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Registro de autoridade

Oliveira, Rosimari

  • Pessoa

A soprano Rosimari Oliveira, Pós-Graduada em Performance Ópera pelo Conservatório Liceu de Barcelona/Es, Bacharel em Canto pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) sob orientação do Professor Dr. Roberto Henrique Fernandes de Oliveira, tem se destacado em concertos na capital e interior do estado do Rio Grande do Sul como solista convidada com as orquestras SESI/FUNDARTE, UNISINOS, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Orquestra do Theatro São Pedro/RS e Orquestra Sinfônica do Paraná. Em 2003 realizou seu debut na ópera com Carmen de Bizet no papel de Frasquita, concedido
pela presidente do júri do concurso Aldo Baldin, a mezzosoprano italiana Fiorenza Cossotto em Florianópolis/SC. No Brasil, atua como professora de Canto nas Faculdades EST/Sao Leopoldo, canto e Técnica Vocal do Curso Básico em Música da Fundação Municipal de Arte de Montenegro-RS/BR (FUNDARTE) desde 2012 é preparadora vocal do coro da ADUFRGS em POA/RS.

Oliveira, Ruan

  • Pessoa
  • 09-10

Acadêmico do Curso de Relações Públicas da Universidade Federal de Santa Maria, UFSM (2018).

Oliveira, Soel Maciel de

Foi vereador na Câmara Municipal de Vereadores de Santa Maria nos períodos de 1955 a 1959 e de 1960 a 1963.

Operação Itaqui, 1969/

  • Entidade coletiva
  • 1969/

Em 1963 o Rotary Clube de Itaqui iniciou um movimento visando credenciar-se junto à UFSM para capacitar técnicos para atuarem na região.
Em agosto de 1967 ocorreu em Itaqui a reunião de José Mariano da Rocha Filho com os professores José Barbas Guerra, Arthur Primavesi e Leopoldo Silva para entabular os entendimentos iniciais para a realização do Projeto.

A reunião realizou-se no salão nobre da Escola Normal Santa Teresa de Jesus e contou com a presença do ex-secretário da economia do estado, Dr. Olimpio Tabajara.
Em 13 de Agosto de 1967 a comitiva esteve reunida na Prefeitura Municipal de Itaqui para fazer o levantamento das condições econômico-sociais do município. Nesta oportunidade o Conselho de desenvolvimento de Itaqui estudou a possibilidade de doação à UFSM uma área de aproximadamente 1.000 ha de terras para a criação da Fundação educacional.O intuito do projeto foi a criação de um Instituto de Experimentação Agropecuária para o desenvolvimento da região que preparou e capacitou técnicos para trabalhar na região carente desses profissionais.
Em 25 de janeiro de 1969 foi firmado convênio entre a Universidade e a Prefeitura Municipal de Itaqui para estágio prático e atendimento científico por parte dos alunos das Faculdades e Institutos à população.

Operação Osvaldo Aranha, 1969/

  • Entidade coletiva
  • 1969/

É um projeto do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em que foi Agência Executora internacional a FAO (Organização de Alimentação e Agricultura), e nacional, a Universidade Federal de Santa Maria.

Em 1937, a UFSM, por intermédio de seus técnicos, com a assistência dos professores José Barbas Guerra, Derblay Galvão, entre outros, organizou um projeto de pedido de ajuda ao Fundo Especial das Nações Unidas (ONU), visando o desenvolvimento do Setor Primário do Rio Grande do Sul. O Projeto, realizado por uma equipe da então Faculdade de Agronomia e Veterinária, analisou a conjuntura agropecuária do Rio Grande do Sul, mais especialmente da zona geo-educacional da UFSM.

Os estudos foram iniciados em 1966, e somente mereceram aprovação em 1969, quando recebeu o nome “Operação Oswaldo Aranha”, em homenagem ao ilustre gaúcho que chegou a ser presidente da Assembléia Geral das Nações Unidas. Este foi o segundo projeto aprovado pela FAO (Food and Agriculture Organization), desta vez diretamente através da ONU (Organização das Nações Unidas). Em junho de 1970, tiveram início os trabalhos, tendo a FAO sub-locado a Universidade Illinois do Sul o fornecimento dos técnicos componentes da equipe internacional. A direção foi entregue ao Prof. Willian Doerr, como Diretor Internacional, e ao Prof. Derblay Galvão como Diretor Nacional, sendo responsáveis pela cobertura técnica renomados especialistas nacionais e estrangeiros.

A Operação Oswaldo Aranha funcionou com o concurso do Centro de Ciências Rurais, sendo desenvolvido como principal objetivo do projeto: revisar e atualizar os programas de ensino dos Cursos de Agronomia e Veterinária desenvolvendo um completo e variado programa de pesquisas adaptadas às nossas condições regionais e difundir os resultados através de um serviço de extensão rural.

Em 1971 o projeto já tinha treinado aproximadamente 7.000 agricultores, com a efetiva participação dos estudantes. Através desta iniciativa ocorreu a melhoria do ensino e pesquisa no Centro de Ciências Rurais da UFSM, implantando modernos métodos dentro da agricultura e da pecuária do Rio Grande do Sul, pelo estabelecimento de 4 fazendas experimentais e com a vinda de 19 professores PHD, no campo das Ciências Rurais com o intuito de realizarem bolsas de estudo para 39 docentes da UFSM nos melhores centros mundiais de agropecuária e Centro de estudos Básicos.

O Reitor José Mariano da Rocha Filho designou o professor Derblay Galvão, então Diretor do Centro de Ciências Rurais para ser o Diretor do Projeto Oswaldo Aranha, que teve início em 1° de agosto de 1970. Vieram do exterior renomados professores para ensinar técnicas mais eficazes para utilizar as potencialidades dos Colégios Agrícolas, com vista a implantar as Granjas Experimentais previstas no projeto bem como também pretendiam atualizar todo corpo técnico da universidade, que teve oportunidade de trocar experiências indispensáveis à execução do projeto. Foram instalados ensaios e demonstrações nos Colégios de Alegrete, São Vicente do Sul e Santa Maria, com dupla finalidade: familiarizar os alunos com as técnicas de instalação de experimentos e também de aumento de produtividade de culturas da região.

Em 10 de outubro de 1970 os professores: Erb Veleda, Enio Tonini, Luiz Mutti, Armando Vallandro e Derblay Galvão viajaram aos EUA para visitarem universidades americanas, aproveitando para trocar úteis e indispensáveis experiências para a execução do Projeto.

A operação Oswaldo Aranha procurou integrar o aluno ao meio em que exercerá a profissão, onde a aprendizagem de novos conhecimentos também ocorre diretamente com o agricultor.
O BRA-33 partiu da premissa que era preciso despertar nos jovens que ingressavam nos cursos oferecidos uma nova consciência em termos de realidade rural, estimulando e orientando para dar uma dimensão de segurança e desenvolvimento à economia agrícola pastoril de nosso Estado. A participação do colono foi decisiva para ensinar o que de mais simples existe na vida rural, desde atrelar a carroça até como vive o homem do campo. Nesse sentido o aprendizado é duplo, ou seja, o aluno aprende e o colono se sentia valorizado.

Os primeiros municípios visitados foram: Dona Francisca, Faxinal do soturno, Agudo, Nova Palma e São João do Polêsini. Muitas foram às reuniões com os agricultores, que receberam com entusiasmo as idéias inovadoras e passaram a adotá-las em suas propriedades.

<b>Fontes consultadas:</b>
ISAIA, Luiz Gonzaga. UFSM memórias. Santa Maria, 2006. 400p.

UFSM. Relatório do ano de 1969 e 1971. Página 137.

<b>Pesquisa realizada por:</b>
Dhion e Fabiana

Pacheco, Eliezer Moreira

  • Pessoa

Eliezer Pacheco é professor de História da rede pública estadual do Rio Grande do Sul e foi professor titular de História do Brasil e História Contemporânea da Universidade do Noroeste do Estado (Unijuí). Ocupou a presidência do Sindicato dos Professores (Simpro-Noroeste) e também presidiu o Instituto de Previdência do Estado (1999-2000). Tem graduação em História pela Universidade Federal de Santa Maria e mestre pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Foi secretário Municipal de Educação de Porto Alegre (2001-2002.) Foi coordenador-geral de duas edições do Fórum Mundial de Educação (2001 e 2003). Assumiu como presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC) em 2004, no lugar de Luiz Araújo. Pacheco ocupava a Secretaria de Administração da prefeitura de Porto Alegre (desde 2003). Em 2005 foi empossadocomo titular da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec/MEC). Tem os seguintes livros publicados: Colonização e Racismo; O Povo Condenado; Introdução ao Estudo da Sociedade e Estado; O Partido Comunista Brasileiro; e O Marxismo e a Questão Democrática. É também autor de trabalhos publicados em revistas e periódicos acadêmicos.

Pacheco, Maria Luiza

  • Pessoa

Possui graduação em Psicologia pela Universidade Franciscana, UFN (2005), especialização em Atendimento Clínico Ênfase em Psicanálise pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS (2008) e mestrado em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS (2011). Organizadora e autora do livro: A integração do Cuidado diante do incêndio na boate Kiss: testemunhos e reflexões (2016). Atuou como docente na Faculdade Metropolitana de Marabá, desempenhando as atividades de: docência, coordenação do Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAP) e na Coordenação Geral de Ensino (2011-2012). Docente do curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde (SOBRESP) e atua em psicologia clínica (2018).

Padilha, Salomita

  • Pessoa

Admitida no cargo de recepcionista em 27 de julho de 1950 na Faculdade de Farmácia.
Em 15 de abril de 1972 foi homenageada em confraternização no Restaurante Augusto.
Falecida.

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