
Durante os meses de junho a dezembro de 2016, o Grupo de Extensão e Pesquisa em Saneamento (GEPS), desenvolveu atividades extracurriculares de Educação Sanitária e Ambiental em duas escolas estaduais do Município de Agudo, RS. As atividades de Educação Sanitária e Ambiental desenvolvidas envolvendo as temáticas água, esgoto sanitário e drenagem, resíduos sólidos e saúde pública nas escolas EEEB Dom Érico Ferrari e EEEF Luiz Germano foram realizadas com a finalidade de atender parcialmente o objetivo geral - Oportunizar uma melhora, sanitária e ambiental, na qualidade de vida da população da Vila Caiçara do município de Agudo/RS - , pois há um número significativo de alunos que são moradores da Vila Caiçara. Sendo assim, estes podem ser multiplicadores do conhecimento adquirido durante as atividades para a família e conhecidos, esta é a nossa proposta. Este objetivo será concluído com as atividades diretamente na Vila Caiçara e na EMEF Santos Dumont que serão executadas em 2017.

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Projeto de Extensão Proposta de Revitalização e Recuperação Ambiental da Vila Caiçara: Uma Necessidade Para Promover a Qualidade de Vida

Água.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto Ana Beatris Souza de Deus.
Iniciou suas atividades em março de 2014. Foi pensado para fornecer subsídios para uma mudança nas atitudes da população e fornecer ferramentas para que as entidades públicas possam agir na revitalização e recuperação ambiental da Vila Caiçara proporcionando um ambiente saudável para a comunidade de modo geral.
Durante os meses de junho a dezembro de 2016, o Grupo de Extensão e Pesquisa em Saneamento (GEPS), desenvolveu atividades extracurriculares de Educação Sanitária e Ambiental em duas escolas estaduais do Município de Agudo, RS. As atividades de Educação Sanitária e Ambiental desenvolvidas envolvendo as temáticas água, esgoto sanitário e drenagem, resíduos sólidos e saúde pública nas escolas EEEB Dom Érico Ferrari e EEEF Luiz Germano foram realizadas com a finalidade de atender parcialmente o objetivo geral - Oportunizar uma melhora, sanitária e ambiental, na qualidade de vida da população da Vila Caiçara do município de Agudo/RS - , pois há um número significativo de alunos que são moradores da Vila Caiçara. Sendo assim, estes podem ser multiplicadores do conhecimento adquirido durante as atividades para a família e conhecidos, esta é a nossa proposta. Este objetivo será concluído com as atividades diretamente na Vila Caiçara e na EMEF Santos Dumont que serão executadas em 2017.

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Projeto de Extensão Proposta de Revitalização e Recuperação Ambiental da Vila Caiçara: Uma Necessidade Para Promover a Qualidade de Vida

Água.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto Ana Beatris Souza de Deus.
Iniciou suas atividades em março de 2014. Foi pensado para fornecer subsídios para uma mudança nas atitudes da população e fornecer ferramentas para que as entidades públicas possam agir na revitalização e recuperação ambiental da Vila Caiçara proporcionando um ambiente saudável para a comunidade de modo geral.
Durante os meses de junho a dezembro de 2016, o Grupo de Extensão e Pesquisa em Saneamento (GEPS), desenvolveu atividades extracurriculares de Educação Sanitária e Ambiental em duas escolas estaduais do Município de Agudo, RS. As atividades de Educação Sanitária e Ambiental desenvolvidas envolvendo as temáticas água, esgoto sanitário e drenagem, resíduos sólidos e saúde pública nas escolas EEEB Dom Érico Ferrari e EEEF Luiz Germano foram realizadas com a finalidade de atender parcialmente o objetivo geral - Oportunizar uma melhora, sanitária e ambiental, na qualidade de vida da população da Vila Caiçara do município de Agudo/RS - , pois há um número significativo de alunos que são moradores da Vila Caiçara. Sendo assim, estes podem ser multiplicadores do conhecimento adquirido durante as atividades para a família e conhecidos, esta é a nossa proposta. Este objetivo será concluído com as atividades diretamente na Vila Caiçara e na EMEF Santos Dumont que serão executadas em 2017.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Projeto de Extensão Proposta de Revitalização e Recuperação Ambiental da Vila Caiçara: Uma Necessidade Para Promover a Qualidade de Vida

Resíduos Sólidos.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto Ana Beatris Souza de Deus.
Iniciou suas atividades em março de 2014. Foi pensado para fornecer subsídios para uma mudança nas atitudes da população e fornecer ferramentas para que as entidades públicas possam agir na revitalização e recuperação ambiental da Vila Caiçara proporcionando um ambiente saudável para a comunidade de modo geral.
Durante os meses de junho a dezembro de 2016, o Grupo de Extensão e Pesquisa em Saneamento (GEPS), desenvolveu atividades extracurriculares de Educação Sanitária e Ambiental em duas escolas estaduais do Município de Agudo, RS. As atividades de Educação Sanitária e Ambiental desenvolvidas envolvendo as temáticas água, esgoto sanitário e drenagem, resíduos sólidos e saúde pública nas escolas EEEB Dom Érico Ferrari e EEEF Luiz Germano foram realizadas com a finalidade de atender parcialmente o objetivo geral - Oportunizar uma melhora, sanitária e ambiental, na qualidade de vida da população da Vila Caiçara do município de Agudo/RS - , pois há um número significativo de alunos que são moradores da Vila Caiçara. Sendo assim, estes podem ser multiplicadores do conhecimento adquirido durante as atividades para a família e conhecidos, esta é a nossa proposta. Este objetivo será concluído com as atividades diretamente na Vila Caiçara e na EMEF Santos Dumont que serão executadas em 2017.

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Projeto de Extensão Proposta de Revitalização e Recuperação Ambiental da Vila Caiçara: Uma Necessidade Para Promover a Qualidade de Vida

Esgoto e Saúde Pública.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto Ana Beatris Souza de Deus.
Iniciou suas atividades em março de 2014. Foi pensado para fornecer subsídios para uma mudança nas atitudes da população e fornecer ferramentas para que as entidades públicas possam agir na revitalização e recuperação ambiental da Vila Caiçara proporcionando um ambiente saudável para a comunidade de modo geral.
Durante os meses de junho a dezembro de 2016, o Grupo de Extensão e Pesquisa em Saneamento (GEPS), desenvolveu atividades extracurriculares de Educação Sanitária e Ambiental em duas escolas estaduais do Município de Agudo, RS. As atividades de Educação Sanitária e Ambiental desenvolvidas envolvendo as temáticas água, esgoto sanitário e drenagem, resíduos sólidos e saúde pública nas escolas EEEB Dom Érico Ferrari e EEEF Luiz Germano foram realizadas com a finalidade de atender parcialmente o objetivo geral - Oportunizar uma melhora, sanitária e ambiental, na qualidade de vida da população da Vila Caiçara do município de Agudo/RS - , pois há um número significativo de alunos que são moradores da Vila Caiçara. Sendo assim, estes podem ser multiplicadores do conhecimento adquirido durante as atividades para a família e conhecidos, esta é a nossa proposta. Este objetivo será concluído com as atividades diretamente na Vila Caiçara e na EMEF Santos Dumont que serão executadas em 2017.

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Projeto de Extensão Proposta de Revitalização e Recuperação Ambiental da Vila Caiçara: Uma Necessidade Para Promover a Qualidade de Vida

Esgoto e Saúde Pública.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto Ana Beatris Souza de Deus.
Iniciou suas atividades em março de 2014. Foi pensado para fornecer subsídios para uma mudança nas atitudes da população e fornecer ferramentas para que as entidades públicas possam agir na revitalização e recuperação ambiental da Vila Caiçara proporcionando um ambiente saudável para a comunidade de modo geral.
Durante os meses de junho a dezembro de 2016, o Grupo de Extensão e Pesquisa em Saneamento (GEPS), desenvolveu atividades extracurriculares de Educação Sanitária e Ambiental em duas escolas estaduais do Município de Agudo, RS. As atividades de Educação Sanitária e Ambiental desenvolvidas envolvendo as temáticas água, esgoto sanitário e drenagem, resíduos sólidos e saúde pública nas escolas EEEB Dom Érico Ferrari e EEEF Luiz Germano foram realizadas com a finalidade de atender parcialmente o objetivo geral - Oportunizar uma melhora, sanitária e ambiental, na qualidade de vida da população da Vila Caiçara do município de Agudo/RS - , pois há um número significativo de alunos que são moradores da Vila Caiçara. Sendo assim, estes podem ser multiplicadores do conhecimento adquirido durante as atividades para a família e conhecidos, esta é a nossa proposta. Este objetivo será concluído com as atividades diretamente na Vila Caiçara e na EMEF Santos Dumont que serão executadas em 2017.

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Projeto de Extensão Proposta de Revitalização e Recuperação Ambiental da Vila Caiçara: Uma Necessidade Para Promover a Qualidade de Vida

Esgoto e Saúde Pública.
Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto Ana Beatris Souza de Deus.
Iniciou suas atividades em março de 2014. Foi pensado para fornecer subsídios para uma mudança nas atitudes da população e fornecer ferramentas para que as entidades públicas possam agir na revitalização e recuperação ambiental da Vila Caiçara proporcionando um ambiente saudável para a comunidade de modo geral.
Durante os meses de junho a dezembro de 2016, o Grupo de Extensão e Pesquisa em Saneamento (GEPS), desenvolveu atividades extracurriculares de Educação Sanitária e Ambiental em duas escolas estaduais do Município de Agudo, RS. As atividades de Educação Sanitária e Ambiental desenvolvidas envolvendo as temáticas água, esgoto sanitário e drenagem, resíduos sólidos e saúde pública nas escolas EEEB Dom Érico Ferrari e EEEF Luiz Germano foram realizadas com a finalidade de atender parcialmente o objetivo geral - Oportunizar uma melhora, sanitária e ambiental, na qualidade de vida da população da Vila Caiçara do município de Agudo/RS - , pois há um número significativo de alunos que são moradores da Vila Caiçara. Sendo assim, estes podem ser multiplicadores do conhecimento adquirido durante as atividades para a família e conhecidos, esta é a nossa proposta. Este objetivo será concluído com as atividades diretamente na Vila Caiçara e na EMEF Santos Dumont que serão executadas em 2017.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017. Rondonistas mirins confeccionando fanzines.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol de 2015 ocorreu em Solânea - PB. Foi financiado pelo Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX). Coordenador do projeto nesta edição foi o Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. Fotógrafo não identificado.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol de 2015 ocorreu em Solânea - PB. Foi financiado pelo Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX). Coordenador do projeto nesta edição foi o Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. Fotógrafo não identificado.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017. Visita ao Curimataú.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol de 2015 ocorreu em Solânea - PB. Foi financiado pelo Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX). Coordenador do projeto nesta edição foi o Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. Fotógrafo não identificado.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017. Diagnóstico de problemas ambientais - lixão.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol de 2015 ocorreu em Solânea - PB. Foi financiado pelo Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX). Coordenador do projeto nesta edição foi o Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. Fotógrafo não identificado.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a idéia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 01/06/2017. Divulgação das atividades do Projeto Rondon na cidade de Solânea.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017. Confecção de lixeiras de pneu.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a idéia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 01/06/2017.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a idéia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 01/06/2017. Organização do evento Dia na praça.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol de 2015 ocorreu em Solânea - PB. Foi financiado pelo Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX). Coordenador do projeto nesta edição foi o Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. Fotógrafo não identificado.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017. Visita ao Curimataú.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a idéia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 01/06/2017. Dia na praça reúne população de Solânea.

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O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017. Diversão durante a Oficina lugar de lixo é no lixo.

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O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a idéia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 01/06/2017. Diagnóstico de problemas ambientais - olho d'água.

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O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017. Oficina Lugar de lixo é no lixo .

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O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o 55BET Pro Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.55bet-pro.com/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol de 2015 ocorreu em Solânea - PB. Foi financiado pelo Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX). Coordenador do projeto nesta edição foi o Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. Fotógrafo não identificado.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol de 2015 ocorreu em Solânea - PB. Foi financiado pelo Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX). Coordenador do projeto nesta edição foi o Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. Fotógrafo não identificado.

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Projeto de pesquisa do Grupo de Estudos e Pesquisa em Pavimentação e Segurança (GEPPASV)

Fotografia de Estefany Della Flora.
Projeto de pesquisa do Grupo de Estudos e Pesquisa em Pavimentação e Segurança Viária (GEPPASV) em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que teve como objetivo verificar o tempo que uma placa, instalada na rodovia, mantém-se em boas condições para o motorista, principalmente em relação ao quanto de luz ela reflete. As placas eram de cores verde, vermelha, amarela e branca e foram monitoradas em um intervalo de três meses por professores e alunos de graduação e pós-graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). O GEPPASV é vinculado ao Centro de Tecnologia (CT) e ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil (PPGEC).

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Projeto de Urbanização da Cidade Universitária

Fotógrafo não identificado.
Ante-projeto de urbanização – etapas de construção 01 (1961-1962), etapa 02 (1962-1963), etapa 03 (1964-1965), plano diretor n.4 e 5 da Cidade Universitária elaborado pelos arquitetos da Fomisa Planejamento Técnico.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Projeto de Urbanização da Cidade Universitária

Fotógrafo não identificado.
Ante-projeto de urbanização – etapas de construção 01 (1961-1962), etapa 02 (1962-1963), etapa 03 (1964-1965), plano diretor n.4 e 5 da Cidade Universitária elaborado pelos arquitetos da Fomisa Planejamento Técnico.

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Fotógrafo não identificado.
Ante-projeto de urbanização – etapas de construção 01 (1961-1962), etapa 02 (1962-1963), etapa 03 (1964-1965), plano diretor n.4 e 5 da Cidade Universitária elaborado pelos arquitetos da Fomisa Planejamento Técnico.

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Fotógrafo não identificado.
Ante-projeto de urbanização – etapas de construção 01 (1961-1962), etapa 02 (1962-1963), etapa 03 (1964-1965), plano diretor n.4 e 5 da Cidade Universitária elaborado pelos arquitetos da Fomisa Planejamento Técnico.

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Projeto Digitalização e Descrição de negativos fotográficos

Fotografia de Marcos Machado Paulo.
O acervo fotográfico da UFSM é constituído de mais de 85000 negativos fotográficos produzidos pelos fotógrafos institucionais 1959 a 2002. O projeto de digitalização iniciou em 2012 pelo Departamento de Arquivo Geral com objetivo de descrever as imagens e publicá-la na web. Em 2019 para melhorar a qualidade e agilizar o processo, foi adquirido novo equipamento, o scanner Epson Perfection V9—Photo.

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Resultados 1151 a 1200 de 1806